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Morales desmente uso de medicação contra a gripe

Posted in COLOMBIA, GRIPE SUINA gripe A (H1N1) FLU, NOTICIAS on 1 de Setembro de 2009 by os.maias

01/09/09 – 13h06 – Atualizado em 01/09/09 – 13h05

Da EFE

La Paz, 1 set (EFE).- O presidente da Bolívia, Evo Morales, desmentiu hoje que tenha iniciado um tratamento preventivo contra a gripe A, depois de a Colômbia alertar que o chefe de Estado Álvaro Uribe está com a doença desde o encerramento da cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

“Fiz uma revisão e disseram que não tenho nada. Eu não tenho nada. Lamento muito que algum funcionário, talvez consultado pela mídia, divulgou que estou em tratamento, mas, de verdade, não sinto nada”, afirmou Morales em entrevista coletiva.

O presidente desmentiu, assim, o chefe nacional de Epidemiologia de seu país, Eddy Martínez, que assegurou ontem que, apesar de Morales não ter sintomas da gripe A, receberia de forma preventiva, e durante 10 dias, uma dose diária do remédio contra a gripe A.

O Governo da Colômbia informou no domingo que Uribe começou a sentir-se mal ao retornar na sexta-feira a Bogotá, depois de participar da cúpula da Unasul realizada em Bariloche, na Argentina.

Até o momento, a Bolívia tem 1,4 mil infectados pelo vírus AH1N1 e confirmou 21 mortes pela gripe A, das quais dez ocorrerram em La Paz, cinco em Santa Cruz de la Sierra, duas em Potosí, duas em Cochabamba e duas em Tarija. EFE

Gripe A H1N1

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Colômbia: Com gripe suína Uribe utiliza internet para resolver assuntos internos

Posted in COLOMBIA, GRIPE SUINA gripe A (H1N1) FLU, NOTICIAS on 31 de Agosto de 2009 by os.maias

domingo, 30 de agosto de 2009, 21:54 | Online

Plantão | Publicada em 31/08/2009 às 10h03m

O Globo

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BOGOTÁ – O presidente colombiano, Álvaro Uribe, cumprirá seus compromissos de governo via internet pelo menos até a próxima quarta-feira, já que ele se recupera da gripe A (H1N1), diagnosticada após a reunião da União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

Segundo a imprensa local, o mandatário deverá resolver parte dos assuntos internos se comunicando por meio da internet, de seu BlackBerry, e do telefone fixo de seu gabinete no Palácio de Nariño (sede da presidência), onde está de repouso.

Caso sinta-se disposto fisicamente, Uribe poderá participar ainda de eventos e reuniões por meio de videoconferências, a fim de evitar que outros funcionários do Executivo do país corram riscos de serem contaminados.

De acordo com a Presidência, Uribe foi examinado na sexta-feira passada, assim que apresentou sintomas da doença durante a viagem de volta à Colômbia, após o encontro da Unasul, realizado em Bariloche, na Argentina.

Em decorrência disto, o governo colombiano enviou uma mensagem aos outros 11 líderes que participaram do evento, para que estes “tomem as medidas correspondentes”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava entre os chefes de Governo presentes no encontro.

A reunião, realizada em caráter de urgência, tinha como objetivo discutir o acordo militar entre Estados Unidos e Colômbia, que permitirá o envio de até 1.400 efetivos americanos a bases colombianas. Contudo, terminou sem um consenso e o tema passará a ser analisado pelo Conselho Sul-Americano de Defesa.

Uribe é o segundo chefe de Governo a registrar o vírus da gripe A. Antes, a Costa Rica confirmou que o presidente Oscar Arias estava com a doença. O costa-riquenho já se recuperou.

O presidente equatoriano, Rafael Correa, chegou a ficar em observação por alguns dias e viajou a Cuba para realizar uma bateria de exames, a convite do governo da ilha. Três dos funcionários da presidência do Equador foram contagiados.

