Archive for the LUTO Category

Morre o ator e diretor Fábio Junqueira, aos 52 anos

Posted in LUTO on 21 de Novembro de 2008 by os.maias

Plantão | Publicada em 21/11/2008 às 10h37m

O Globo

O ator e diretor Fábio Junqueira em 'Chiquinha Gonzaga' / Foto Reprodução

RIO – O ator e diretor de TV Fábio Junqueira, de 52 anos, morreu nesta quinta-feira à noite na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio. Fábio lutava contra um câncer no cérebro e estava internado no hospital desde julho, quando deu entrada na UTI com um edema cerebral, informou o centro médico.

O corpo do ator está sendo velado nesta sexta-feira no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O enterro acontece acontece no mesmo local e está previsto para as 16h.

Fábio era pai do também ator Caio Junqueira, que participou do filme-sensação “Tropa de elite” e atualmente integra o elenco do seriado “A lei e o crime”, que estréia em janeiro na Record.

O último trabalho de Fábio na TV foi como o personagem Paulo na novela “A escrava Isaura”, versão da TV Record, em 2006. Desde então ele atuava como diretor na área de teledramaturgia do canal, nos estúdios RecNov, em Vargem Grande.

O ator e diretor Fábio Junqueira em cena no remake da novela 'A escrava Isaura' / Divulgação TV Record

O ator fez importantes trabalhos na TV, atuando nas emissoras Globo, Record e Manchete. Na Globo, fez “Mulheres apaixonadas”, “O quinto dos infernos”, “O clone”, “Chiquinha Gonzaga”, “Torre de Babel” e “As noivas de Copacabana”, entre outras. Na extinta TV Manchete fez “Marquesa de Santos”, como o personagem João Pinto.

No cinema, seu último trabalho foi o filme “Separações” (2002), de Domingos de Oliveira. Atuou ainda em “Jorge, um brasileiro” (1988), “Nunca fomos tão felizes”, “Bar esperança” e “O bom burguês”, entre outros

Morre o ator e diretor Fábio Junqueira

Marcello Victor, JB Online

RIO – Morreu na noite desta quinta-feira, o ator e diretor Fábio Junqueira, de 52 anos. Ele lutava contra um câncer e estava internado há três meses na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio, e há um mês no Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Fábio era pai do ator Caio Junqueira, que completou 32 anos também nesta quinta-feira. O corpo está sendo velado na capela 1 do Cemitério São João Batista, em Botafogo. O sepultamento está marcado para às 16h desta sexta-feira.

Fábio Junqueira atuou em várias novelas da TV Globo, como Marina (1980), Vale tudo (1988) e Mulheres apaixonadas (2003), que está sendo reprisada, interpretando o médico Marcondes. Ele também participou na emissora das miniséries Riacho doce (1990) e As noivas de Copacabana (1992). Seu último trabalho ocorreu em A escrava Isaura, na TV Record, em 2004, onde trabalhava atualmente.

No cinema, Fábio Junqueira participou do filme Bar Esperança (1983). Seu último trabalho foi em Separações, de Domingos de Oliveira, em 2002. O diretor também trabalhou na produtor MultiRio, da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Fábio Junqueira era pai do ator Caio Junqueira, que interpretou o aspirante PM Neto, no filme Tropa de elite


da Folha Online

O ator e diretor Fábio Junqueira, 52, morreu por volta das 22h desta quinta-feira (20) na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

Divulgação
O ator e diretor Fábio Junqueira, que morreu na noite de quinta-feira
O ator e diretor Fábio Junqueira, que morreu na noite de quinta-feira

Ele não resistiu a uma parada cardiorespiratória. Ele tinha câncer no cérebro.

O ator foi internado no hospital em julho. Há um mês, ele deu entrada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Fábio Junqueira era pai do também ator Caio Junqueira, e participou de várias novelas da Globo.

Sua participação mais recente foi em “Mulheres Apaixonadas”, onde interpretou um médico.

O corpo está sendo velado no cemitério São João Batista e o sepultamento está marcado para às 16h.

Morre no Rio o ator e diretor Fábio Junqueira

Junqueira, pai do também ator Caio Junqueira, de ‘Tropa de Elite’, lutava contra tumor maligno no cérebro

Da Redação


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Fábio Junqueira em 'Escrava Isaura', da Record

Divulgação

Fábio Junqueira em ‘Escrava Isaura’, da Record

SÃO PAULO – O ator e diretor Fábio Junqueira morreu aos 52 anos na noite de quinta-feira, 20, no Rio de Janeiro, segundo confirmou a Casa de Saúde São José. Junqueira estava internado desde julho no local e, de acordo com a assessoria, havia dado entrada com um quadro de edema cerebral e lutava contra um tumor maligno no cérebro.

