Archive for the VENEZUELA Category

Venezuela ‘não quer um rei’, diz opositor de Hugo Chávez

Posted in VENEZUELA on 3 de Dezembro de 2008 by os.maias


Líder da oposição critica campanha do presidente venezuelano por referendo que pode lhe manter no poder

Agências internacionais


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Reuters

Venezuelanos protestam contra Chávez

CARACAS – O líder da oposição, Manuel Rosales, disse nesta terça que a Venezuela “não quer um rei”, em referência à emenda constitucional impulsionada pelo presidente Hugo Chávez para tentar a reeleição ilimitada. “O povo não quer um rei, não quer um homem coroado como rei, quer alternância no poder, quer que lhe seja dada a oportunidade de escolher a sua Presidência”, afirmou Rosales, recém eleito prefeito de Maracaibo, capital do Estado de Zulia.

Rosales fez essas declarações perante a imprensa em referência a Chávez, que ordenou a seus seguidores que se mobilizem imediatamente para ativar uma emenda constitucional que permita a reeleição presidencial ilimitada. A emenda pode ser submetida a consulta popular em fevereiro próximo.

Chávez pediu no domingo para que seus partidários apresentem uma proposta de emenda constitucional que lhe permita buscar a reeleição ilimitada, ao mesmo tempo que exigiu a retirada imediata do cônsul colombiano do país após descobrir que ele simpatizaria com a oposição venezuelana. A iniciativa já havia sido cogitada anteriormente sob a forma de uma reforma constitucional, que foi derrotada em referendo nacional em 2007.

“Estou pronto para estar com vocês até 2019”, afirmou Chávez para um grupo de simpatizantes durante um ato em Caracas. “Vamos começar o debate nacional”. O ex-militar, eleito pela primeira vez em 1998, alegou precisar de mais tempo no cargo para estabelecer um modelo econômico socialista na Venezuela.

“Autorizo o partido e o povo venezuelano a iniciar o debate e as ações para aprovar uma emenda constitucional que torne possível a reeleição do presidente”, disse. “Tenho certeza de que agora vamos conseguir demonstrar quem manda na Venezuela. Estou pronto, se Deus quiser e me der saúde, a estar com vocês até 2019 – ou até 2021.”

No ano passado, os eleitores venezuelanos rechaçaram um amplo pacote de reformas propostas para a Constituição, inclusive a que acabaria com o limite dos mandatos presidenciais. As propostas provocaram preocupação entre os opositores. Na Venezuela, a lei proíbe que o presidente tente novamente a presidência depois de dois mandatos. Chávez deve deixar o cargo em 2013.

Contra-revolução

O presidente venezuelano afirmou que a oposição, que venceu as disputas eleitorais em 5 dos 17 Estados do país e ganhou cerca de 20% das prefeituras, estava se preparando para atacar sua “revolução socialista” e disposta a criar regiões autônomas dentro do território venezuelano.

Chávez afirmou ainda que está de olho nos novos governadores, alertando-os a não usar seu poder contra a revolução bolivariana. “Vou avaliá-los bem de perto.”

Qual parte do “não” Chávez não entendeu?

por Marcos Guterman,


Chávez deve estar sentindo calor

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, quer que seja realizado já no mês que vem um novo referendo sobre a reeleição indefinida. Derrotado em dezembro do ano passado, ele havia dado a entender que o revés havia sido temporário e, com sua habitual polidez, classificou a vitória da oposição de “vitória de merda”. É o caso de perguntar agora qual parte do “não” o líder bolivariano não entendeu.

O “timing” da convocação de sua militância para o novo referendo é mais um sinal de que Chávez não digeriu muito bem os resultados da última eleição, quando a oposição obteve significativas vitórias.

Os outros sinais de que Chávez está incomodado vieram há alguns dias, quando ele acusou os opositores eleitos de serem braço de uma conspiração americana para derrubá-lo, a serviço da “extrema direita fascista”. Como bom democrata, ele mandou investigar os opositores eleitos, porque, afinal, eles “causaram momentos de terror e crimes” em 2002, quando o coronel foi vítima de uma tentativa de golpe. Chávez, o conciliador, disse que não acredita nos opositores eleitos quando eles oferecem diálogo e colaboração, porque, afinal, eles são “subordinados a um poder estrangeiro, a uma burguesia”.

Por fim, Chávez, o pacífico, pediu que seus seguidores estejam “preparados para morrer pela revolução”. Agora, ao mobilizar a militância pelo novo referendo, o presidente cobrou uma vitória “por nocaute” – o nocauteado, no caso, é a metade do país que não o apóia.

