Archive for the PAULO BETTI Category

Casa da Mãe Joana

Posted in FILMES, PAULO BETTI on 18 de Setembro de 2008 by os.maias

Antônio Pedro Borges, Paulo Betti e José Wilker interpretam três malandros encrencados

COMÉDIA
NO INÍCIO DOS ANOS 60, os jovens atores Hugo Carvana, Daniel Filho, Luís Carlos Miele e Roberto Maya dividiam um apartamento no bairro carioca do Leblon. A vida naquele “templo da atividade carnal”, como diz Carvana, rendeu histórias impublicáveis, mas um pouco da alegria e do companheirismo daqueles anos são celebrados em Casa da Mãe Joana. É um reencontro de camaradas. Carvana está atrás das câmeras, Daniel Filho é um dos produtores, Miele e Maya fazem participações especiais. Em seu sétimo longa-metragem, Carvana se mostra um cineasta inoculado pelo vírus do riso e aqui se cerca de um elenco estelar, que expressa na tela o clima de molecagem que deve ter imperado nos bastidores.
Na trama, José Wilker, Paulo Betti e Antônio Pedro Borges são três farristas incorrigíveis que acabam de ser passados para trás pelo caçula do grupo, Pedro Cardoso. Este último fugiu com a dondoca Malu Mader e a grana do golpe que aplicaram em uma joalheria. A situação se complica quando recebem uma ação de despejo e o prazo de trinta dias para quitar as dívidas. Sem escolha, eles decidem fazer o que mais abominam: trabalhar. Betti vira “coroa de programa”, Wilker se torna acompanhante do travesti paralítico interpretado por Agildo Ribeiro e Borges volta a escrever uma coluna de jornal com a ajuda de seu alter ego feminino, Juliana Paes. A zona aumenta com a chegada de Laura Cardoso e Fernanda de Freitas, a mãe caduca de um e a filha criada por índios de outro.
Esse rol de personagens amalucados é o grande trunfo da produção, pois o enredo nada tem de original, os diálogos são batidos e só convencem porque estão nas mãos de atores de primeira. Com poucas tomadas externas do Rio de Janeiro e uma ação que se desenrola basicamente no apartamento da trupe, o diretor tem dificuldade em escapar do formato televisivo. Carvana realiza uma obra despretensiosa, um passatempo que enaltece a amizade, valoriza astros veteranos e, de quebra, faz refletir sobre o cinema nacional. Sem diminuir a relevância de dramas que retratam a dura realidade do País, comédias como essa mostram que um espírito mais anárquico – pois a encrencada trinca central jamais perde o bom humor – pode ser um aliado na luta contra os problemas do dia-a-dia. (14 anos) Suzana Uchôa Itiberê



Elenco afiado garante o riso em filme dirigido por Hug
o Carvana

Trailer de “Casa da Mãe Joana”

Divulgação | 17.09.2008

Produção de Hugo Carvana conta história de 3 amigos que só pensam em curtir e nunca trabalharam na vida, mas agora precisam se virar para pagar a hipoteca do apartamento em que moram


Os Maias imagens , Castro Gomes nos Olivais

Posted in ANA PAULA ARÓSIO, OS MAIAS IMAGENS, PAULO BETTI on 5 de Setembro de 2008 by os.maias






“A Festa da Menina Morta” ganha a platéia por antecipação no penúltimo dia do Festival de Gramado

Posted in EÇA DE QUEIROZ, Matheus Nachtergaele, PAULO BETTI on 18 de Agosto de 2008 by os.maias

16/0817:07Fabio Prikladnicki

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GRAMADO – O filme nem havia começado, e Matheus Nachtergaele estava sendo calorosamente aplaudido pelo público presente na sala de exibição do Palácio dos Festivais. Bastou os apresentadores Renata Boldrini e Paulo Betti mencionarem seu nome para a platéia entusiasmar-se. “A Festa da Menina Morta”, que marca sua estréia como diretor, encerrou, nesta sexta-feira (15/08), a mostra competitiva do 36° Festival de Cinema de Gramado. A cerimônia de premiação acontece na noite do sábado.