O jornal colombiano “El Tiempo” informou, citando dados do Instituto Nacional de Saúde (INS), que Uribe é a 621ª pessoa no país diagnosticada com o vírus da nova gripe. A publicação também ressalta que a equipe médica responsável pelo tratamento do presidente garante que seu quadro de saúde não é grave. Ontem, ele já apresentou melhoras. As informações são da Ansa

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Presidente da Colômbia contrai gripe suína

Governo de Álvaro Uribe enviou um alerta para os outros presidentes da região.


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De Caracas para a BBC Brasil – O governo da Colômbia informou, neste domingo, que o presidente do país, Álvaro Uribe, foi contaminado pelo vírus da gripe suína, mas que seu estado de saúde é “satisfatório”.

Por meios diplomáticos, o governo colombiano também enviou um alerta aos demais líderes da região, advertindo sobre o contágio.

Uribe esteve reunido com os demais presidentes da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), entre eles o presidente Lula, na última sexta-feira, em Bariloche, Argentina, onde começou a apresentar os primeiros sintomas da doença.

O presidente colombiano, de 57 anos, está isolado em sua residência, de onde manterá suas atividades de governo enquanto recebe tratamento médico. O contágio pelo vírus da gripe A (H1N1) foi confirmado no sábado, por meio de um exame.

Alerta

O ministro da Saúde da Colômbia, Diego Palacio, disse, em entrevista coletiva em Bogotá, que o estado de saúde do presidente é “satisfatório”.

“Não acreditamos que o presidente tenha algum fator de risco adicional”, disse Palacio.

O governo colombiano informou as demais delegações que participaram da Cúpula da Unasul sobre o contágio de Uribe e recomendou que elas adotem medidas necessárias de precaução.

Uribe é o segundo presidente latino-americano a ser contaminado pela gripe A (H1N1).

O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, foi o primeiro a ser contaminado pelo vírus, que de acordo com a Organização Mundial da Saúde, já infectou mais de 209 mil pessoas em todo o mundo.

Chávez

Ao final de uma entrevista coletiva em Caracas, neste domingo, o presidente venezuelano Hugo Chávez, com quem Uribe trava uma das piores disputas diplomáticas da região, lamentou a doença do líder colombiano.

“Lamento muito isso, espero que não tenha maior repercussão na saúde do presidente e esperamos que ninguém mais se contamine”, afirmou Chávez.

“Eu me sinto muito bem”, acrescentou Chávez, pouco antes de iniciar uma viagem internacional de dez dias durante a qual visitará Líbia, Síria, Irã e Rússia. BBC Brasil –

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Una prueba para el liderazgo de Brasil

Posted in COLOMBIA, Luiz Inácio Lula da Silva, NOTICIAS, POLITICA, VENEZUELA, VENEZUELA DITADURA on 28 de Agosto de 2009 by os.maias

SOLEDAD GALLEGO-DÍAZ (Enviada especial) – Bariloche – 28/08/2009

La cumbre de Unasur que se celebra este viernes en Bariloche pretende tanto desactivar el conflicto surgido entre Colombia y Venezuela a propósito de la decisión de Bogotá de permitir el acceso de tropas norteamericanas a siete bases militares propias como proteger la existencia de la propia Unasur, comprometida como foro en el que los doce países de América del Sur pueden dirimir sus diferencias políticas y de seguridad, sin presencia extranjera. La cumbre, que solo durará un día, ha sido precedida de un intenso trabajo diplomático para intentar impedir que acabe con la palmaria demostración de que las relaciones intra-suramericanas atraviesan un pésimo momento.

Brasil, impulsor de Unasur, intenta que la reunión termine con un desacuerdo no traumático, pero el presidente venezolano, Hugo Chávez, ha dejado entrever que la reconciliación es imposible y que no descarta anunciar en el mismo Bariloche la ruptura de relaciones con Colombia. Un fracaso estrepitoso de la cumbre implicaría también un fracaso de Brasil y perjudicaría sus intentos de consolidar su liderazgo en el continente, a través, precisamente, de organismos como la Unión de Naciones Suramericanas, que nació hace solo 4 años con la voluntad de propiciar procesos de integración y diálogo exclusivamente suramericanos.