A urgência de Chávez pode se explicar pela seguinte equação: a crise financeira mundial derrubou os preços do petróleo, pilar da economia venezuelana; com isso, o financiamento dos projetos sociais chavistas ficará ameaçado em 2009, o que pode acabar afetando a popularidade do presidente. Diante desse quadro, o caudilho deve ter concluído que seu projeto de poder está sob ameaça e resolveu agir. Democraticamente, claro.

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Chávez se «autopostula» candidato para las elecciones de 2012

Posted in VENEZUELA on 3 de Dezembro de 2008 by os.maias



Chávez se «autopostula» candidato para las elecciones de 2012

Actualizado Miércoles, 03-12-08 a las 02:34
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, dijo hoy que está convencido de que es necesaria su permanencia en el poder un tiempo más, por lo que impulsará una enmienda constitucional que permita su reelección y desde ya se “autopostuló” como candidato para las elecciones presidenciales de 2012.
“Me autopostulo candidato presidencial para el año 2012”, dijo, luego de expresar su seguridad de que los venezolanos aprobarán la enmienda para establecer la reelección ilimitada, en una consulta que se realizará posiblemente en febrero. Chávez señaló que trabajará aceleradamente para cambiar el artículo 230 de la Constitución a fin de que permita su reelección y para que esa enmienda sea sometida a consulta popular en febrero próximo.
“Estoy convencido de que debo permanecer unos años más al frente del gobierno de Venezuela. . . Es muy temprano para pensar en una retirada”, afirmó el mandatario en un encuentro en la ciudad central de Los Teques, donde acompañó el cambio de autoridades en la alcaldía. Asimismo, aseguró que no tiene “aspiraciones personales” y que está en el poder para “darlo todo por el pueblo”. “Los oligarcas pueden decir lo que les dÙ la gana de mí, pero nosotros vamos a enmendar la Constituición y lo haremos sin duda de ningún tipo, ahora mismo comenzó la batalla”, dijo a sus partidarios.

Chávez rechazó que la enmienda sea anticonstitucional, como dice la oposición, en vista de que el año pasado fue rechazada en las urnas una reforma constitucional de 69 artículos, que incluía la instauración de la reelección presidencial ilimitada. La Constitución venezolana establece una única reelección presidencial inmediata, con mandatos de seis años. “Esa reforma no se puede presentar de nuevo, lo que vamos a hacer no es una reforma sino una sencilla enmienda, muy sencilla al artículo 230. Los que quieran que Chávez sea candidato a la presidencia en 2012 tienen que decir que ‘sí’, los que no quieran a Chávez dirán que ‘no’, pero los que quieran patria están con Chávez. El que no está conmigo está contra mí”, indicó. Chávez dijo que le pide a Dios “vida y salud para estar al frente de ustedes” por 10 años más, en vista de que de su actual mandato le restan seis. Agregó que Venezuela debe ser una república socialista, afirmando que los problemas del país “sólo tienen solución en el marco del socialismo”.

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Chávez diz que vai tentar reeleição em 2012

Posted in VENEZUELA on 3 de Dezembro de 2008 by os.maias

Caracas, 2 dez (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou hoje que tentará a reeleição no pleito de dezembro de 2012, após insistir em que seus partidários modifiquem a Constituição em um referendo para permitir a reeleição contínua.

“As candidaturas devem sair das bases e é preciso respeitar a disciplina (…) e desde já me apresento como pré-candidato presidencial para 2012”, manifestou.

O chefe de Estado esclareceu que o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), do qual é presidente, decidirá nos próximos dias uma via para isso.

A Constituição venezuelana aprovada em 2000 obriga a autoridade eleitoral a submeter a referendo as emendas 30 dias depois de elas serem oficialmente apresentadas.

Os pedidos de emenda podem ser feitos por 30% dos integrantes da unicameral Assembléia Nacional, por 15% dos eleitores ou diretamente pelo chefe de Estado.

Chávez já fez uso desta última opção quando há um ano sua proposta de reformar a Carta Magna com esse mesmo fim foi rejeitada nas urnas, no que se tornou seu primeiro revés eleitoral.

Se a reforma do texto constitucional for rejeitada mais uma vez pelos eleitores, o líder venezuelano deverá deixar o poder ao término de seu atual mandato, em fevereiro de 2013.

