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Polícia prende suspeito da morte de menina de 9 anos

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 10 de Novembro de 2008 by os.maias

Ex-presidiário é suspeito na morte da menina Rachel, cujo corpo foi encontrado em uma mala

Julio Cesar Lima, da Agência Estado


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CURITIBA – O ex-presidiário Jorge Luiz Pedroso Cunha, de 52 anos, apontado pela polícia paranaense como o principal suspeito pela morte de Rachel Maria Lobo Genofre, de 9 anos, foi detido neste domingo, 9, em Itajaí, no litoral catarinense, em um trabalho conjunto de policiais dos dois Estados.

Nesta segunda, 10, Jorge Luiz, que até o início desta noite não havia sido transferido, fará um exame de DNA, que será confrontado com o material que a polícia dispõe, recolhido do corpo da vítima, para saber se ele foi o responsável pelo abuso sexual seguido da morte da menina.

A Secretaria de Segurança do Paraná informou que somente na segunda-feira dará mais detalhes sobre as investigações que levaram à prisão de Jorge Luiz, apesar de continuar trabalhando em outras linhas de investigação, pois há testemunhas que poderiam confirmar que Jorge estava em Itajaí na semana do crime.

Ex-presidiário é procurado por assassinato de Rachel Genofre

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 9 de Novembro de 2008 by os.maias

Divulgação/Sesp / Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, é o principal suspeito da morte de Rachel. Você viu este homem? Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, é o principal suspeito da morte de Rachel. Você viu este homem? Crime em Curitiba

O suspeito, segundo a polícia, é Jorge Luiz Pedroso Cunha, tem 52 anos, e já cumpriu pena por homicídio e estupro

08/11/2008 | 11:05 | Gazeta do Povo Online atualizado em 08/11/2008 às 12:54


A Delegacia de Homicídios divulgou neste sábado (8) o nome do homem que teria violentado e assassinado a menina Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, 9 anos. O principal suspeito é o ex-presidiário Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, que já cumpriu pena por homicídio e estupro. O acusado já teria cometido outros crimes contra crianças. A Secretaria da Segurança Pública divulgou também a fotografia do acusado. O paradeiro dele ainda é desconhecido.

Desenhista, Jorge Cunha passou 18 anos atrás das grades, depois de ter sido condenado. Em 2005, o Conselho Penitenciário do Paraná aprovou, por unanimidade, um pedido de comutação de pena e ele saiu da prisão no ano seguinte.

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Divulgação/Sesp

Divulgação/Sesp / Jorge Cunha com cabelos e bigodes em cores naturais Ampliar imagem

Jorge Cunha com cabelos e bigodes em cores naturais

De acordo com a Delegacia de Homicídios, o nome do suspeito surgiu na investigação depois que um comerciante o identificou em um álbum de fotos da polícia. O atendente disse ter vendido para Cunha uma mala igual àquela em que o corpo de Rachel foi encontrado.

A polícia afirma ter outros indícios da autoria do acusado. O ex-presidiário teria se aproximado da menina depois do fim das aulas no Instituto de Educação do Paraná Erasmo Pilotto, onde ela estudava.

Em entrevista coletiva, o delegado Jaime Luz, chefe da Delegacia de Homicídios, disse que as investigações apontam que a abordagem não ocorreu pela internet, mas por locais que a menina freqüentava. A primeira aproximação, ainda de acordo com o delegado, teria ocorrido cerca de uma semana antes do crime.

“Ele teve toda a paciência, a cautela pra se aproximar dessa criança. Se aproximou sem levantar qualquer suspeita”, disse. O delegado disse ainda que não há ainda a confirmação de que o assassino tenha levado a menina a um hotel.

“Ele usufruiu da experiência dele em outros casos, se utilizando desses artifícios, a calma, aparência, a boa conversa, para se aproximar da criança”, afirmou.

Ficha criminal

Jorge Cunha tem uma ficha criminal extensa. Além da condenação por homicídio e estupro, ele é acusado de falsidade ideológica, atentado violento ao pudor e falsificação de documentos. Em 2006, Jorge Cunha foi libertado e voltou a ser acusado de um crime no ano passado. A Justiça emitiu um mandado de prisão contra ele por causa de crime de atentado violento ao pudor cometido no Litoral do Paraná. A vítima teria sido um menino, que sobreviveu.

A polícia acredita que o acusado tenha deixado a mala com o corpo de Rachel na Rodoferroviária justamente porque já se preparava para pegar um ônibus e deixar a cidade.