Na época, o diretor, pai do também ator Caio Junqueira, de Tropa de Elite, passou por uma cirurgia delicada e estava em coma induzido desde então. A morte foi por volta das 22h20.

O velório de Junqueira acontecerá nesta sexta no Cemitério São João Batista, no Rio, onde também será o sepultamento, às 16 horas.

Ator de cinema e televisão, Junqueira trabalhou em diversas tramas conhecidas, como Malhação (1995), Torre de Babel (1998), O Clone (2001), O Quinto dos Infernos (2002) e Mulheres Apaixonadas (2003). A Escrava Isaura (2004), na Rede Record, foi seu último trabalho na telinha.

(FIQUEI MUITO TRISTE !)

P.S. : QUASE NÃO TEM FOTOS DELE NA WEB , UM ATOR QUE FEZ TANTOS TRABALHOS !!!!!

Segunda brasileira a cruzar o Canal da Mancha morre em Santa Catarina

Posted in LUTO on 8 de Novembro de 2008 by os.maias

Dailza Damas, de 50 anos, não resistiu a uma parada cardíaca nesta sexta

Segunda brasileira a fazer a travessia do Canal da Mancha (a primeira foi Kay France, em 1979), entre França e Inglaterra, Dailza Damas, de 50 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira, em Balneário Bombinhas, em Santa Catarina, vítima de uma parada cardíaca. Ela chegou a ser hospitalizada, mas não conseguiu resistir.

Dailza começou a carreira somente aos 28 anos, para incentivar o filho, que sofria de bronquite, a nadar. Em 1993, ela fez seu maior feito, a travessia do Canal da Mancha, após 19 horas nadando. Ela também fez as travessias do Estreito de Gibraltar, entre a África e a Europa, e o Lago Titicaca, na Bolívia.

Recentemente, Dailza passou por uma cirurgia para retirar um tumor no cérebro, e estava em fase de recuperação. Velório e enterro da atleta serão em sua cidade natal, Apucarana, no norte do Paraná.

Murió Yma Súmac, voz y mito inca

Posted in LUTO on 5 de Novembro de 2008 by os.maias

Redacción BBC Mundo

Yma Súmac en 1954 en Nueva York

La soprano peruana ganó fama mundial por su increíble registro vocal.

Yma Súmac, la soprano peruana que ganó fama mundial por su increíble registro vocal y sus versiones modernas de la música folclórica sudamericana, murió en Los Ángeles, California, a los 86 años víctima de cáncer de colon.

El sitio de internet dedicado a la artista informó este lunes que su fallecimiento se produjo el 1 de noviembre y que “fue una muerte en paz, rodeada por sus seres más queridos”.

El alto registro de su voz, de cinco octavas en tiempos en que las cantantes de ópera alcanzaban dos octavas y media, cautivó a millones de admiradores a mediados de la década del ’50.

“Con su altísimo registro y sus costumbres opulentas, Yma Súmac trajo su exótica presencia a las audiencias americanas de los años ’50”, dice el corresponsal de la BBC en Lima, Dan Collyns.

Nace una leyenda

Su verdadero nombre era Zoila Augusta Emperatriz Chavarri del Castillo y nació en Cajamarca, en el norte de Perú.

Yma Súmac en Lima en 2006

Yma Súmac quería ser recordada por hacer buena música y por traer felicidad a los corazones.

Yma Súmac es su versión de la frase quechua ima sumaq que significa ¡qué linda!

Aseguraba que su madre era descendiente de Atahualpa, el último emperador inca.

Cuenta la leyenda que la niña Zoila fue una autodidacta que, con gran disciplina, desarrolló una técnica admirable.

Ya de joven, la cantante llamó la atención del musicólogo y compositor limeño Moisés Vivanco, con quien se casó en 1942.

Poco después se integró en un conjunto de 46 cantantes y bailarines indígenas en una gira por América del Sur, durante la cual grabó temas con el nombre de Imma Sumack.

La fantasía de Hollywood

La soprano alcanzó gran popularidad después de la Segunda Guerra Mundial, cuando se puso de moda en Estados Unidos lo que se consideraba exótico.

