Archive for the CIENCIA Category

Descoberta de anticorpos contra HIV abre caminho à vacina para combater a Aids

Posted in CIENCIA, HIV, NOTICIAS, SAÚDE, SIDA on 3 de Setembro de 2009 by os.maias

03/09/2009 – 20h22


da New Scientist

Um “ponto fraco” do vírus HIV comum a muitas de suas linhagens foi descoberto por pesquisadores norte-americanos, que publicaram o resultado em artigo na revista “Science” desta quinta-feira (3).

Trata-se de um canal para afetar o vírus por meio de anticorpos recém-encontrados, o que pode levar a uma potente vacina contra a Aids. A grande dificuldade apontada para esta busca é a rápida mutação do vírus. Isso impede que o sistema imunológico e seus anticorpos possa detectá-lo normalmente.

De acordo com Wayne Koff, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento na Iniciativa Internacional pela Vacina contra a Aids, em Nova York, o importante é saber para que alvo apontar.

Os testes de laboratório mostraram que os novos anticorpos conseguem afetar muito mais variantes e linhagens do HIV que o usual, o que dá aos pacientes potencialmente proteção tanto contra novos variantes com os quais estão infectados quanto contra quaisquer novos mutantes do vírus que sejam desenvolvidos em seus corpos.

O grupo de pesquisadores liderados por Dennis Burton, da Scripps Research Institute, na Califórnia, analisou o sangue de 1.800 indivíduos para checar seus anticorpos.

Eles descobriram que cerca de 10% dessas pessoas tinham o que foi chamado de “anticorpos amplamente neutralizantes”, que poderiam reconhecer múltiplas linhagens do HIV. A partir deste material, os cientistas puderam chegar a dois anticorpos extremamente potentes, ambos de um doador africano.

Gripe A H1N1

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Cientistas conseguem sucesso em transplante de DNA de óvulos

Posted in CIENCIA, NOTICIAS, TECNOLOGIA on 26 de Agosto de 2009 by os.maias

No futuro, a técnica poderá ser usada contra propagação de doenças que surgem de defeitos nas mitocôndrias

Associated Press


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WASHINGTON – Um procedimento experimental que um dia poderá permitir que mulheres evitem passar certas doenças hereditárias para seus filhos obteve um sucesso inicial, com o nascimento de quatro macacos saudáveis, informam cientistas.

A técnica ainda enfrenta questões de segurança e possíveis obstáculos éticos, mas um especialista referiu-se ao trabalho como “estimulante”.

O experimento, que envolve a transferência de DNA entre óvulos de macacos reso, aparece descrito nesta quarta-feira, 26, no website da revista científica Nature, e foi realizado por cientistas da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon (EUA).

No futuro, a técnica poderá ser usada contra doenças que surgem de defeitos nas “usinas energéticas” das células, as chamadas mitocôndrias. Essas doenças são incomuns e pouco conhecidas. Em linhas gerais, cerca de uma pessoa em cada 4.000 ou 5.000 tem uma dessas doenças, ou corre o risco de desenvolvê-la.

Dois macacos saudáveis, produzidos após o transplante de DNA dos óvulos que os geraram. AP

Sintomas dessas doenças potencialmente fatais incluem fraqueza muscular, demência, distúrbios motores, cegueira, perda de audição e problemas do coração, fígado e rins.

Um óvulo contém a maior parte de seu DNA no núcleo, mas a mitocôndria também abriga uma porção de DNA. Portanto, se uma mulher tem doenças causadas por defeitos no DNA mitocondrial, a nova técnica poderá permitir que ela passe para a próxima geração apenas seu DNA saudável, do núcleo, mas não o da mitocôndria.

Para permitir isso, médicos poderão transplantar o DNA nuclear de óvulos da mulher doente para óvulos doadores com mitocôndrias saudáveis. Os óvulos das doadoras teriam de ter o DNA nuclear original eliminado. Depois de um a fertilização in vitro, esse óvulo poderia produzir um bebê saudável.

O pesquisador Shoukhrat Mitalipov disse que mais estudos sobre a segurança do procedimento serão necessários. Ele acrescenta que a técnica enfrentará obstáculos legais para o estudo em seres humanos, porque isso alteraria o DNA herdado pelas futuras gerações, uma ideia que causa controvérsias éticas.

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Pesquisa do Instituto Butantan usa saliva de carrapato-estrela contra câncer

Posted in CIENCIA, SAÚDE on 14 de Agosto de 2009 by os.maias

Após 42 dias, tumores de camundongos tiveram reversão completa.
Trabalho já dura 6 anos e também extrai anticoagulante da substância.