Outro suspeito liberado

Na sexta-feira (7), outro suspeito foi interrogado. A polícia teria, inclusive, recolhido material para exame de DNA, para comparação com o material achado junto com o corpo da menina. No entanto, a possibilidade de que o homem interrogado seja o criminoso está praticamente descartada, segundo os próprios policiais.

Crime

Rachel estava desaparecida desde as 17h30 de segunda-feira (3), quando saiu do Instituto de Educação, onde estudava. A menina era filha de uma professora e ia e voltava todos os dias sozinha da Vila Guaíra, onde morava, até a escola, de ônibus. O desaparecimento já estava sendo investigado desde a segunda-feira (3) pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride).

A mala foi encontrada embaixo de uma das escadas do setor de transporte estadual, por uma família indígena, que estava morando no local havia duas semanas. O corpo estava inteiro, ainda com o uniforme do colégio e apresentava sinais de estrangulamento. Os médicos do IML confirmaram que a menina sofreu violência sexual.

O crime chocou família, amigos, e pais colegas da menina. Rachel cursava a 4ª série no e em outubro de 2007, quando estava na 3.ª série, ela ganhou o terceiro lugar no 13.º Concurso Infanto-Juvenil de Redação, promovido pela Seção Infantil da Biblioteca Pública do Paraná. Este ano recebeu o primeiro prêmio no mesmo concurso.

O corpo de Rachel foi enterrado por volta das 10h30 desta quinta-feira(6) no Cemitério do Santa Cândida. O sepultamento aconteceu debaixo de muita chuva, acompanhado por mais de 100 pessoas, entre amigos, colegas de escola e familiares. Crianças carregavam faixas em homenagem à menina.

Investigação

Segundo o telejornal Paraná TV, a polícia visitou hotéis em busca de lençóis parecidos com o que foi encontrado dentro da mala com o corpo da menina. Também já foram analisadas cerca de 120 horas de imagens gravadas pelas câmeras externas da rodoviária e da área central, próxima ao colégio onde Rachel estudava. O trabalho, porém, não trouxe nenhuma pista para o caso.O computador que a menina usava para acessar a internet foi periciado, mas os policiais também não teriam encontrado nenhuma informação que ajudasse na investigação.

Na sexta-feira (7), uma mulher procurou a delegacia de homicídios para dizer que fez imagens com um celular dentro da rodoviária na madrugada que o corpo da menina foi encontrado, informou o telejornal. Na quinta-feira (6), policiais civis disseram à reportagem do telejornal que havia dois suspeitos do assassinato, que seriam pessoas que conheciam o trajeto feito pela menina.

Serviço

Para agilizar as buscas ao ex-presidiário, a polícia paranaense mobilizou, além de policiais da Região Metropolitana de Curitiba, policiais de outros estados, como Santa Catarina e São Paulo.

Quem souber do paradeiro de Jorge Luiz Pedroso Cunha ou tiver informações que possam ajudar nas investigações sobre o assassinato de Rachel pode entrar em contato com a Delegacia de Homicídios pelos telefones 3363-0121 e 3363-1518. A identidade do informante será mantida em sigilo.

Dor sem hora para acabar

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 9 de Novembro de 2008 by os.maias



Libertada de um apartamento onde era submetida
a abusos e tortura, Lucélia virou ícone da luta contra
a violência infantil mas continua sem uma família


Ana Beatriz Magno

Ana Araujo

INFÂNCIA COMPROMETIDA
Lucélia Rodrigues aguarda adoção em um abrigo para menores abandonados de Goiânia: medo de reencontrar a madrasta

Lucélia Rodrigues da Silva, 13 anos, mostra quatro buracos talhados com alicate nas laterais da língua, aperta as mãos suadas pelo nervosismo e fala sobre a marca do ferro de passar eternizada nas nádegas. A platéia de operários silencia. Um homem de macacão azul pergunta à menina sobre o futuro. A tutora da garota pega o microfone, conta que uma pop star gospel ficou comovida com o martírio da criança e revela que a empresária da artista vai adotá-la. Lucélia ri. Foi seu único sorriso na manhã da terça-feira 21 de outubro diante de um auditório apinhado de curiosos, na sede da fábrica de rosquinhas Mabel, em Aparecida de Goiânia. A firma é uma das maiores produtoras de biscoito do país. Tem 2 500 funcionários, fabrica toneladas de biscoito por dia e pertence ao deputado federal Sandro Mabel (PR-GO), o mesmo que há três anos freqüentou o noticiário durante o escândalo do mensalão. A menina desconhece o passado do político. O político conhece o passado da menina. Enquanto Mabel se desdobrava para driblar as acusações de mensaleiro, Lucélia era brutalizada pelas mãos de uma empresária a quem sua mãe biológica a entregara em troca de algumas cestas básicas. Durante horas, ela respondeu às perguntas da platéia, revivendo os piores momentos de seu martírio. O que Lucélia fazia numa fábrica de biscoitos?

