Archive for the CIRANDA DE PEDRA Category

Filha de Mônica Torres e José Wilker faz sucesso na TV

Posted in CIRANDA DE PEDRA on 16 de Agosto de 2008 by os.maias

Redação Aqui

Roberta Talibeti/TV Globo

Mônica Torres se despediu de Ciranda de pedra quando Julieta morreu. Mas a filha dela com o ator José Wilker, Isabel Wilker (foto), acaba de entrar na novela como Márcia, uma das modelos da maison de Laura (Ana Paula Arósio). O papel marca a estréia de Isabel na televisão. “Apesar de ser filha de atores, esta é uma experiência nova para mim. Fiquei muito nervosa na primeira cena”, lembra Isabel.

A idéia de chamar a filha de Mônica para entrar na trama partiu da diretora Maria di Médici. “Ela quis fazer um agrado à minha mãe e me convidou. Vou desfilar com o vestido que Laura batizou de Julieta, em homenagem à amiga que morreu”, conta a atriz, que na vida real está aos poucos deixando de lado a carreira de modelo.

De férias em Berlim, Mônica ainda não viu o desempenho da filha na novela. Isabel diz que, antes de viajar, sua mãe se sentou com ela e as duas bateram um longo papo: “Ela me tranqüilizou. Aproveitou para me explicar sobre as cenas, o posicionamento das câmeras e disse para eu observar a atuação dos atores mais experientes.” Isabel afirma que se sentiu mais segura quando contracenou com o padrasto, Marcello Antony, o Daniel. “Estar ao lado de alguém em quem confio e com quem tenho intimidade me deixou mais relaxada”, conta.

RAIO X

Fome Na trama, Márcia é uma modelo gulosa. “Ela passa a maior parte do tempo provando roupas na mansão dos Prado, e Elzinha (Leandra Leal) a vigia o dia inteiro para que ela não coma”, conta.

Esbarrão Apesar de estar no elenco de Três irmãs, a próxima novela das sete, José Wilker ainda não esbarrou com a filha nos corredores do Projac. “Meu pai trabalha tanto que a gente se encontra pouco. Mas, se eu precisar dele, está sempre a postos”, avisa.

Nada de dieta Isabel, que tem 1,72m e 53kg, diz que não faz dieta para manter o corpo esbelto: “Sou gulosa como Márcia. Adoro batata frita, lentilha e pão. Acho que a genética me ajudou mesmo”.

Ator Bruno Gagliasso fala sobre espetáculo

Posted in Bruno Gagliasso, CIRANDA DE PEDRA, CULTURA on 3 de Agosto de 2008 by os.maias

‘Um Certo Van Gogh’ é inspirado na vida do famoso pintor holandês.

Aos 85 anos firmes e bem-humorados, a escritora paulistana Lygia Fagundes Telles vê suas premiadas histórias adaptadas para a televisão

Posted in CIRANDA DE PEDRA on 3 de Agosto de 2008 by os.maias


A ciranda de Lygia

Com o riso aberto de quem enxerga o mundo com humor,
a escritora paulistana Lygia Fagundes Telles vive dias
agitados aos 85 anos: assiste a Ciranda de Pedra, atual
novela das 6 da Globo inspirada em seu livro homônimo,
terá sua obra-prima As Meninas adaptada para o teatro
e prepara-se para escrever um novo romance

Por Carlos Graieb

06.08.2008

Mario Rodrigues

pele jovem e intocada pela cirurgia plástica

Lygia em seu apartamento na Rua da Consolação: pele jovem e intocada pela cirurgia plástica

Certa vez, Lygia Fagundes Telles ouviu da amiga Clarice Lispector a seguinte frase: “Não sorria em fotografias. Uma escritora sorridente não é levada a sério”. Lygia nunca obedeceu a esse conselho. Seus retratos ao longo dos anos, publicados em revistas ou jornais, estão cheios de sorrisos, em meio a algumas poses mais austeras. Nenhum deles impediu que ela avançasse na carreira literária. Não que a observação de Clarice Lispector fosse descabida, dada a condescendência com que as mulheres, no trabalho intelectual, podiam (e eventualmente ainda podem) ser tratadas. Mas o talento de Lygia era substancial demais para ser ignorado. E sua personalidade jamais permitiu que confundissem sua leveza com frivolidade. Na foto que abre esta reportagem, a escritora, hoje com 85 anos, aparece mais uma vez de riso aberto. E é correto que assim seja. Lygia sorri com a inteligência: é alguém que olha o mundo com humor. Também sorri com o espírito: apesar da morte recente e devastadora do único filho, Goffredo da Silva Telles Neto, ela não se rendeu à depressão. Finalmente, Lygia sorri porque recebe a atenção reservada aos clássicos. A atual novela das 6 da Rede Globo, Ciranda de Pedra, inspira-se em seu livro homônimo. No Sesc Consolação, um monólogo dramático extraído do conto A Confissão de Leontina está em cartaz, enquanto uma adaptação de sua obra-prima, o romance As Meninas, começa a ser produzida para o teatro. Acaba ainda de ser relançado o roteiro cinematográfico Capitu, que ela redigiu em parceria com o segundo marido, Paulo Emílio Sales Gomes. Há bastante agitação em torno da maior escritora brasileira viva.