Emilio Sant’Anna Do G1, em São Paulo

Foto: Instituto Butantan

Da saliva do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense) podem sair novos medicamentos contra o câncer, além de anticoagulantes. (Foto: Instituto Butantan)

Da saliva do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), a ciência conhece apenas os efeitos nocivos. A febre maculosa, doença muitas vezes fatal, é transmitida pela picada do aracnídeo. Da mesma substância, porém, podem sair novos medicamentos contra o câncer, além de anticoagulantes. Há seis anos, pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo, trabalham no desenvolvimento de uma droga que possa ser utilizada com as duas finalidades. O prognóstico é animador.

A pesquisa – ainda não publicada – foi um dos destaques no 22º Congresso Internacional da Sociedade de Trombose e Hemostasia, realizado em Boston (EUA), em julho. “Imaginávamos que a saliva do carrapato tivesse algum componente que inibe a coagulação, pois, como hematófago, precisa manter o sangue fluindo para se alimentar”, explica a farmacêutica Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, coordenadora do estudo.

  • Aspas

    O Instituto Butantan não tem autonomia para assinar patentes e o processo burocrático é longo

Partindo dessa suspeita, a pesquisadora analisou a sequência de genes da glândula salivar do carrapato, responsável pela produção de uma proteína anticoagulante. Os resultados foram comparados à ação de anticoagulantes conhecidos como TFPI (presentes na saliva humana). A conclusão foi que a proteína presente na saliva poderia ser produzida em laboratório. Um pedaço do DNA analisado foi introduzido em bactérias Escherichia coli que passaram a secretar a mesma proteína. “Elegemos esse clone e produzimos a proteína recombinante”, explica Ana Marisa.

O resultado do estudo transformou-se em um pedido de patente, depositado em 2004, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). No entanto, em pouco tempo, Ana Marisa descobriu que a pesquisa renderia mais do que um futuro anticoagulante.

Fatal para tumores, inofensivo para células normais
Testando a proteína em células de vaso sanguíneo para medir seu nível de toxicidade, descobriu-se que a substância é segura para células saudáveis, mas fatal para células tumorais. O experimento foi então extendido a camundongos que tiveram melanomas (câncer de pele) induzidos, e o resultado surpreendeu os pesquisadores.

Proteína tem atividade altamente citotóxica para células tumorais. (Foto: Instituto Butantan)

Tratados durante 42 dias com a proteína, os tumores dos camundongos apresentaram reversão completa. “Testamos em culturas de células tumorais e a surpresa foi positiva, pois a proteína tem atividade altamente citotóxica para elas e não para células normais”, explica Ana Marisa.

Algumas das explicações que os cientistas buscam agora são como funciona a ação pró-coagulante de alguns tipos de tumores – como o melanoma e o de pâncreas – e a inibição de mecanismos de divisão celular. “Essa relação é um grande achado, pois quando você retira sangue desses tumores pode ver ele coagular ainda na seringa”, diz a pesquisadora do Butantan.

Interesse da indústria x burocracia
O estudo segue em fase pré-clinica, ou seja, ainda passará por mais testes antes de ser aprovado para experimento em humanos, mas já despertou o interesse da indústria farmacêutica. Os laboratórios BioLab, Aché e União Química formaram um consórcio para a produção de futuros medicamentos que podem surgir a partir da descoberta.

Ana Marisa, no entanto, não demonstra otimismo. Segundo ela, o entrave burocrático para transformar a pesquisa de base em um produto desistimula os cientistas e impede que novos medicamentos cheguem ao mercado. “O Instituto Butantan não tem autonomia para assinar patentes e o processo burocrático é longo”, afirma. “Por outro lado, a indústria questiona por que investir em algo que não tem segurança jurídica.”

Gripe A H1N1

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HIV tem genoma decodificado

Posted in CIENCIA, SAÚDE, SIDA on 10 de Agosto de 2009 by os.maias

6 de agosto de 2009

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Estruturas no genoma do HIV (Foto: Divulgação/Reuters)
REVISTAS ABRIL

MAIS INFORMAÇÕES

Cientistas americanos afirmam ter decodificado o genoma completo do vírus HIV-1, causador da Aids. O anúncio foi feito na quarta-feira, em estudo publicado na revista científica Nature, e abre caminho para o desenvolvimento de novos tratamentos contra a doença.

O mérito da descoberta é de uma equipe da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill. Os pesquisadores agora pretendem usar essas informações para produzir leves modificações no vírus, de forma que possa ser identificado o que afeta ou não o HIV.

“Se o vírus não crescer da mesma forma após ser alterado, então significa que você mudou ou afetou algo que era importante para ele”, excplica Ron Swanstrom, professor de microbiologia e imunologia, segundo reportagem da rede britânica BBC.