“Trouxe a garota para ela dar uma arejada”, explica a pedagoga Maria Cecília Machado, diretora do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), mistura de pronto-socorro e esconderijo de vítimas de violência. Em março passado, a polícia libertou Lucélia de uma masmorra doméstica. Sílvia Calabresi Lima, a empresária que prometera encher a criança de amor, carinho e mimos, encheu o corpo de Lucélia de hematomas. Durante quinze meses, a empresária arrancou as unhas da menina no batente das portas, socou seus dentes, obrigou-a a comer baratas, ração e fezes de cachorro. “Ela dizia que era o meu remedinho e que era para eu tomar porque o diabo morava em mim”, lembra a garota, encontrada pela polícia amordaçada e amarrada no teto de um cubículo. Sílvia está presa. Lucélia saiu do cativeiro para as páginas dos jornais, sensibilizou o país e virou uma espécie de celebridade – um ícone da luta contra a violência infantil. Tanto que, na convenção do PT que antecedeu as eleições municipais, em Goiânia, Lucélia estava lá, ao lado dos candidatos, vestida com uma camisa do partido, festejada como “companheira” Lucélia. Mas o que Lucélia fazia num comício?

Fotos Ana Araujo e Sergio de Pinho/DM

ABUSO EM SÉRIE
A menina narra seu sofrimento a uma platéia de operários e participa de um comício do PT

O juiz da Infância de Goiânia, Maurício Porfírio Rosa, mandou abrir uma sindicância para saber como e por que a menina, sob a guarda e a responsabilidade do estado, deixou o abrigo e faltou à escola para participar de uma reunião política. Maria das Dores Dolly, que trabalha há cinco anos no Cevam, autora de vários projetos sociais reconhecidos e premiados, explica: “De fato, levei Lucélia ao encontro. Foi uma mancada. A gente passou rapidamente pela convenção. Entregaram uma camiseta a ela, e ela vestiu. Dei bobeira”. O Cevam – uma organização não-governamental sem fins lucrativos que acolhe setenta crianças, mulheres e adolescentes vítimas de violência – é uma referência no estado. “O mais importante agora é que temos de encontrar uma família para Lucélia. Ela não pode mais ficar aqui. Sete meses é muito tempo. Abrigo não é casa”, completa. Lucélia, ainda assim, acredita que sua história está perto de produzir um capítulo feliz. Em agosto, a pastora e cantora evangélica Ana Paula Valadão, 32 anos, estrela de shows gospel, estava em Goiânia, soube do caso da menina e pediu para conhecê-la. Com autorização da Justiça, Lucélia foi levada a Belo Horizonte, cidade-sede da Igreja Batista da Lagoinha, fundada pelo pai de Ana Paula. A garota voltou de lá convencida de que, finalmente, encontrara um lar.

“Ao abraçar aquela menina eu não queria mais soltar. Foram momentos tão preciosos para mim, tocando alguém que já sofreu tanto, ministrando o amor de Jesus ao seu coraçãozinho. Ali, pudemos orar por ela, pois há muito a curar em sua alma. Cremos realmente que o Senhor a libertou”, escreveu depois Ana Paula em seu blog. “Vou ter uma família”, planeja Lucélia, enquanto cantarola o Rap da Família, uma das composições musicais da pastora Ana Paula – “Que bom é ter uma família/ família abençoada por Deus/ Papai, mamãe e filhos todos sempre unidos buscando a Deus”. Em sua passagem pela capital mineira, a menina ficou hospedada na casa de Ezenete Rodrigues, também pastora e principal assessora da cantora gospel. “Ela disse para mim que ia me adotar. Eu me converti em Jesus. Preciso corrigir meu gênio”, diz a garota. A promessa de adoção, ao que parece, não é tão certa assim – e nem poderia, já que existe um longo caminho judicial antes de o processo começar. “Se eu pudesse, adotaria todas as crianças sofridas do mundo”, desconversa Ezenete. O que então Lucélia foi fazer em uma igreja de Belo Horizonte?