Seu desejo de aprovar a reeleição contínua foi repudiado pela oposição venezuelana.

O líder opositor Manuel Rosales, que perdeu para Chávez as presidenciais de dezembro de 2006, disse hoje que a Venezuela “não quer um rei”.

“Este povo não quer um rei, não quer um homem coroado como rei, quer alternância no poder, quer ter a oportunidade de escolher seu presidente”, afirmou Rosales, eleito recentemente prefeito de Maracaibo, capital do estado de Zulia.


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Chávez autoriza referendo e se diz pronto para governar até 2021

Posted in VENEZUELA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias

da France Press

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, autorizou neste domingo o PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) a impulsionar uma emenda constitucional relativa à reeleição e disse estar pronto para governar até 2021.

Harold Escalona/Efe
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u470968.shtml
Nas eleições regionais da Venezuela, partido de Chávez conseguiu maioria dos Estados

“Autorizo o PSUV e o povo venezuelano para que iniciem o debate e as ações relacionadas à emenda constitucional e à reeleição presidencial, estando certo de que agora sim, vamos conseguir”, disse Chávez durante a cerimônia de juramento do prefeito eleito do município Libertador de Caracas, o governista Jorge Rodríguez.

“Estou pronto, se Deus quiser me dar saúde, a estar com vocês até 2019, ou até 2021”, afirmou o presidente que hoje ameaçou expulsar o cônsul da Colômbia em Maracaibo (oeste de Caracas), Carlos Galvis, que teria feito comentários sobre os recentes resultados eleitorais venezuelanos em um telefonema gravado.

Nas eleições regionais, o partido liderado por Chávez conseguiu a maioria dos Estados, apesar de perder em regiões consideradas importantes economicamente. Depois dos resultados, Chávez retomou o discurso sobre a realização de um novo referendo que modifique a Constituição e permita a reeleição ilimitada.

No referendo do ano passado, Chávez não conseguiu obter aprovação da população para a permanência no poder. Segundo analistas ouvidos pela Folha Online, ainda é cedo para determinar o futuro do presidente venezuelano, porém, a oposição já demonstra sinais de crescimento, tendo conseguido nas últimas eleições seis Estados, o triplo em relação às eleições anteriores.

Colombia retira a su cónsul de Venezuela tras las amenazas de Chávez

Posted in COLOMBIA, VENEZUELA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias



Publicado Lunes, 01-12-08 a las 00:09
El gobierno colombiano retiró a su cónsul general en Maracaibo (Estado Zulia, oeste de Venezuela), Carlos Galvis, a pedido del presidente Hugo Chávez, que amenazó en caso contrario con expulsarlo debido a comentarios realizados por el diplomático sobre las elecciones regionales.
“La decisión del gobierno es retirar a este funcionario y así lo hemos notificado ya al gobierno del presidente Hugo Chávez a través de una nota en la que también destacamos nuestra extrañeza y malestar por la grabación a una conversación telefónica a un diplomático”, señaló una fuente de la Casa de Nariño (sede presidencial) en Bogotá.
El origen de este nuevo diferendo diplomático entre los dos países fue una conversación telefónica privada entre Galvis y José Obdulio Gaviria, asesor del presidente colombiano Álvaro Uribe, que fue divulgada el sábado por el canal oficial Venezolana de Televisión (VTV).
En esta grabación, Galvis dijo que el resultado de las elecciones regionales del 23 de noviembre en Venezuela era “estratégicamente favorable a la oposición” y que la elección de sus “muy buenos amigos” Pablo Pérez (nuevo gobernador de Zulia) y Manuel Rosales (alcalde de Maracaibo), “para el trabajo nuestro de allá, debe ser maravilloso”.
“La única forma de que yo no expulse al cónsul general es que el gobierno de Colombia se lo lleve rápido, porque si no lo voy a expulsar”, dijo Chávez este domingo, horas antes de que se hiciera público el retiro del diplomático colombiano por el gobierno de su país.
“O se lo llevan ya o lo echo del país. Espero que el gobierno de Colombia tome las decisiones que tenga que tomar”, agregó el mandatario.
Casi al mismo tiempo, el ministro venezolano de Relaciones Exteriores, Nicolás Maduro, confirmó que su homólogo colombiano, Jaime Bermúdez, le anunció el retiro de Galvis.
“Él me ha notificado que van a retirar al cónsul en Maracaibo (segunda ciudad de Venezuela), lo cual he agradecido. (. . . ) La respuesta del gobierno colombiano también se ha recibido con celeridad, lo cual es bastante positivo”, dijo el canciller.
Según fuentes de la presidencia en Bogotá, que requirieron el anonimato, la decisión es “un claro ejemplo del excelente nivel de diálogo que existe actualmente entre ambos gobiernos para enfrentar de manera constructiva los problemas que puedan surgir en sus relaciones diplomáticas y un buen ejemplo a seguir”.
Por su parte, Galvis consideró la grabación de una discusión privada como “una violacion”. “Es la clonación de todas nuestras conversaciones. Eso es un delito internacional, es muy delicado”, agregó.
Además, el cónsul explicó que sólo se “sintió complacido” por la elección de Pérez y Rosales porque son “personas conocidas”, lo que, a su juicio, facilita su trabajo consular. “Ese fue el motivo de mi complacencia: tener conocidos”, agregó.
Sin embargo, para Chávez la conversación muestra que Galvis fue “muy bondadoso” con los dirigentes opositores y según el mandatario dijo “cosas preocupantes”.
Las relaciones entre Colombia y Venezuela sufrieron un claro deterioro después de que en noviembre de 2007 Uribe decidió prescindir de Chávez como mediador para un posible canje de rehenes de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) por rebeldes presos.
En ese momento, Venezuela retiró a su embajador en Bogotá, Pável Rondón, quien aún no fue reemplazado. Uribe y Chávez se reunieron el pasado julio para empezar a recomponer las resentidas relaciones bilaterales.

