Archive for the RODRIGO SANTORO Category

Santoro e Serrado dão força a Selton Mello estréia na direção

Posted in RODRIGO SANTORO, SELTON MELLO on 2 de Outubro de 2008 by os.maias

‘Alguém tem um calmante?’, pede Selton Mello, na sua estréia como diretor

Exibição de ‘Feliz Natal’ reúne platéia de famosos no Rio

Patrícia Rocha Do EGO, no Rio

Malu Mader, Alessandra Negrini, Rodrigo Santoro e Matheus Nachtergaele foram alguns dos famosos que foram ao Cine Palácio, no Centro do Rio, para prestigiar a estréia de Selton Mello como diretor, no Festival do Rio 2008. O ator apresentou seu filme “Feliz Natal” a uma platéia de celebridades sem disfarçar a tensão: “Alguém tem um calmante?”, brincou Selton.

Juliana Rezende/Globo.com

Rodrigo Santoro e Marcelo Serrado brincam com Selton Mello antes do início da sessão

Juliana Rezende/Globo.com

O diretor Júlio Bressane recebe o carinho de Malu Mader e Alessandra Negrini

Filme com Rodrigo Santoro tenta colocar a Argentina no Oscar

Posted in RODRIGO SANTORO on 27 de Setembro de 2008 by os.maias

‘Leonera’, de Pablo Trapero, foi escolhido para disputar indicação.
Ator brasileiro faz uma participação no longa-metragem.

Do G1, em São Paulo

A atriz argentina Martina Gusman e Rodrigo Santoro, durante o Festival de Cannes, em maio de 2008 (Foto: AFP)

O filme “Leonera”, de Pablo Trapero, foi escolhido pela Argentina para representar o país na disputa por uma indicação ao Oscar de melhor filme em língua estrangeira, informou nesta sexta-feira (26) a revista “Variety”.

História de uma jovem grávida que é presa sob acusação de assassinar o namorado, o filme foi recebido com elogios no festival de Cannes neste ano, em especial pela atuação da atriz Martina Gusman. O longa tem ainda a participação do ator brasileiro Rodrigo Santoro e co-produção da VideoFilmes, de Walter Salles. “Leonera” terá sessões no Festival do Rio a partir de 4/10.

Os cinco indicados na categoria serão anunciados em 22 de janeiro pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela realização do Oscar.

O representante do Brasil na disputa por uma das cinco vagas é o filme “Última parada 174”, de Bruno Barreto. A Itália indicou recentemente o longa “Gomorra”, já premiado em Cannes, para concorrer à indicação.

Os latinos obrigatórios do Festival do Rio 2008

Posted in RODRIGO SANTORO on 22 de Setembro de 2008 by os.maias

Trailer do filme “La Leonera”, com Elli Medeiros, Martina Gusman e Rodrigo Santoro. Direção de Pablo Trapero.

RIO – É inegável a contribuição das produções latinas para a sétima arte. A cada ano novos filmes chegam ao circuito com o selo de qualidade de terem concorrido nos festivais mais importantes do mundo. Podemos citar “Batalha do céu” (2005), de Carlos Reygadas, que recebeu o prêmio de melhor filme latino do ano pela critica especializada internacional (FIPRESCI), além de ter disputado a Palma de Ouro, em Cannes.

A Première Latina, no Festival do Rio, é uma ótima oportunidade para o público tomar conhecimento em primeira mão das novas produções de nossos co-irmãos sul-americanos. Esse ano, vinte filmes estarão na mostra. Os destaques são “Ninho vazio”, de Daniel Burman, “A mulher sem cabeça”, de Lucrécia Martel, e “La Leonera”, de Pablo Trapero, com o brasileiro Rodrigo Santoro no elenco. Todos os três cineastas fazem parte da nova onda do cinema argentino.

Cena de 'Ninho vazio'/ Divulgação

“Ninho vazio” (“El nido vacío”, 2008, veja o trailer) é o sexto filme do cineasta e roteirista Daniel Burman. Podemos citar os recentes “As leis de família” e “O Abraço partido”, produções bem recebidas pelo público brasileiro e pela crítica. Burman não é um aficionado pela técnica cinematográfica. Sua câmera procura captar a força do roteiro. Ele utiliza as relações familiares para traçar um paralelo com arte. Para ele a arte não imita a vida. Ela serve, às vezes, para aliviar os nossos maiores temores.