Lailson Santos

ESTRELA GOSPEL
A pastora Ana Valadão passou uma temporada com Lucélia: por enquanto, apenas para gravar um clipe

“Aqui, ela foi tocada por Jesus e conheceu nosso trabalho religioso”, explicou Ezenete. A pastora Ana Paula colocou em seu site uma foto sua abraçando Lucélia e gravou um clipe gospel com a participação da menina, que será lançado em breve. “Aqui em Goiânia é muito difícil esquecer. Tenho medo de encontrar Sílvia. Fico pensando nisso o tempo todo. A dor não sai de dentro de mim. Por isso, eu queria muito ir para Belo Horizonte. Queria ser pastora. Queria ser outra pessoa”, diz a garota, já crente de que sua tragédia não é fruto apenas da perversão humana dos adultos. “A culpada fui eu. Eu, que não estava tocada por Jesus.” No abrigo, Lucélia recebe visitas, presentes, mensagens de solidariedade, mas, ao menos oficialmente, ninguém ainda se dispôs a adotar a menina. Na semana passada, o juiz Maurício Rosa autorizou Lucélia a comemorar seu aniversário de 13 anos em companhia das pastoras evangélicas mineiras. Foi uma promessa feita a ela depois da gravação do clipe. Outra notícia boa é que a Justiça condenou a madrasta torturadora a pagar uma indenização de 300.000 reais à garota. Coincidência ou não, os pais de Lucélia, aqueles que a trocaram por comida, já se candidataram a receber a filha de volta. “Essa menina viveu vários ciclos de abandono. Foi abandonada pela mãe. Tinha uma expectativa com a madrasta e de novo foi abandonada. Depois que ela foi libertada do cativeiro, a sociedade também a abandonou. E agora, caso essa perspectiva de adoção não se confirme, há um enorme risco de frustração, e mais uma vez ela pode reviver o abandono”, diz a psicóloga Ivânia Ghesti-Galvão, doutora pela Universidade de Brasília.

Suspeito de matar menina em Curitiba é preso

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 8 de Novembro de 2008 by os.maias

Exame de DNA deve revelar se ele teve algum contato com a criança.
Corpo de Rachel Genofre foi encontrado dentro de mala na quarta-feira.

Do G1, com informações do Jornal Nacional

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A polícia do Paraná prendeu, nesta sexta-feira (7), um suspeito do assassinato de uma menina de 9 anos. O corpo da estudante foi encontrado dentro de uma mala na rodoviária de Curitiba na madrugada de quarta-feira (5).

Uma caminhada pelas ruas de Curitiba reuniu colegas da escola, amigos e parentes de Rachel Genofre. Foi também um protesto contra a violência

O Instituto Médico Legal (IML) vai divulgar um laudo em trinta dias, mas as primeiras informações indicam que Rachel teria ficado pelo menos oito horas em poder do assassino.



Com base no relato de um comerciante, que diz ter vendido a mala usada no crime, a polícia fez um retrato falado do possível assassino.

A identidade do suspeito detido não foi divulgada, mas um exame de DNA deve revelar se ele teve algum contato com a menina. As investigações continuam em busca de outro suspeito, que já teria cometido um crime de pedofilia.

No desabafo solitário da estagiária que trabalha na escola onde Rachel estudava, o sentimento de uma cidade inteira: “Quando acontece longe, você: ‘ah, tudo bem aconteceu’, todo mundo sente, mas quando é do teu lado você sente mais. Quem é mãe sabe disso”, diz Luciana Rocha.

Polícia prende suspeitos de matar menina e abandonar corpo em caixa na zona norte de SP

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 8 de Novembro de 2008 by os.maias

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da Folha Online

Pai e filho foram presos suspeitos de matar uma menina de 12 anos e abandonar o corpo, dentro de uma caixa, em uma praça na Vila Maria, zona norte de São Paulo. O corpo da menina, que havia desaparecido dia 3, foi encontrado dois dias depois, mas, inicialmente, não foi reconhecido.

O caso foi esclarecido a partir de uma etiqueta na caixa e de um fio de náilon, encontrado no corpo da garota. A partir da etiqueta, que indicava uma loja, os policiais localizaram o cliente. Na casa do suspeito, os policiais afirmam ter encontrado cordão semelhante ao que estava com a vítima.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os suspeitos –de 50 e de 27 anos– confessaram o crime. O rapaz de 27, ainda de acordo com a polícia, disse que agrediu a menina após observar que ela tentava furtar um aparelho de DVD e, com a ajuda do pai, levou o corpo à praça.

No entanto, de acordo com a polícia, a versão do preso será contestada. “Segundo a família e testemunhas, ela era uma menina estudiosa, comportada”, disse o delegado Marcos Carneiro, da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

A polícia não informou se os presos já têm advogado de defesa constituído.