Lygia veste-se de forma sóbria. É uma mulher bonita, de pele jovem e intocada pela cirurgia plástica. O último corte de cabelo foi ela mesma quem fez. “O ser humano tem de estar limpo e vestido dignamente. Não pode causar mal-estar aos outros nem espantar as criancinhas. Mas não cultivo grandes vaidades”, diz. Sua conversa nunca é muito linear. Ao se lembrar de uma anedota, ela não hesita em fazer um desvio para contá-la. Quando parece que se extraviou, volta milagrosamente ao ponto de partida. Duas características de sua personalidade sempre divertiram os amigos: a falta de senso prático e a distração. “Ela nunca sabia onde estava o passaporte. Mas a confusão lhe cai bem, eu sempre achei muito charmosa”, diz a escritora Lya Luft, que esteve com Lygia em alguns périplos literários pelo exterior. O poeta Paulo Bomfim recorda uma ocasião em que ela lhe deu carona, na Avenida Paulista. Lygia subiu na calçada para que ele pudesse entrar no carro, e então seguiu em frente ali mesmo, entre os pedestres. “Depois de alguns metros ela se impacientou: ‘Mas essa rua está muito cheia de gente, Paulo’.” Gentileza é uma palavra invariavelmente empregada para descrevê-la. “Ela é aquele tipo de pessoa que sempre tem um presentinho para lhe oferecer, um gesto de carinho”, conta o editor Paulo Rocco, que lança os livros de Lygia desde 1997 e os considera uma das preciosidades de seu catálogo.

Desde 1982, a escritora mora num apartamento amplo, na Rua da Consolação. Numa das pontas da sala há uma grande estante com livros, fotos de família e objetos coletados em viagens ao longo dos anos. No lado oposto fica a mesa de trabalho, com máquina de escrever e papéis espalhados. Quem usa o computador, num outro cômodo, é Lúcia, a neta de 29 anos que, formada em letras, recentemente passou a assessorar Lygia. A escritora prefere a caneta ou a máquina, desconfiada de que o computador possa devorar suas criações. “Tempos atrás, eu e o meu amigo Rubem Fonseca imaginávamos se um namoro entre nós daria certo. O maior obstáculo era a paixão dele por computadores”, afirma Lygia com uma risada, referindo-se ao escritor mineiro de 83 anos. Na mesa de trabalho pode-se encontrar um maço de cigarros importado, com desenhos coloridos no lugar das imagens agourentas estampadas pelo Ministério da Saúde nas embalagens nacionais. Lygia detesta essas fotos, esconde-as com esparadrapo quando não dispõe dos cigarros estrangeiros. Hoje ela fuma pouco, mas fuma. “É uma vontade de desafio”, diz. Na sala, ainda há lugar reservado para uma televisão. É um aparelho antigo e pequeno – televisão de escritor, por assim dizer. Nela Lygia tem assistido, regularmente, aos capítulos de Ciranda de Pedra.

Lygia está de acordo com o crítico Antonio Candido: publicado originalmente em 1954, Ciranda de Pedra foi o livro que marcou sua maturidade artística. Antes, ela tinha lançado três apanhados de histórias, que há muito não deixa reeditar. Dali em diante, foram outros doze livros, entre romances, coletâneas de contos e, mais recentemente, trabalhos híbridos nos quais fragmentos de história pessoal se mesclam à ficção. O título de um dos volumes define esse gênero: Invenção e Memória. Talvez a maior conquista literária de Lygia esteja no plano do estilo. Sua escrita é límpida, mas a amplitude do vocabulário e a sutil modulação de suas frases lhe conferem uma graça inefável. A superfície do texto de Lygia costuma ser coloquial, mas de repente ela mergulha até o fundo para compor uma frase com sabor de século XIX ou uma locução mais afeita à poesia do que à prosa (e ela é uma aplicada estudiosa de poetas).