Esse é a mensagem por trás do roteiro escrito por Burman em “Ninho vazio”. A história é sobre Leonardo, um escritor renomado. Ele e sua esposa Martha deparam-se com a situação de aprender conviver juntos novamente, após os filhos saírem de casa. Leonardo está cansado das obrigações sociais e opta pela introversão. Ele sente medo das transformações em seu entorno e vê uma crise de meia-idade se aproximar. Para descobrir como se acomodar à nova configuração de sua vida e salvar o casamento, Leonardo se entrega à imaginação e embarca numa longa viagem interior. Ficção e realidade se confundem através dos personagens que são o produto da imaginação de Leonardo. No elenco tem a presença da ótima Cecília Roth no papel de Martha.

Diferente de Burman, cineasta argentina Lucrécia Martel é uma apaixonada pela linguagem cinematográfica. A força de seus filmes não está nos diálogos e sim nas imagens. Percebe-se essa preocupação em “O pântano” (2001) e “Menina santa” (2004). Seu novo longa, “A mulher sem cabeça” (“La mujer sin cabeza”, 2008, veja o trailer ), é ainda mais onírico que seus trabalhos anteriores. A trama é baseada em uma experiência sofrida por Martel na adolescência.

Rodrigo Santoro em 'La leonera'/ Divulgação

Após atropelar algo, Veronica, nos dias que seguem, se sente distante, estrangeira às pessoas e às coisas. Os eventos de sua vida social ocorrem, e Veronica simplesmente se deixa levar. Até que, uma noite, ela revela a seu marido que matou alguém. Os dois retornam à estrada e encontram apenas um cachorro morto. Eles procuram na polícia, mas não há qualquer notificação. A vida parece entrar de novo nos eixos, porém a descoberta de um cadáver volta a perturbar a todos.

Martel realiza uma ruptura com a realidade com a intenção de criar uma parábola sobre a classe social argentina. O filme requer atenção redobrada do público para entender as mensagens implícitas da narrativa. A proposta é reflexiva e Martel acredita que arte é o melhor instrumento para que o individuo possa encarar fatos desagradáveis sobre sua a existência e sobre o mundo. O filme competiu no Festival de Cannes 2008.

Completando os destaques, tem “La leonera” (veja o trailer), o quinto filme do diretor Pablo Trapero. O título é uma expressão que mistura leoa (progenitora protetora) com uma prisão especial para jovens mães. Esse conceito fica mais claro através da personagem Julia, 26 anos e grávida que acorda suja de sangue e descobre em seu apartamento o corpo do pai de seu filho. Incapaz de se lembrar do que aconteceu, ela é acusada de assassinato e enviada a uma prisão especial. Julia dá a luz a Tomás atrás das grades, mas sabe que só poderá ficar com ele até que o menino complete quatro anos de idade. Apesar de estarem presos, os dois vivem felizes, porém um dia a mãe de Julia reaparece querendo pegar o neto.

Cena de 'La leonera'/ Divulgação

O longa tem os temas preferidos de Trapero. Por meio de personagens que levam vidas corriqueiras, o diretor realiza uma critica a sociedade moderna. Trapero investe no drama através da ligação entre mãe e filho. Ele não glorifica essa relação. Funciona como um observador. Esse conceito explora o imaginário envolvendo as películas de prisão. Muito do crédito se deve a interpretação arrebatadora de Martina Gusman no papel de Julia. Rodrigo Santoro também faz uma participação sólida como amante de Julia. O filme participou da competição em Cannes 2008 e foi ovacionado ao final da sessão.

“La Leonera”: SÁB, 4: Odeon: 19h45 [OD050]; SEG, 6: Estação Ipanema 2: 17h30 [IP218] e 22h [IP220]; TER, 7: Est Gávea 1: 15h30 [GV157] e 19h50 [GV159]; QUA, 8: Cine Santa: 21h.

“A mulher sem cabeça”: QUA, 1: Est. Vivo Gávea 4: 13h40 [GV426] e 20h30 [GV429]; SÁB, 4: Espaço 2: 17h [EC251] e 21h30 [EC253]; DOM, 5: Cine Santa: 19h.

“Ninho vazio”: DOM, 5: Espaço 2: 16h45 [EC257] e 21h15 [EC259]; TER, 7: Est. Vivo Gávea 4: 15h50 [GV457] e 22h20 [GV460].

Selton Mello ouviu conselhos de Santoro para gravar no exterior

Posted in RODRIGO SANTORO, SELTON MELLO on 21 de Setembro de 2008 by os.maias


Selton , como João da Ega em Os Maias

PEDRO DIAS LEITE
da Folha de S.Paulo, em Londres

Enquanto Sidney Magal canta no palco do Clapham Grand, o teatro antigo transformado em boate onde é gravada uma cena do filme sobre a vida de Jean Charles, Selton Mello é mais um no meio de muitos.