Brasil no esta contenta con la decisión colombiana de autorizar el uso de sus bases, pero acepta que es un hecho y se conforma con que Colombia dé seguridades de que solo podrán ser usadas por Estados Unidos para conflictos dentro del propio territorio colombiano. El problema no es tanto de seguridad como político, porque el acuerdo entre Bogota y Washington implica un cuadro muy distinto al que proponía Unasur, interesada en evitar alianzas extrarregionales. Incluso, deja casi sin contenido al Consejo Suramericano de Defensa, uno de los primeros éxitos de Unasur, en el que, teóricamente, se pretende dar respuestas conjuntas a los desafíos de la seguridad en la región.

El presidente Lula ha maniobrado en todas las direcciones para impedir que la iniciativa colombiana, y la airada respuesta de Caracas, acaben con el CSD (que nunca despertó la menor simpatía entre los militares norteamericanos). En una conversación directa con Obama, Lula pidió garantías “jurídicamente válidas” de que las bases no serán usadas para otra cosa que la lucha contra el terrorismo y el narcotráfico, dentro del territorio colombiano, pero Obama dejó en manos de Colombia cualquier tipo de explicaciones.

La presión brasileña, apoyada por Argentina y por Ecuador, que ocupa la presidencia de turno de Unasur, llevó al presidente de Colombia, Álvaro Uribe, a anunciar su presencia en Bariloche (no asistió a una reunión anterior en Quito) y a realizar una rápida gira previa por varios países vecinos. Uribe propone que la cumbre analice los gastos militares de Venezuela y de otros países latinoamericanos que están comprando armamento en China y Rusia, pero es consciente de que la reunión ha sido convocada para desactivar en lo posible el conflicto de las bases y se ha comprometido a hacer esfuerzos para tranquilizar los ánimos. Bogota cuenta con el apoyo de Perú, cuyo presidente, Alan García, que no suele acudir a este tipo de reuniones, ha confirmado su presencia en la reunión.

García apoya la iniciativa de ampliar la agenda y amenaza con exigir a Chile y Bolivia que informen sobre posibles acuerdos respecto a la histórica reclamación de La Paz de encontrar una salida al mar (que perdió en el siglo XIX). La presidenta chilena, Michele Bachelet, ha dejado ya claro su malestar y su negativa a dar explicaciones en Bariloche.

Argentina, anfitriona de este encuentro extraordinario, también ha manifestado su incomodidad con el tema de las bases colombianas. La ministra de Defensa, Nilda Garré, que acompañará a la presidenta Cristina Fernández de Kirchner, mantiene que los países de la región tienen derecho a saber en qué consiste la cooperación bilateral militar entre Colombia y Estados Unidos y a estar seguros de que no habrá intromisión en sus propios territorios. En cualquier caso, Cristina Fernández no se alineará con Chávez sino que buscará, como Brasil, un comunicado conjunto acordado.

La pelota esta en el tejado de Hugo Chávez, que por el momento se limita a atizar la tensión, amenazando con revelar documentos norteamericanos sobre sus intereses militares en América Latina y África.

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Colombia lanza publicidad contra Hugo Chávez

Posted in COLOMBIA, NOTICIAS, VENEZUELA, VENEZUELA DITADURA on 28 de Agosto de 2009 by os.maias

Videos Colombia acusa a Chávez por “intervencionismo”

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Colombia retira a su cónsul de Venezuela tras las amenazas de Chávez

Posted in COLOMBIA, VENEZUELA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias



Publicado Lunes, 01-12-08 a las 00:09
El gobierno colombiano retiró a su cónsul general en Maracaibo (Estado Zulia, oeste de Venezuela), Carlos Galvis, a pedido del presidente Hugo Chávez, que amenazó en caso contrario con expulsarlo debido a comentarios realizados por el diplomático sobre las elecciones regionales.
“La decisión del gobierno es retirar a este funcionario y así lo hemos notificado ya al gobierno del presidente Hugo Chávez a través de una nota en la que también destacamos nuestra extrañeza y malestar por la grabación a una conversación telefónica a un diplomático”, señaló una fuente de la Casa de Nariño (sede presidencial) en Bogotá.
El origen de este nuevo diferendo diplomático entre los dos países fue una conversación telefónica privada entre Galvis y José Obdulio Gaviria, asesor del presidente colombiano Álvaro Uribe, que fue divulgada el sábado por el canal oficial Venezolana de Televisión (VTV).
En esta grabación, Galvis dijo que el resultado de las elecciones regionales del 23 de noviembre en Venezuela era “estratégicamente favorable a la oposición” y que la elección de sus “muy buenos amigos” Pablo Pérez (nuevo gobernador de Zulia) y Manuel Rosales (alcalde de Maracaibo), “para el trabajo nuestro de allá, debe ser maravilloso”.
“La única forma de que yo no expulse al cónsul general es que el gobierno de Colombia se lo lleve rápido, porque si no lo voy a expulsar”, dijo Chávez este domingo, horas antes de que se hiciera público el retiro del diplomático colombiano por el gobierno de su país.
“O se lo llevan ya o lo echo del país. Espero que el gobierno de Colombia tome las decisiones que tenga que tomar”, agregó el mandatario.
Casi al mismo tiempo, el ministro venezolano de Relaciones Exteriores, Nicolás Maduro, confirmó que su homólogo colombiano, Jaime Bermúdez, le anunció el retiro de Galvis.
“Él me ha notificado que van a retirar al cónsul en Maracaibo (segunda ciudad de Venezuela), lo cual he agradecido. (. . . ) La respuesta del gobierno colombiano también se ha recibido con celeridad, lo cual es bastante positivo”, dijo el canciller.
Según fuentes de la presidencia en Bogotá, que requirieron el anonimato, la decisión es “un claro ejemplo del excelente nivel de diálogo que existe actualmente entre ambos gobiernos para enfrentar de manera constructiva los problemas que puedan surgir en sus relaciones diplomáticas y un buen ejemplo a seguir”.
Por su parte, Galvis consideró la grabación de una discusión privada como “una violacion”. “Es la clonación de todas nuestras conversaciones. Eso es un delito internacional, es muy delicado”, agregó.
Además, el cónsul explicó que sólo se “sintió complacido” por la elección de Pérez y Rosales porque son “personas conocidas”, lo que, a su juicio, facilita su trabajo consular. “Ese fue el motivo de mi complacencia: tener conocidos”, agregó.
Sin embargo, para Chávez la conversación muestra que Galvis fue “muy bondadoso” con los dirigentes opositores y según el mandatario dijo “cosas preocupantes”.
Las relaciones entre Colombia y Venezuela sufrieron un claro deterioro después de que en noviembre de 2007 Uribe decidió prescindir de Chávez como mediador para un posible canje de rehenes de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) por rebeldes presos.
En ese momento, Venezuela retiró a su embajador en Bogotá, Pável Rondón, quien aún no fue reemplazado. Uribe y Chávez se reunieron el pasado julio para empezar a recomponer las resentidas relaciones bilaterales.

El ex ‘Rey Midas colombiano’ no es el único que está en problemas por DMG

Posted in COLOMBIA on 28 de Novembro de 2008 by os.maias

  • El cierre de la empresa DMG ha desatado la ira de los ahorradores colombianos
  • Miles de personas han perdido todo su dinero y piden la cabeza del presidente Uribe
  • El escándalo amenaza la reelección del mandatario en 2010