O HIV carrega suas informações genéticas na forma de complicadas estruturas. Em vez de armazená-las em um DNA de fita dupla, como acontece nos vírus que causam gripe e hepatite C, por exemplo, ele as carrega em um RNA de fita única, capaz de se fechar em intricadas arquiteturas.

A ideia é que o estudo ajude a entender melhor como o vírus atua no organismo dos infectados. “Também estamos começando a entender os truques que o genoma usa para ajudar o vírus a escapar da detecção pelo hospedeiro humano”, disse em comunicado o líder do estudo, Kevin Weeks.

Gripe A H1N1

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"Huesos inyectables" contra fracturas

Posted in CIENCIA, SAÚDE on 8 de Dezembro de 2008 by os.maias

Redacción BBC Mundo

Investigadores

Ya se iniciaron las pruebas clínicas del polímero, el cual ganó un premio científico.

Científicos británicos desarrollaron un material que se incorpora a huesos rotos, con la capacidad de endurecerse en pocos minutos.

La sustancia, de consistencia parecida a la de la pasta de dientes, crea un recubrimiento biodegradable sobre el hueso que lo ayuda a regenerarse.

Los especialistas de la Universidad de Nottingham que lo crearon -al frente de quienes figura el profesor Kevin Shakesheff- sostienen que el material evitaría, en muchos casos, los injertos dolorosos de huesos.

Los expertos iniciaron las pruebas clínicas de la sustancia, un polímero, en el Reino Unido y se espera que pueda ser utilizada en Estados Unidos en los próximos 18 meses.

Sin operar

El llamado “hueso inyectable” ganó un prestigioso premio de innovación médica la semana pasada.

Nosotros creemos que bastará insertar la aguja, llevarla al sitio deseado e inyectar el polímero

Kevin Shakesheff, Universidad de Nottingham

Shakesheff declaró que el polímero se inyecta fácilmente sin necesidad de incisión quirúrgica, al contrario de lo que ocurre con los injertos óseos, en los que se usa hueso del mismo cuerpo del paciente para reparar el daño.

El científico explicó que “no sólo (con la técnica actual) el paciente tiene que ser operado sino que además queda con un área dañada”, lo cual se evitaría con el uso del nuevo material.

“Nosotros creemos que bastará insertar la aguja, llevarla al sitio deseado e inyectar el polímero”, que es capaz de endurecerse en cuestión de minutos.

“Debido a que el material no se calienta, las células óseas a su alrededor sobreviven y pueden crecer”, añadió Shakesheff.

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Seu blog está bloqueado

Os robôs de prevenção contra spam do Blogger detectaram que seu blog possui características de um blog de spams. (O que é um blog de spams?) Uma vez que você está lendo esta seção, seu blog provavelmente não é um blog de spams. A detecção automática de spams é inerentemente confusa. Pedimos desculpas por este falso sinal positivo.

Recebemos sua solicitação de desbloqueio em 30 de Novembro de 2008. Em nome dos robôs, desculpamo-nos por bloquear seu blog, que não é de spams. Aguarde enquanto analisamos seu blog e verificamos se ele não é um blog de spams

Acho que o blog será mantido no, também gratuito, http://www.wordpress.com , pois está ocorrendo com muitos blogs daqui!

El último minuto del año durará oficialmente un segundo más

Posted in CIENCIA on 1 de Dezembro de 2008 by os.maias

  1. El objetivo de la adición es compensar un desfase de los relojes con la rotación terrestre
  2. Las comunicaciones y la navegación de gran precisión son los sectores más afectados
Si desea ver el gráfico en PDF haga click en la imagen.
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ANTONIO MADRIDEJOS
BARCELONA

No afectará a ninguna actividad cotidiana ni por supuesto a las campanadas de Nochevieja, pero el último minuto del próximo día 31 tendrá un segundo suplementario en los relojes oficiales de todo el mundo: después de las 23.59.59 de horario universal o UTC (una hora más en España), habrá un sorprendente 23.59.60 y luego el lógico inicio del año, el 00.00.00 del 1 de enero. Los segundos intercalares o adicionales –conocidos en inglés como leap seconds— se añaden en el calendario con relativa frecuencia, a un ritmo de 30 por siglo, para compensar una curiosa particularidad astronómica. En esencia, lo que sucede es que la Tierra gira cada vez más lento.
El segundo se había definido siempre desde un punto de vista astronómico como la 86.400 parte de un día, el simple resultado de multiplicar 60 x 60 x 24. Sin embargo, el desarrollo de instrumentos de gran precisión en el siglo XX sirvió para constatar que los días reales no duraban siempre lo mismo y, lógicamente, la medida no era uniforme. Concretamente, los días se están haciendo más largos a razón de 1,7 milisegundos por siglo debido a las mareas ejercidas por la Luna y otras perturbaciones menores, como el movimiento de las placas tectónicas. Así que hubo que crear un tiempo exacto controlado por relojes atómicos, el UTC o tiempo universal coordinado, que se distinguiera de la medida clásica, el UT1 o tiempo solar.