No primeiro trabalho do ator fora do Brasil, ele pegou dicas com o amigo Rodrigo Santoro e diz que não tem “a pretensão” de imitar Jean Charles. “Foi pegar o que eu ouvi, botar no liquidificador e fazer o meu Jean Charles. Eu não conheci ele”, explica, comparando com o João Estrella de “Meu Nome Não É Johnny”, que “estava o tempo todo no set”.

Leia a seguir a entrevista, feita no set de filmagem.

FOLHA – Qual a sua visão do filme?
SELTON MELLO – A idéia é mostrar um cara que morreu erradamente, não era para ser ele. Quem era esse cara? É isso o que interessa. Quem era esse cara, o que ele fazia, de onde ele veio, como é que ele era, entendeu? Esse que é o barato. O barato do filme inteiro é ele, trabalhando, a relação com a família, ralando, morando seis na mesma casa.

FOLHA – Como tem sido a recepção dessa comunidade de brasileiros aqui em Londres?
MELLO – As histórias se repetem, de brasileiros que vão para o exterior, na esperança de um mundo melhor. Deu para entender algumas coisas. Tem alguns brasileiros que moram em Londres e não falam inglês, porque tem tanto brasileiro que eles só falam português entre eles. Outra coisa, os caras trabalham muito, então não têm tempo pra nada. Trabalham, trabalham, pra mandar dinheiro para o Brasil.

FOLHA – Como é interpretar o Jean Charles?
MELLO – Estou aqui fazendo minha percepção de um cara que existiu, depois de ter feito “Meu Nome Não É Johnny”, que também foi um cara que existiu. A diferença é que o João Estrella estava lá vivo, então ele ia ao set.
Aqui eu ouvi muito sobre esse cara. Também falei muito com a família. Muitas vezes os familiares olham e falam: “Ele não falava assim”. Eu falo: “Desculpe, não conheci ele, eu não vou imitar ele nem a pau. Eu faço o que eu acho que é”.

FOLHA – E qual a diferença desse trabalho para os seus anteriores?
MELLO – É meu primeiro trabalho fora, esse para mim é o grande diferencial. A equipe é toda inglesa, tudo em inglês. Está sendo uma experiência muito rica. É tudo igual, o assistente de direção, o continuísta, mas é em inglês. O [Rodrigo] Santoro estava aqui, a gente é muito amigo, ele fala muito disso, de vida fora e tal. E eu tenho vontade também. Ele tem feito bastante, pra mim é o primeiro. Deu vários conselhos. Uma experiência muito boa.

O ator se emocionou ao ser premiado na votação popular pelo filme Meu Nome Não É Johnny.

Rodrigo Santoro conta para Young o que o irrita

Posted in RODRIGO SANTORO on 18 de Setembro de 2008 by os.maias

Qua, 17/09/2008 – 16:42

Eliana Rodrigues - 0

Foto: Eliana Rodrigues

Fernanda Young sabatina Rodrigo Santoro em seu programa

document.getElementById(‘painel_foto’).style.top=”0″; document.getElementById(‘thumb’).style.display=”none”; document.getElementById(‘thumb_nav’).style.display=”none”;

Da Redação Online

O ator Rodrigo Santoro, que protagoniza o filme em cartaz Os Desafinados, de Walter Lima Júnior, encara os questionamentos da apresentadora do Irritando Fernanda Young. Na entrevista, o galã fala sobre sua carreira internacional, a experiência de atuar em outro idioma, sobre temas que o irritam e cinema nacional.

Fernanda Young fala a respeito do personagem que ela escreveu para a série Os Normais, em que Santoro usava um sino no órgão genital. A apresentadora provoca perguntando se um agente americano o deixaria fazer esse papel. O assunto é a deixa para a carreira internacional de Santoro. Eles conversam sobre o filme As Panteras 2 e o garotão, rápido, não hesita em falar do que mais gosta no filme, Lucy Liu.

Sobre sua vida, Santoro diz ser adepto da ioga e meditação transcendental e revela reparar na celulite das mulheres: ”Quando está muito gritante, não tem como não reparar”.

Santoro confessa seu nervosismo em contracenar com o ator Benicio Del Toro e da comédia de humor negro em que viveu o primeiro amor de um homossexual estelionatário feito por Jim Carrey. Ao comentar sobre Nicole Kidman, com quem fez um comercial, afirmou: ”Ela tem uma qualidade etérea, tem muita classe”.

No fim da entrevista, ele fala de seu mais novo filme, Os Desafinados, que tem no elenco Cláudia Abreu, Ângelo Paes Leme e Alessandra Negrini, entre outros. E faz um apelo: ”Galera, pelo amor de Deus, vamos assistir aos filmes brasileiros cada vez mais, para a gente dar uma movimentada nisso”.