Polícia Civil divulga retrato falado de suspeito de matar menina em Curitiba (PR)

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 8 de Novembro de 2008 by os.maias

da Folha Online

A Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Curitiba (PR) divulgou na manhã desta sexta-feira o retrato falado do suspeito de ter matado Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre, 9. O corpo da garota foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (5) em uma mala na rodoviária da cidade.

De acordo com a SSP-PR (Secretaria de Segurança Pública do Paraná), um comerciante que vendeu a mala ao suspeito descreveu aos policiais a fisionomia do suposto autor do crime. Com base no depoimento do comerciante, a polícia elaborou o retrato.

Arquivo Pessoal/Divulgação
Rachel foi encontrada morta em uma rodoviária de Curitiba; Policia Civil divulga retrato falado do principal suspeito do crime

No relato feito à polícia, o suspeito é descrito como moreno claro, tem cabelos escuros e olhos claros, mede aproximadamente 1,68 m, pesa em torno de 70 kg e aparenta ter mais de 50 anos. O retrato falado será distribuído em todo o país, pois a polícia disse acreditar que o autor do crime pode não estar mais em Curitiba.

Na manhã de hoje, cerca de 500 pessoas –entre alunos da escola de Rachel, amigos, professores e familiares– participaram de uma passeata contra o assassinato da menina.

A manifestação ocorreu na avenida 15 de Novembro, no centro de Curitiba. Segundo os coordenadores do Instituto de Educação do Paraná, onde Rachel estudava, a passeata foi uma iniciativa dos próprios alunos, que se sensibilizaram com o caso.

Segundo a polícia, o corpo da menina tinha sinais de estrangulamento e de violência sexual. Ela havia desaparecido na tarde de segunda-feira (3) após freqüentar as aulas no Instituto, localizado no centro da cidade.

Suspeita

A família afirmou suspeitar que Rachel tenha sido vítima de um pedófilo que a abordou no trajeto até o ônibus que a levaria para casa.

O ponto onde a estudante costumava pegar o ônibus sozinha, quando os pais não podiam apanhá-la, fica na praça Rui Barbosa, a duas quadras do colégio. A menina foi encontrada seminua, vestida apenas com a camiseta da escola.

O corpo foi localizado após um vigilante da rodoviária ser chamado por passageiros que viram a mala, de cor preta, abandonada debaixo de uma escada. Ao revirar a mala, ele encontrou o corpo envolto em um lençol.

Computador de menina encontrada morta em mala será analisado

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 6 de Novembro de 2008 by os.maias

Corpo de criança de 9 anos foi localizado na rodoviária de Curitiba.
Lençol e imagens de câmera de segurança podem fornecer pistas à polícia.

Do G1, em São Paulo*

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Mala com o corpo da menina foi deixada em rodoviária (Foto: Reprodução/TV Paranaense)

A Delegacia de Homicídios (DH) de Curitiba vai analisar o computador instalado na casa da menina Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, de 9 anos, encontrada morta dentro de uma mala abandonada em uma das áreas do terminal rodoviário de Curitiba. Os investigadores vão procurar informações que levem à identificação do autor do crime.

A polícia requisitou as imagens de uma das câmeras de segurança do circuito externo da rodoviária na tentativa de buscar pistas do assassino. Segundo a polícia, não há câmeras de segurança na parte interna do terminal.

De acordo com o delegado-chefe da delegacia, Jaime da Luz, as imagens do circuito externo estão sendo analisadas detalhadamente pela equipe de investigação. “São muitas horas de fita a serem verificadas. Todos os detalhes são importantes”, afirmou.

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Dentro da mala em que estava o corpo da criança havia um lençol, que também será submetido a exames. A polícia acredita que é uma pista importante, pois aparenta ser de um hotel.

Segundo a polícia, vários hotéis foram visitados nesta quarta-feira pelos investigadores, mas não há pistas do criminoso.

Crime
O corpo de Rachel foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (5), dentro de uma mala abandonada na rodoviária de Curitiba, com sinais de violência sexual e estrangulamento. A criança estava desaparecida desde segunda-feira (3), quando saiu da escola por volta de 17h30 e sumiu.


De acordo com a polícia, a menina era filha de uma professora e costumava fazer, sozinha, o trajeto entre a escola e sua casa de ônibus.

O enterro do corpo da criança está marcado para quinta-feira (6).

(*Com informações da TV Paranaense e do jornal Gazeta do Povo)