Chávez plantea su reelección indefinida

Posted in VENEZUELA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias

El mandatario dio un discurso tras la juramentación del alcalde de Libertador, Jorge Rodríguez (Reuters/Palacio de Miraflores)

02:11 PM Caracas.- El presidente Hugo Chávez dijo, tras enumerar los estados en los que a su juicio están atacando las misiones, que por percibir “ataques contra el pueblo” ahora está dispuesto a estar en la Presidencia hasta el 2021 para defender los intereses de los más desprotegidos, dijo.

“Ya han iniciado una agresión contra el pueblo y por eso ahora digo que ustedes (el pueblo) tiene razón: uh, ah, Chávez no se va, Chávez se queda. Le doy mi autorización al Partido Socialista Unido de Venezuela y al pueblo venezolano para que inicien el debate para la enmienda constitucional, para que tomen las acciones que haya que tomar para lograrlo, sí lo vamos a lograr, vamos a demostrar quién manda en Venezuela. Si Dios me da vida y salud estaré con ustedes hasta el 2021”, manifestó el mandatario.

El Presidente cree, tras los resultados de los comicios, que es cierto que no existe el chavismo sin Chávez así como tampoco existe la disidencia chavista. Invitó a los partidos que se dicen sus aliados a reflexionar al respecto al tiempo que señaló que las puertas del PSUV están abiertas “para que cada quien escoja su camino”.

“Aquí se venía fomentando la llamada disidencia chavista, pero aquí no hay disidencia chavista; quedó pulverizado el empeño de crear un tercer bloque en estados como Guárico, como Trujillo. El 23 de noviembre quedó escrito no hay chavismo sin Chávez, se equivocaron los que vinieron alentando esas corrientes”.

“A algunos partidos supuestamente aliados que se están dejando llevar por el canto de las ballenas, dejándose llevar por el elogio de la oligarquía, por personalismos, les digo que las puertas de la revolución están abiertas y que cada quien escoja su camino, ese es mi mensaje a los partidos supuestamente aliados de Chávez y del PSUV. Hay actitudes que uno no comprendió y nunca comprenderá en ninguno de esos partidos, ahora ellos tomarán las decisiones que tengan que tomar, pero que entiendan que no hay disidencia chavista y quedó demostrado que el que traiciona a Chávez se muere políticamente”, sentenció.

Advirtió a las figuras opositoras que lograron alcaldías y gobernaciones que será sólo por el periodo de cuatro años que tendrán esos espacios, porque esos también serán recuperados. “Debemos reflexionar acerca de la pérdida de espacios sin duda importantes como la Alcaldía Mayor. Bueno señor alcalde Mayor, gobierne pero dentro de cuatro años esa alcaldía vuelve a ser roja rojita, no tenga la menor duda. Lo mismo en el estado Miranda, gobiernen pero en cuatro años nosotros reconquistamos Miranda y Carabobo”, expresó, al tiempo que pidió en varias oportunidades un reconocimiento a Aristóbulo Istúriz.