Yma Súmac en una aparición en los años '50

Yma Súmac fue la fantasía musical en color en el Hollywood de posguerra.

Sus primeras grabaciones datan de 1944, y su discografía incluye temas como A ti solita te quiero, El picaflor, La Benita, Amor, Amor indio, Waraka tusuy y Carnaval indio.

Cantó en los ritmos más diversos, incluido el rock, y fue fuente de inspiración para artistas de rock y de punk.

En la cima de su carrera musical, Yma Súmac interpretó personajes exóticos en las películas de Hollywood “Secreto de los Incas” en 1954, con Charlton Heston, y “Omar Khayyám” en 1957, y participó en musicales de Broadway.

“Su pelo negro y sus rasgos impactantes le dieron la apariencia de una princesa inca y ella fue la fantasía musical en technicolor en el Hollywood de posguerra”, señala el corresponsal.

Construyó su vida en base a mitos y orígenes ancestrales, pero su voz era realmente extraordinaria, agrega Collyns.

Realizó giras por Europa y Japón vestida con atuendos incas, dejando pasmado al público.

Renacimiento

Por los años ’60 su estrella empezó a apagarse, pero su música fue revivida con la película de culto de los hermanos Joel y Ethan Cohen, “The Big Lebowski”, lo que produjo que su música volviera a escucharse en las radios y que se ganara nuevos “fans”.

Yma Súmac en 1989 en Boston

La voz de la cantante alcanzaba cinco octavas.

En 2005 lanzó una enorme antología de su trabajo, “Queen of Exotica”, que alimentó el fervor de sus más ardientes admiradores.

Según su asistente personal, pasó sus últimos años recluida y en soledad.

Los medios peruanos le han rendido tributo como la artista que fue famosa en el mundo entero.

Además, es la única peruana cuyo nombre aparece en el Paseo de la Fama de Hollywood.

Antes de su muerte, Yma Súmac dijo que quería ser recordada por hacer buena música y por traer felicidad a los corazones de la gente

Brasileiro morre ao completar a Maratona de NY

Posted in LUTO on 3 de Novembro de 2008 by os.maias

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O atleta brasileiro Carlos José Gomes, 58 anos, morreu no último domingo após cruzar a linha de chegada na Maratona de Nova York, segundo informou a polícia local.

O corredor, residente em São Paulo, pediu a ajuda dos serviços médicos quando se sentiu indisposto, após chegar ao final no posto 16.703 e com uma marca ligeiramente superior às quatro horas.

Gomes foi levado de ambulância ao Hospital Lennox Hill, em Manhattan, onde morreu horas depois, por causas que não foram confirmadas.

Há justamente um ano, o atleta norte-americano Ryan Shay morreu nas ruas de Nova York, na véspera da grande maratona, enquanto participava dos testes de seleção para fazer parte da equipe de seu país para os Jogos Olímpicos de Pequim.

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos foi o vencedor da Maratona de Nova York, pela segunda vez na carreira, repetindo o feito de 2006.

Fallece José María Cuevas, ex presidente de la CEOE

Posted in LUTO on 27 de Outubro de 2008 by os.maias



José María Cuevas fue durante 23 años presidente de la patronal CEOE

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Instalada la capilla ardiente y mañana, entierro en Riaza

La capilla ardiente de José María Cuevas se ha instalado en el Tanatorio de Nuestra Señora de la Paz, en el municipio madrileño de Tres Cantos.
Cuevas será enterrado mañana en Riaza (Segovia), donde tenía una casa que visitaba con frecuencia en vacaciones y fines de semana. El sepelio tendrá lugar a las 13:00 horas, y previamente se celebrará una misa en la iglesia de la localidad.