O filme confirmou as expectativas de ser um dos concorrentes mais fortes deste ano. Confirmou, também, o rumo que o festival vem retomando nos últimos três anos, quando a curadoria passou para as mãos da dupla José Carlos Avellar e Sérgio Sanz: valorizar o “cinema de autor”. Gramado quer recuperar seu prestígio crítico, depois de ter passado algum tempo com o foco voltado para o culto excessivo às celebridades.

“A Festa da Menina Morta” estreou no Festival de Cannes, como provou a cópia exibida em Gramado, com legendas em francês. Conta a história de um rapaz (Daniel de Oliveira) que é considerado um santo em uma comunidade ribeirinha no Amazonas depois de ter encontrado os trapos de uma menina morta – que vira objeto de culto.

O rapaz também tem uma relação mal resolvida com a memória da mãe morta (Cássia Kiss) e tem uma relação incestuosa com o pai (Jackson Antunes). A cena de sexo entre os dois, por sinal, revoltou parte da platéia em Cannes (mas não em Gramado), ocasião em que algumas pessoas deixaram a sala de exibição. É um filme pesado e, ao mesmo tempo, belo – ponto para a direção de fotografia de Lula Carvalho.

A fotografia é também um dos destaques do filme que abriu a noite, “O Mistéério da Estrada de Sintra”, de Jorge Paixão da Costa, uma co-produção Brasil-Portugal (a fotografia é de Luiz Branquinho). Na apresentação, o diretor questionou o fato de estar concorrendo na categoria de filme estrangeiro.

O filme, no entanto, é falado em português de Portugal, com o sotaque, a dicçãão e as expressões idiomáticas características do paíís. Em entrevista poucas horas antes, a produtora executiva Pandora Cunha Telles havia mencionado uma experiência que teve com outro filme português exibido para o público brasileiro, quando constatou que as pessoas tendiam a entender melhor as piadas nas cópias exibidas com legendas em português do Brasil, por absurda que a opção possa parecer.

Detalhes à parte, “O Mistério” é inventivo e bem realizado, caso típico em que o diretor parece saber, da idéia ao corte final, exatamente aonde queria chegar. Não era uma tarefa fácil: adaptação do livro homônimo de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão (originalmente publicado em folhetim), o filme se vale de uma interposição de narrativas em que a trama de como a dupla de escritores criam a história se cruza com a própria históória – e os autores, literalmente, contracenam com seus personagens.

A última noite da mostra competitiva antes da premiação prestou homenagem ao diretor cubano Julio García Espinosa, que cancelou a ida a Gramado de última hora “por motivos de saúde”, conforme divulgado à imprensa. O prêmio foi um “kikito de cristal” pelo conjunto de sua obra.

Letras e Leituras – Paulo Betti

Posted in PAULO BETTI, PODCAST on 3 de Agosto de 2008 by os.maias


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Você também pode ouvir Mona Dorf na Rádio Eldorado AM 700 KHZ. http://www.radioeldorado.com.br

PAULO BETTI, ‘Barão de Mauá – o Empreendedor’

Posted in CULTURA, PAULO BETTI on 10 de Julho de 2008 by os.maias

Betti, o Barão
Os convidados da inauguração da exposição ‘Barão de Mauá – o Empreendedor’, dia 14, no Centro Cultural Banco do Brasil, terão uma surpresa. Serão recepcionados pelo próprio Barão, ou melhor, por Paulo Betti, que foi convidado pela Transpetro e estará vestido com figurino do filme ‘Barão de Mauá – O Imperador e o Rei’, de 1999

OS MAIAS, FOTO ELENCO

Posted in ANA PAULA ARÓSIO, ELIANE GIARDINI, FÁBIO ASSUNÇÃO, LEONARDO VIEIRA, Marília Pêra, Matheus Nachtergaele, OS MAIAS IMAGENS, Osmar Prado, PAULO BETTI, SELTON MELLO, SIMONE SPOLADORE, WALMOR CHAGAS on 15 de Junho de 2008 by os.maias

Os Maias, Maria Eduarda e Catro Gomes (ANA PAULA ARÓSIO E PAULO BETTI)

Posted in ANA PAULA ARÓSIO, EÇA DE QUEIROZ, IMAGENS, OS MAIAS IMAGENS, PAULO BETTI on 15 de Junho de 2008 by os.maias