Por EUGENIA REDONDO (SOITU.ES)
Actualizado 28-11-2008 23:19 CET

Antidisturbios armados con todo el equipo se enfrentan a miles de manifestantes enfurecidos convirtiendo las calles en una auténtica batalla campal. Se ven coches ardiendo en la vía, varios edificios han sido saqueados y algunos órganos públicos atacados. El escenario es la ciudad colombiana de Mocoa, muy cerca de Ecuador, que ha cerrado sus fronteras en esa región a causa de los disturbios. Pero no, esta vez no tiene nada que ver con la guerra ni con la luchas indígenas por la tierra. La palabra clave es “ahorradores”. Se repite en toda la prensa colombiana. Son “ahorradores defraudados” en pleno ataque de cólera por el cierre de las ‘pirámides financieras’, un nuevo escándalo que ha puesto en jaque al Gobierno del país. Todo empezó con la detención del Daniel Murcia Guzmán, el ‘Rey Midas Colombiano’, dueño de la empresa DMG, intervenida por supuestas conexiones con el narcotráfico y el lavado de dinero. Han pasado menos de dos semanas, pero en Colombia ya se siente. Éste no será un escándalo más, y menos para el presidente Álvaro Uribe.

(EFE)

Arde Mocoa.

Ni violar el territorio ecuatoriano y saltarse a la torera todas las normas internacionales para bombardear un campamento de las FARC, ni utilizar los símbolos de la Cruz Roja internacional en el rescate de Ingrid Betancourt —violando otro puñado de leyes—; ni siquiera el escándalo de la parapolítica que tiene a medio Congreso colombiano —muchos de ellos cercanos al presidente— en el ojo del huracán. Tampoco la ‘Yidispolítica’ —el supuesto soborno a una congresista para aprobar la reelección del presidente—, ni el sonado caso de los ‘falsos positivos’. Ninguno de estos casos ha conseguido despeinar al Ejecutivo colombiano con Uribe —el presidente con las cotas más altas de popularidad que ha habido en Colombia— a las riendas. Nada le ha hecho tanto daño como la imagen de Murcia Guzmán, héroe del proletariado de un país con unas desigualdades tremendas, descendiendo del avión que le deportó desde Panamá, esposado y escoltado como un terrorista.

¿Uno de los peores días de la presidencia de Álvaro Uribe?, pregunta la revista colombiana Cambio, en un editorial. Foreing Policy va más allá preguntándose ¿Sobrevivirá Uribe a las ‘pirámides’? La prensa local cree que esta vez Uribe no se librará del vendaval porque, al contrario que otras veces, al mandatario le ha tocado dar la cara, su propia cara. Y la bofetada ha sido gorda.

La ira se extiende y cada vez más colombianos, afectados o no por el cierre de las ‘pirámides’, señalan al Gobierno como el culpable de la crisis por no haber actuado a tiempo o, lo que es peor, por estar involucrados en el fraude. Comenzó como un pequeño bulo y se ha extendido como un reguero de pólvora . “Uribe le quitó la plata a la gente”; “se trata de un corralito financiero”; “nos empujaron a meter el dinero allí y luego se lo quedó el Gobierno”. Estas frases son sólo una pequeña muestra de las quejas populares que retumban en todos los rincones del país suramericano.

En los últimos días se han precipitado los acontecimientos. La publicación de la fotografía de uno de los hijos del mandatario con un directivo de DMG no ha ayudado a calmar los ánimos, si bien es cierto que no es el único escándalo que ha sacudido a los allegados del presidente Uribe. Se han destapado las conexiones entre varios congresistas con altos cargos de la ‘pirámide’ y además ha salido a relucir un proyecto de ley propuesto por una diputada uribista que pretendía beneficiar al modelo de negocio de DMG.

La última perla es la investigación que acaba de abrirse para verificar de donde salieron los fondos con los que recogieron más de cinco millones de firmas para apoyar el referendo por la reelección de Uribe. Las versiones de algunos medios apuntan a que uno de los donantes fue Provitec, una empresa subsidiaria de DMG.