Santoro e Fernanda Young estarão no ar no próximo domingo (21/9/2008), às 00h, pelo GNT, da Globosat.

Bastidores das gravações de ‘Os Desafinados’ em Nova Iorque

Posted in ALESSANDRA NEGRINI, CLAUDIA ABREU, RODRIGO SANTORO, SELTON MELLO on 16 de Setembro de 2008 by os.maias

Veja o que rolou nas filmagens do filme de Walter Lima Jr na capital do mundo

Oscar 2009 :Sai lista dos inscritos para brigar por vaga

Posted in CULTURA, FILMES, RODRIGO SANTORO, SELTON MELLO on 9 de Setembro de 2008 by os.maias

‘Última parada – 174’ estréia em Jundiaí e entra na disputa para representar o Brasil no Oscar com ‘Meu nome não é Johnny’

Publicada em 09/09/2008 às 12h34m

Bianca Kleinpaul

Cena de 'Última parada - 174', de Bruno Barreto/ Divulgação

RIO – Para entrar na pré-seleção de filmes que concorrerão a uma vaga no Oscar, “Última parada – 174” vai ser lançado discretamente em uma sala de Jundiaí, São Paulo. Assim como “Tropa de elite” em 2007, o longa de Bruno Barreto ficará uma semana em cartaz (entre 12 e 19 de setembro) para atender os requisitos do Ministério da Cultura (MInC) e poder ser escolhido como o representante do Brasil.

“Última parada” fez estréia mundial no Festival de Toronto esta semana e será lançado no Brasil na abertura do Festival do Rio em 25 de setembro. Entre os requisitos do MinC para aceitar a inscrição é a produção ter sido lançada entre 1º de outubro de 2007 e 30 de setembro de 2008.

Outro filme que à primeira vista parece estranho na pré-seleção é “O passado”, de Hector Babenco. A produção falada em espanhol foi aceita por ter diretor com residência permanente no país (Babenco nasceu na Argentina, mas é naturalizado brasileiro) e financiamento parcial da sua produtora, com endereço no país. A barreira pode ser em uma das cláusulas da própria Academia de Hollywood, que exige o elenco principal ser de origem do país de inscrição. No caso, o longa é encabeçado pelo ator mexicano Gael García Bernal e um elenco de vários países da América do Sul. O falecido ator Paulo Autran é o único brasileiro em cena.

Caberá à comissão escolhida pelo MinC decidir se o filme tenta a vaga ou não do Oscar.

Entre os destaques da pré-seleção está o filme nacional de maior bilheteria do ano, “Meu nome não é Johnny”, “Estômago” e “Os desafinados”.

No total, foram inscritas 14 produções nacionais na seleção do MinC para uma indicação brasileira ao Oscar de melhor filme de língua estrangeira. O longa-metragem que disputará uma das cinco vagas da premiação será divulgado dia 16.

A comissão que decidirá nosso representante será formada por profissionais da área audiovisual. São eles: Antonio Alfredo Torres Bandeira, Cleber dos Santos, Silvia Maria Sachs Rabello, Maria Dora Genis Mourão, Giba Assis Brasil e Paulo Sérgio Almeida, e presidida pelo secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Silvio Da-Rin.

Selton Mello e Cleo Pires em 'Meu nome não é Johnny'/ Divulgação

Cabe aos organizadores da premiação nos Estados Unidos selecionar os cinco filmes, dentre títulos indicados por mais de 90 países, que concorrerão na categoria de melhor filme em língua estrangeira. A cerimônia de entrega do Oscar 2009 acontece no mês de fevereiro.

Veja aqui a lista completa de inscritos e clique aqui para votar no seu favorito representar o Brasil no Oscar:

1 – “A casa de Alice”, de Chico Teixera

2 – “A Via Láctea”, dirigido por Lina Chamie

3 – “Chega de saudade”, dirigido por Laís Bodanski

4 – “Era uma vez”, de Breno Silveira

5 – “Estômago”, de Marcos Jorge

6 – “Meu nome não é Johnny”, de Mauro Lima

7 – “Mutum”, dirigido por Sandra Kogut

8 – “Nossa vida não cabe num Opala”, de Reinaldo Pinheiro

9 – “Olho de boi”, de Hermano Penna

10 – “Onde andará Dulce Veiga?”, dirigido por Guilherme de Almeida Prado

11 – “O passado”, de Hector Babenco

12 – “Os desafinados”, dirigido por Walter Lima Júnior

13 – “O signo da cidade”, de Carlos Alberto Riccelli

14 – “Última parada 174”, de Bruno Barreto