Há uma forte vertente fantástica nos contos de Lygia, enquanto seus romances tendem para o realismo. Em seu tempo, Ciranda de Pedra causou surpresa ao tratar de lesbianismo, suicídio, eutanásia, impotência. Impróprios na década de 50, os temas continuam fortes demais na avaliação da Rede Globo – ao menos para as 6 da tarde. A adaptação, que ficou a cargo de Alcides Nogueira, tratou de expurgá-los ou atenuá-los. Mas Lygia dá sua bênção ao trabalho. Considera a novela bem melhor que uma adaptação anterior, feita em 1981, também pela Globo. “O roteiro é muito delicado e cuidadoso”, diz ela. A romancista e o noveleiro conversam por telefone. “É muito gostoso, nem ela nem eu nos colocamos como ‘autores’. Os comentários vão dos mais profundos, sobre o teor das cenas, até figurinos, músicas, tricôs e crochês em geral”, conta Nogueira. Segundo ele, indispensável é preservar a atmosfera de “inadequação com o real” que envolve os personagens principais. Trata-se de uma boa observação crítica. O sentimento de inadequação, de rejeição, até mesmo de absurdo corrói muitos protagonistas da ficção de Lygia. Esse é certamente o caso de Lia, Lorena e Ana Clara, do romance As Meninas, lançado originalmente em 1973. Um dos grandes títulos da ficção brasileira do século XX, As Meninas é um tour de force de composição, pois mescla a história e os monólogos interiores de três moças que vivenciam juntas o período da ditadura militar. A leitura deixou uma marca tão forte no produtor teatral Fernando Padilha, de 27 anos, que ele decidiu levar o romance ao palco. Obteve a autorização de Lygia e trouxe para o projeto a premiada Maria Adelaide Amaral. “O livro é um registro histórico muito preciso e corajoso. Fala claramente em tortura, o que era temerário naquele momento. Na adaptação, segui o texto bem de perto. Os diálogos já tinham um enorme potencial dramático”, afirma Maria Adelaide, que, neste mês, pôs um ponto final no roteiro da peça.

Lygia às vezes é descrita como “escritora paulistana”, um rótulo incorreto se quiser dizer que seus livros descrevem São Paulo. “Eu não dou cartão de visita, com endereço e telefone, aos meus personagens”, diz ela. Sobre o que não resta dúvida é que ela seja uma personalidade estreitamente ligada à capital. Nascida no bairro de Santa Cecília, em 1923, passou a infância viajando por cidades do interior, nas quais o pai ocupava cargos de promotor ou delegado. Lygia descreve o pai como um homem alto e bonito, de gravata-borboleta, charuto na boca – e viciado em jogos. Ela se lembra de acompanhá-lo em apostas na roleta e de assistir petrificada à diminuição da sua pilha de fichas. “A história da minha família pelo lado paterno se encaixa naquele ditado: pai rico, filho doutor, neto mendigo. A neta fui eu”, diz a escritora. Em 1936, quando Lygia tinha 13 anos, ela e a mãe retornaram a São Paulo para uma vida de “classe média empobrecida”, enquanto o pai continuava com suas andanças pelo interior. Em 1941, ela ingressou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, quando sua vida e a da cidade começaram de fato a se entrelaçar.

Lygia é uma daquelas personalidades de quem se costuma dizer que “conhece todo mundo”. Ainda nos anos 40, de boina e meias de golfe puxadas até o joelho (duas modas que diz ter lançado como aluna de direito), ela era ativa organizadora de saraus com autores famosos no grêmio estudantil. Trouxe a São Paulo para dar palestras Cecília Meireles e Érico Veríssimo. Ia com os amigos comer pipoca no apartamento de Oswald de Andrade, enquanto ele lia seus textos inéditos. E ouviu de Mário de Andrade a confidência de que ele se achava “um canhão”, num encontro relatado na crônica Durante Aquele Estranho Chá. O espírito sociável fez com que desenvolvesse laços com um grande número de escritores mais velhos ou mais jovens e com que se sentisse à vontade em instituições que muitos consideram vetustas – ela é imortal da Academia Brasileira de Letras e integrante, igualmente, da Academia Paulista de Letras (veja reportagem). O medo de avião (“e do mosquito da dengue”) faz com que já não seja assídua dos chás da primeira, no Rio de Janeiro. Mas ela raramente falta aos encontros semanais da Academia Paulista, no Largo do Arouche.