Actualizado Lunes, 27-10-08 a las 10:09
El ex presidente de la Confederación Española de Organizaciones Empresariales (CEOE), José María Cuevas, falleció esta madrugada en su casa de Madrid a los 73 años de edad, a causa de un edema pulmonar agudo, según ha comunicado la familia.
Cuevas, nacido en junio de 1935, casado y con cuatro hijos, fue el rostro de la patronal española durante 23 años, los mismos en los que estuvo al frente de la presidencia de la CEOE.
Licenciado en Derecho por la Universidad Complutense de Madrid y diplomado en Alta Dirección de Empresa por el Instituto de Estudios Superiores de la Empresa (IESE) de la Universidad de Navarra, la vida de Cuevas estuvo ligada a la CEOE desde sus inicios.
Cuevas, que en 1965 fue nombrado director del gabinete técnico del Sindicato del Papel y Artes Gráficas y en 1969 director general de Sarrió, presidió la Asociación Nacional de Fabricantes de Pasta Papeleras, Papel y Cartón en 1976, lo que le permitió formar parte de la Comisión Gestora de la CEOE, el 29 de junio de 1977.
A partir de las primeras elecciones de la patronal, el 15 de septiembre de 1977, José María Cuevas pasó a formar parte de la Junta Directiva. El 1 de marzo de 1978 fue nombrado presidente de la Comisión de Relaciones Laborales, y el 1 de enero de 1979, secretario general de CEOE.
Impulsor y firmante de numerosos acuerdos con los sindicatos (los actuales secretarios generales de CC. OO. y UGT, José María Fidalgo y Cándido Méndez, siempre le han mostrado gran estima), Cuevas se hizo el 23 de mayo de 1984 con la presidencia de la CEOE, tomando el relevo a Carlos Ferrer Salat.
Desempeñó el cargo al mismo tiempo que el de vicepresidente de Sarrió y consejero de Viscofán (1987), presidente de Celulosa y Papel de Ferrol (1988), miembro del Comité de alto nivel del Banco Interamericano de Desarrollo (1993) y vicepresidente de la patronal europea UNICE (1996).
Tras su elección como presidente de la CEOE en 1984, fue reelegido en el cargo en otras seis ocasiones (1987, 1990, 1994, 1998, 2002 y 2006). Sin embargo, a mediados de octubre de 2006, tan sólo unos meses después de haber sido designado para un séptimo mandato en la presidencia de la patronal, Cuevas ingresó en un hospital madrileño tras sentirse indispuesto.
Cuevas decidió dejar entonces el cargo por motivos de salud y preparó su salida de la CEOE, impulsando una reforma de los Estatutos de la organización, que no se tocaban desde su fundación, en 1977. La reforma daba a Cuevas un mayor control sobre su sucesión si no agotaba sus cuatro años de mandato, como finalmente ocurrió.
La nueva normativa contemplaba que, en el supuesto de que la presidencia quedara vacante, serían los vicepresidentes los que, de entre ellos mismos, tendrían que proponer un nuevo presidente. Este, tras ser ratificado por los órganos de dirección, permanecería en el cargo el tiempo que restara de mandato, en este caso hasta 2010. El elegido fue Gerardo Díaz Ferrán, a quien Cuevas traspasó la presidencia de la CEOE el 6 de junio de 2007.
En la misma Junta Directiva en la que dijo adiós a la jefatura de la patronal española, Cuevas fue nombrado presidente de honor de la CEOE, cargo que compatibilizó con la presidencia de la Fundación CEOE.
Durante su discurso de despedida ante una multitudinaria Asamblea General de la CEOE, Cuevas, emocionado, declaró lo siguiente: “Si tuviera que elegir solamente un consejo para dar, éste sería: negociad siempre, y cuando la negociación se vuelva imposible, seguid negociando”. Cuevas, hombre muy apreciado en el mundo empresarial, recibió varios galardones durante su trayectoria profesional, entre ellos la Gran Cruz del Mérito Militar con distintivo blanco, la Medalla de Oro al Mérito en el Trabajo y la Gran Cruz de la Orden de Isabel la Católica.
El nombre de Cuevas estuvo muy ligado al de Juan Jiménez Aguilar, que fue su ‘mano derecha’ dentro de la patronal desde su puesto como secretario general. Jiménez Aguilar ya no está en la patronal.
Dimitió de su cargo hace poco más de un mes tras saber que iba a ser destituido por no contar con la confianza del nuevo presidente, Gerardo Díaz Ferrán.

Morre aos 101 anos o ator Juan Daniel

Posted in LUTO on 27 de Outubro de 2008 by os.maias

Ele morreu em sua casa no domingo (26).
Artista era pai do ator e diretor Daniel Filho.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

O ator Juan Daniel, 101 anos, morreu no domingo (26) de insuficiência renal em sua casa, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio.

Pai do ator e diretor Daniel Filho, Juan trabalhou em várias novelas da Rede Globo. Entre elas estão “O Bem Amado”, “O Casarão” e “A Gata Comeu”.

Segundo familiares, o corpo de Juan Daniel deverá ser cremado nesta segunda-feira (27).