La reelección, tocada de muerte

Sin encuestas a mano para averiguar en qué punto se encuentra el apoyo popular al presidente Uribe, las primeras consecuencias del ‘efecto DMG’ no se han hecho esperar. El dirigente, que ansiaba realizar una “pequeña” reforma constitucional que le permitiera lanzarse a un tercer mandato en 2010 (hace unos años cambió la ley para poder presentarse en 2006), se ha quedado con las ganas.

Ocurrió el martes, el día que el Congreso tenía que votar la propuesta para llevar a cabo la reforma de la Carta Magna. Contra todo pronóstico, dos representantes del Partido Conservador, Orlando Guerra y Miriam Paredes, le retiraron su apoyo. Uribe no contó con el peso del electorado regional en sistema presidencialista colombiano. Guerra, representante por el departamento de Putumayo, uno de los más afectados por la estafa, rechazó la iniciativa oficialista a petición de los ciudadanos a los que representa, según aseguró él mismo. Muchos analistas creen que, sin estos apoyos, los uribistas deben olvidarse del 2010 y guardarse su propuesta hasta 2014.

Más avalanchas y las lluvias dificultan el rescate de los atrapados tras la erupción del Nevado del Huila

Posted in COLOMBIA on 24 de Novembro de 2008 by os.maias

La Cruz Roja ha advertido de otro alud, de mayores proporciones.- Toneladas de lodo con troncos arrasan con viviendas en Belalcázar, en el suroeste colombiano

Las lluvias han causado hoy tres nuevas avalanchas en el municipio colombiano de Belalcázar, el más afectado por la erupción del volcán Nevado del Huila, sin que de momento se sepa si hay nuevas víctimas, según los cuerpos de rescate y fuentes indígenas. Los dos primeros deslizamientos de lodo se presentaron en la madrugada en el barrio Jardín Bajo, en Belalcázar (suroeste), al formarse un embalse en la quebrada El Salado que luego se precipitó en riada. Toneladas de lodo con troncos de madera destruyeron las casas de ese sector de la localidad, la más afectada por la erupción del volcán ocurrida la noche del jueves y que deja hasta el momento 10 muertos y al menos ocho desaparecidos, todos de las comunidades indígenas de la zona.

“Hubo una fuerte avalancha de la quebrada El Salado y hay una cantidad de palos encima de las casas, gente damnificada. Necesitamos la ayuda del Gobierno central y que nos saquen de acá, porque esto está muy grave”, ha dicho uno de los nativos del lugar.

La zozobra se apoderó de los lugareños cuando la Cruz Roja Colombiana advirtió de la llegada de otra avalancha en las próximas horas, mucho más grande que las dos anteriores, por las lluvias que se están represando en la parte alta del cañón de El Salado. Los organismos de socorro evalúan la situación e intentan establecer si las primeras avalanchas dejaron nuevas víctimas o damnificados en la zona afectada. Sin embargo, la Fuerza Aérea Colombia tuvo que suspender los vuelos por el mal tiempo.

“La situación que se esta viviendo es caótica, es difícil, estamos en una crisis total, hay una zozobra terrible. Esperamos que el Gobierno tome medidas urgentes porque hoy amanecimos en medio de un caos terrible, creo que se va tener que hacer una evacuación masiva de inmediato”, ha dicho Diego Arias, uno de los pobladores de Belalcázar. Los alimentos también escasean en esa localidad porque ha sido imposible la entrada por tierra o por aire de ayudas para los indígenas que habitan la zona. Las autoridades no han podido llegar a las zonas más altas del volcán, porque el mal tiempo ha impedido que los helicópteros con ayudas se desplacen y las carreteras están destruidas y taponadas por las fuertes avalanchas que se produjeron en el momento de la erupción.

A medida que los organismos de socorro avanzan a pie por la montaña las cifras de víctimas, heridos y desaparecidos aumentan. La erupción del Nevado del Huila la noche del jueves formó un cráter de aproximadamente 400 metros de diámetro en uno de los picos de esa cumbre nevada del suroeste colombiano que tiene más de 5.600 metros de altitud.

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Los volcanes

– 24-06-2004