Quem chega aos 85 anos teve de lidar com a perda de pessoas próximas. Pode-se encarar cada perda como uma amputação – mas Lygia tem outro método. “Há uma soma de seres que eu amei e que já se foram, mas, de um certo modo, eles ficaram um pouco em mim”, afirma em um de seus textos. “É difícil explicar com clareza, mas eu chamaria, assim, uma espécie de legado. E o fato é que me impregnei desse legado lá no indefinível que nos habita, a alma.” Seus livros contêm homenagens aos mortos. O posfácio da nova edição do roteiro Capitu, baseado no romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, pode ser lido dessa forma. É um instantâneo de seu casamento com o crítico de cinema Paulo Emílio Sales Gomes, no auge da felicidade doméstica. O casal morava num apartamento na Rua Sabará, em Higienópolis, endereço mágico na memória afetiva da escritora. Eles tinham dois gatos. Paulo Emilio a chamava de Kuko – referência ao relógio cuco de uma avó inglesa que, assim como Lygia, estaria sempre atrasado. Aqueles que conviveram com o casal dizem que foi tanto um grande amor quanto um relacionamento calcado na admiração. Paulo Emílio morreu em 1977, vitimado por um ataque cardíaco. Um detalhe ficou gravado na memória de Lygia sobre esse dia. Ele usava uma camisa de algodão estampada, com cavalinhos galopando num fundo azul-claro. “Quando eu vi a camisa jogada numa cadeira no hospital, soube que estava acabado.”

A morte do filho ainda não chegou aos textos de Lygia. Ele nasceu do primeiro casamento da escritora, com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., e é pai de suas duas netas, Lúcia e Margarida. Morreu em 2006, aos 52 anos, depois de um período enfermo e intranqüilo. “Eu fiquei trespassada, urrava de dor”, diz Lygia. Na sala de seu apartamento há uma cópia do livro O Demônio do Meio-Dia, do americano Andrew Solomon. Trata-se de um estudo sobre a depressão, um mal que Lygia experimentou. Ela atravessou vários meses à custa de calmantes. Fez análise, mas não encontrou alívio. Apesar das imagens de santos guardadas no apartamento, a religião tampouco era um consolo. “Eu não sou tão ligada a Deus”, diz ela. No fim, foi por meio do trabalho que ela se reergueu. “Um dia, eu disse: ‘Chega de pílulas’. E voltei aos meus escritos.”

Em breve, talvez haja um novo romance de Lygia. Ela faz um “T” com as mãos, como as atletas de vôlei quando querem interromper um jogo. “Está chegando a hora de pedir um tempo”, afirma. O método da autora sempre foi fixar uma narrativa na imaginação antes de passá-la ao papel. “Do mesmo jeito que, na infância, eu guardava borboletas dentro de caixas de sabonete”, diz ela. Há vários meses, Lygia convive com uma personagem. Sente que pode estar chegando o momento de aninhá-la em seu colo e escrever: “Então, eu vou ficar feliz”.


A trajetória da menina que colecionava borboletas

Fotos arquivo pessoal

Em 1945, a escritora recebe a amiga Cecília Meireles (de chapéu) na Estação da Luz. À direita, Lygia na Fazenda Santo Antônio, em Araras, em 1956. A propriedade, da avó de seu primeiro marido, Goffredo da Silva Telles Jr., abrigava reuniões modernistas na década de 20

À direita, Lygia entre Goffredo e o filho Goffredo Neto, em foto de 1960, ano em que o casal se separou. Com o crítico de cinema Paulo Emílio Sales Gomes (à esq.) casou-se três anos depois. Vitimado por um ataque cardíaco, ele morreu em 1977


Uma história de amor, traição e ódio

Marcio de Sousa/Rede Globo/divulgação

Ciranda de Pedra

Lucélia Santos (Virgínia) e Roberto Pirillo (Luís Carlos) faziam parte do elenco da primeira versão de Ciranda de Pedra, exibida pela Globo em 1981. Hoje, 27 anos depois, a trama inspirada no romance homônimo de Lygia tem entre seus atores Ana Paula Arósio (Laura) e Daniel Dantas (Natércio). A escritora considera a adaptação atual bem melhor que a anterior

Ana Beatriz Nogueira: ‘Tenho que me segurar para não rir’