Fallece el tenista Federico Luzzi por una leucemia fulminante

Posted in LUTO on 26 de Outubro de 2008 by os.maias



El tenista se retiró de un torneo el pasado domingo debido a la fiebre creyendo que sería una simple gripe

EFE – Roma – 25/10/2008

El tenista Federico Luzzi ha fallecido hoy, a los 28 años, en un hospital de Arezzo, localidad del centro de Italia, debido a una leucemia fulminante, ha informado hoy la Federación Italiana de Tenis. Luzzi se retiró el pasado domingo de un torneo debido a la fiebre que sufría y que en un principio se pensó podía ser una simple gripe o una broncopulmonía.

El tenista italiano era profesional desde 1999 y, entre otros, ganó los premios de Brindisi y Bombay en 2001 y de Cherbourg en 2007. En el 2001 alcanzó los octavos de final de los Internacionales de Tenis de Roma, tras ganar a Arnaud Clement y Hicham Arazi, que eran el número 7 y el 19 de la ATP en aquel momento. También ese año alcanzó los cuartos de final en Barcelona en tierra batida y llegó a clasificarse para el cuadro principal de Roland Garros, donde fue eliminado en la primera ronda por el ruso Evgeny Kafelnikov.

En el mes de febrero del año 2002 llegó a situarse en el puesto 92 de la clasificación mundial, aunque después una lesión de espalda le condicionó su carrera. En Gran Slam logró un segundo turno en el abierto de Australia en el año 2006 y participó en cuatro partidos de Copa Davis, donde ganó dos y perdió otros tantos.

  • El pasado domingo se retiró de un torneo por sufrir fiebre.
  • Ha fallecido menos de una semana después de leucemia fulminante.
  • Llegó a pertenecer al Top 100 del tenis mundial y ganó varios torneos.

El tenista Federico Luzzi ha fallecido hoy, a los 28 años, en un hospital de Arezzo, localidad del centro de Italia, debido a una leucemia fulminante, ha informado la Federación Italiana de Tenis.

Luzzi se retiró el pasado domingo de un torneo debido a la fiebre que sufría y que en un principio se pensó podía ser una simple gripe o una broncopulmonía.

El tenista italiano era profesional desde 1999 y, entre otros, ganó los premios de Brindisi y Bombay en 2001 y de Cherbourg en 2007.

En el 2001 alcanzó los octavos de final de los Internacionales de Tenis de Roma, tras ganar a Arnaud Clement y Hicham Arazi, que eran el número 7 y el 19 de la ATP en aquel momento.

También ese año alcanzó los cuartos de final en Barcelona en tierra batida y llegó a clasificarse para el cuadro principal de Roland Garros, donde fue eliminado en la primera ronda por el ruso Evgeny Kafelnikov.

En el mes de febrero del año 2002 llegó a situarse en el puesto 92 de la clasificación mundial, aunque después una lesión de espalda le condicionó su carrera.

En Gran Slam logró un segundo turno en el abierto de Australia en el año 2006 y participó en cuatro partidos de Copa Davis, donde ganó dos y perdió otros tantos.

A LOS 28 AÑOS

Fallece el tenista Federico Luzzi debido a una leucemia fulminante

El tenista Federico Luzzi ha fallecido, a los 28 años, en un hospital de Arezzo, localidad del centro de Italia, debido a una leucemia fulminante

Federico Luzzi, en una imagen de archivo

Federico Luzzi, en una imagen de archivo

Redacción <!–

BARCELONA

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Luzzi se retiró el pasado domingo de un torneo debido a la fiebre que sufría y que en un principio se pensó podía ser una simple gripe o una broncopulmonía.

El tenista italiano era profesional desde 1999 y, entre otros, ganó los premios de Brindisi y Bombay en 2001 y de Cherbourg en 2007.

En el 2001 alcanzó los octavos de final de los Internacionales de Tenis de Roma, tras ganar a Arnaud Clement y Hicham Arazi, que eran el número 7 y el 19 de la ATP en aquel momento.

También ese año alcanzó los cuartos de final en Barcelona en tierra batida y llegó a clasificarse para el cuadro principal de Roland Garros, donde fue eliminado en la primera ronda por el ruso Evgeny Kafelnikov.

En el mes de febrero del año 2002 llegó a situarse en el puesto 92 de la clasificación mundial, aunque después una lesión de espalda le condicionó su carrera.

En Gran Slam logró un segundo turno en el abierto de Australia en el año 2006 y participó en cuatro partidos de Copa Davis, donde ganó dos y perdió otros tantos.