Ocarina Espinoza
EL UNIVERSAL

Hugo Chávez reabre el proceso para su reelección indefinida

Posted in VENEZUELA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias


El líder venezolano ignora la consulta que tumbó la reforma constitucional

MAYE PRIMERA – Caracas – 30/11/2008

Hugo Chávez —lo dice él mismo— no se irá de la presidencia de Venezuela. Ayer, en la televisión nacional, ordenó a sus seguidores que reactiven la reforma constitucional para establecer la reelección indefinida del presidente de la República, algo que ya fue rechazado en la consulta popular de diciembre de 2007.

“¡Chávez no se va, Chávez se queda!”, dijo el presidente durante un acto oficial. “Yo les doy mi autorización al PSUV (Partido Socialista Unido de Venezuela), al pueblo venezolano, para que inicien el debate y las acciones para lograr la enmienda constitucional y la reelección del presidente de la República, y estoy seguro de que ahora sí lo vamos a lograr. Vamos a demostrar quién manda en Venezuela”.

Éste sería su segundo intento. En 2007, Hugo Chávez propuso al país la aprobación de una reforma de la Constitución que le permitiera se reelegido consecutiva e indefinidamente; hasta el año 2021, como es su deseo: “o, si Dios quiere y me da vida y salud, estoy listo para estar con ustedes hasta el 2019, hasta el 2021. Lo que Dios quiera y lo que el pueblo mande”.

Pero el pueblo ya rechazó esa reforma constitucional en un referéndum popular que se realizó el 2 de diciembre de 2007, y en el que la opción del no obtuvo el 51% de los votos y la del sí el 49%. Ese resultado le puso fecha de vencimiento al mandato de Chávez, que, con la Constitución vigente, culminará en diciembre de 2012.

La lectura que hizo Chávez de aquel revés electoral fue que el pueblo “no entendió” su propuesta, y desde entonces ha buscado nuevos caminos para aplicarla.

En julio de 2008, algunos de los artículos de la reforma rechazada han sido incluidos en leyes ordinarias, aprobadas por vía de decreto por el Ejecutivo. Uno de ellos, por ejemplo, fue incluido en el Decreto Ley de Administración Pública: el que le da la potestad al jefe del Estado de nombrar “vicepresidentes” en las regiones, figuras administrativas a las que quedaría supeditado el poder de gobernadores y alcaldes.

El debate legal del día en Venezuela es si la misma reforma que fue votada por los electores puede volver a presentarse. El argumento de la oposición es que no es posible, pues la Constitución venezolana señala, en su artículo 345, que “la iniciativa de reforma que no sea aprobada no podrá presentarse de nuevo en un mismo periodo constitucional”. Pero el argumento del oficialismo es que ésta será una reforma distinta, porque no la propondrá el presidente de la República, sino los diputados de la Asamblea Nacional.

En último caso, la Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia es la que debe resolver esa diferencia. Pero controlada como está por una mayoría de magistrados oficialistas, se prevé que el máximo tribunal no pondrá ningún reparo a que se vote esta segunda enmienda. En ese caso bastaría que el Partido Socialista reúna las firmas del 15% de los ciudadanos inscritos en el registro electoral (2,4 millones de firmas, aproximadamente) o que el 30% de los integrantes de la Asamblea Nacional lo solicite para que la reelección indefinida sea consultada en otro referendo.

La Constitución actual de Venezuela establece que el presidente de la República sólo puede ser reelegido en su cargo en una oportunidad. Chávez ya transita por su segundo periodo de gobierno de seis años, desde que se aprobó la Constitución de 1999, y por el tercero desde que fue electo por primera vez, el 6 de diciembre de 1998.

En su alocución de ayer, Chávez volvió a llamar a sus seguidores a recuperar el terreno perdido en los seis Estados ganados por “los fascistas” de la oposición en las elecciones regionales del pasado 23 de noviembre. Dos días antes les había ordenado “barrerlos”. Para el presidente, los nuevos gobernadores y alcaldes no tienen el plan de gobernar, sino de derrocar al Gobierno central con la ayuda del “imperio” y del paramilitarismo colombiano. Para dar más contundencia a su discurso, ordenó la expulsión del cónsul de Colombia en la ciudad de Maracaibo (capital del Estado de Zulia), al que acusó de ser parte de la conjura que se trama en su contra. También pidió a las Fuerzas Armadas que estuvieran preparadas “por si hay que reducir a algún cuerpo policial [de las gobernaciones opositoras]”.