Posted in Ana Beatriz Nogueira, CIRANDA DE PEDRA on 30 de Julho de 2008 by os.maias


Foto de Zé Paulo Cardeal
Vilã implacável da novela das 18h, “Ciranda de pedra”, Frau Herta está de casa nova na história. A personagem de Ana Beatriz Nogueira foi demitida da mansão dos Prado pela decidida mocinha, Laura (Ana Paulo Arósio), que impôs a saída da governanta ao marido, Natércio (Daniel Dantas), para voltar a morar na casa. Para ficar mais próxima de Daniel (Marcelo Anthony) e armar seus planos contra ele e Laura, a Frau Herta foi morar na Pensão da Aurora (Rosa Marya Colin), na Vila Madalena. Justamente o cenário do núcleo cômico da história de Alcides Nogueira.

Ana Beatriz conversou com o PatriciaKogut.com sobre essa nova fase da personagem. Leia como foi:

PatriciaKogut.com – Como está sendo atuar no núcleo da pensão, tão diferente da mansão dos Prado?
Ana Beatriz Nogueira – Pois é, eu mesma me fiz essa pergunta quando soube que ela ia morar lá. É interessante mudar de cenário no meio da novela. Estou contracenando com outros atores, conhecendo melhor o restante do elenco e isso é ótimo. Agora, mesmo gravando menos, porque ela ainda está pouco ativa por ali, estou fazendo mais cenas externas também.

PatriciaKogut.com – Muda alguma coisa na personagem?
Ana Beatriz
– Não, nada muda. Ela é o oposto daquelas pessoas, sempre alegres, bem-humoradas. Eu tenho que manter o tom. Mesmo assim, tenho que deixá-la aberta para esses outros personagens, afinal, ela precisa se relacionar com eles, ter um mínimo de interação.

PatriciaKogut.com – Está gostando da nova fase?
Ana Beatriz
– Sim, estou adorando. Frau Herta agora faz unhas com a Jovelina. Isso me faz ter mais contato com a Olívia Araújo, que interpreta a manicure, e é uma ótima atriz e colega em cena. O mesmo aconteceu com o André Frateschi, que faz o Peixe. Com ele aconteceu até um pouquinho antes da mudança, por causa das armações dela com a Afonso (Caio Blat). Mas foi é um caso muito engraçado: a governanta o odeia, ele é um nada para ela. Mas eu e André vivemos brincando um com o outro, foi um encontro muito feliz.

PatriciaKogut.com – Mas não dá vontade de abandonar o jeito sisudo de Frau Herta e cair na comédia também?
Ana Beatriz
– Ah, sim, eu tenho que me segurar o tempo inteiro em cena. Adoro comédia e dá vontade de entrar no jogo. Mas não pode, não é da natureza dela. Mas eu brinco muito com o pessoal fora de cena e digo que estamos ensaiando para outros trabalhos, no futuro.

PatriciaKogut.com – Alguma saudade da mansão dos Prado?
Ana Beatriz
– Olha, eu acho que, por enquanto, só do ar condicionado do estúdio (risos). Na Vila Madalena, com as externas, é mais desconfortável gravar, o figurino dela é muito fechado, esquenta bastante. Mas é importante para a história ela estar ali. Mesmo longe de Natércio, ela precisa estar próxima de Daniel (Marcelo Anthony), para poder tramar contra ele e Laura.

Melhores momentos do chat com Ana Paula Arósio e Daniel Dantas

Posted in ANA PAULA ARÓSIO, CIRANDA DE PEDRA, Daniel Dantas on 30 de Julho de 2008 by os.maias

….

Terça-feira, 22/07/2008

Os atores falaram sobre o casal Laura e Natércio e as próximas emoções da novela Ciranda de Pedra. Eles comentaram as semelhanças com os personagens e contaram sobre os bastidores das gravações.

Dona Ramira dá o galo Chapinha para Franzé

Posted in CIRANDA DE PEDRA on 21 de Julho de 2008 by os.maias

Sexta-feira, 18/07/2008

O menino fica todo feliz e promete nunca mais sair da casa dela.

Laura conta a Natércio que Daniel fez a operação

Posted in ANA PAULA ARÓSIO, CIRANDA DE PEDRA, Daniel Dantas, MARCELLO ANTONY on 21 de Julho de 2008 by os.maias

Sábado, 19/07/2008

Natércio diz que vai pagar a Daniel dez vezes o valor da cirurgia. Laura retruca que nem todo o dinheiro paga o mal que ele fez a Daniel.