DEFINICIÓN DESDE 1967
Siguiendo la tradición astronómica, el UTC fue cuantificado originariamente como la 86.400 parte del día medio en el periodo 1750-1890. Sin embargo, como la longitud del día solar nunca ha dejado de crecer, el estándar de un segundo UTC ha ido cambiando. La definición actual fue instaurada en 1967, con motivo de la 13ª Conferencia de Pesos y Medidas, y está basada en un proceso físico estable, aunque complejo: un segundo equivale a la duración “de 9.192.631.770 periodos de la radiación correspondiente a la transición entre los dos niveles hiperfinos del estado fundamental del átomo de cesio 133 (Cs133)”. Este es el tiempo que duraba un segundo medio en 1967. “La referencia ya no está ligada a procesos dinámicos, sino a un patrón físico”, resume Javier Galindo, responsable del laboratorio horario del Real Observatorio de la Armada (ROA), en San Fernando (Cádiz), que es el organismo encargado de fijar la hora de referencia en España.

IMPOSIBLE DE PREDECIR
¿El problema quedó definitivamente cerrado? Pues no del todo. Aunque ahora disponemos de una definición exacta de segundo, los días no han dejado de alargarse: mantienen lógicamente sus 86.400 segundos, pero si tomamos el estándar actual cada uno de ellos dura exactamente una 86.400,002 parte del día. Así que, hasta que dentro de unos años se vuelva a definir la duración media de un segundo, la única manera de igualar el calendario solar (UT1) con el calendario universal (UTC) es añadir segundos de forma artificial.
Agregar un intercalar no es tarea fácil. “El problema es que el retraso no es uniforme porque no sabemos exactamente cómo se comportará la Tierra, lo que significa que no podemos aplicar el segundo hasta que ya se ha acumulado el desfase –explica Galindo–. El último fue en el 2005, pero no sabemos si el próximo será de aquí cuatro, cinco o seis años”. El organismo encargado de controlar el proceso es el Servicio Internacional de Rotación de la Tierra y Sistemas de Referencia (IERS), sito en Pa-
rís, en coordinación con los respectivos centros horarios nacionales.
El IERS hace “medias ponderadas comparando los diferentes relojes atómicos existentes –afirma el responsable del ROA–. Luego, todos nos ponemos de acuerdo y ofrecemos la misma hora”. Los segundos se añaden cuando el desfase entre UT1 y UTC se aproxima a 0,9 segundos.
Está claro que los segundos intercalares solo se entienden en un mundo necesitado de una precisión extrema. Galindo pone como ejemplo las telecomunicaciones y la navegación autónoma por GPS, cuando un lapso tan pequeño puede suponer varios metros de diferencia. “Es necesario tener un estándar –concluye– de la misma manera que hemos fijado internacionalmente qué es un metro o un galón”.

Un implante cerebral logra que un mudo ‘hable’

Posted in CIENCIA on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

E. DE B. – Madrid –

Tres vocales metálicas. Ése ha sido el primer sonido inteligible que ha emitido un hombre con el llamado síndrome de enclaustramiento, un daño neuronal que hace que la persona esté completamente inmovilizada (a veces sólo puede parpadear), pero con plenas facultades mentales. Para ello han usado un microchip insertado en su cerebro, que recoge la actividad eléctrica que se produce en su interior cuando piensa en las letras y las transmite al exterior, donde un procesador de voz las transforma.

El trabajo, que ha sido publicado en la edición digital de Nature, no da datos acerca del hombre, su edad ni el motivo de su estado. Se sabe el nombre del director del equipo científico, Frank Günther, y que éste trabaja en la Universidad de Boston (Massachusetts).

El experimento ha constado de dos partes. Primero, mediante técnicas de resonancia magnética, se determinaron las zonas del cerebro del paciente que se activaban cuando éste pensaba en sonidos. Para satisfacción de los científicos, se vio que eran las mismas que en una persona sana.

La segunda parte fue insertar un chip en la zona del lenguaje y prepararlo para captar las variaciones en la diferencia de potencial eléctrico que se producen cuando el hombre piensa en un sonido. Este ajuste fino, que implica no sólo detectar la actividad, sino interpretarla, ha llevado 15 años.

‘Cableado’

El uso de interfaces cerebrales es una de las aplicaciones de la electrónica a la medicina más llamativa y espectacular. La base de todo el proceso está en que el sistema nervioso viene a ser como el cableado de la máquina que es el cuerpo humano.

Este caso es un paso más en la complicadísima adaptación de estas tecnologías. Según destacan los investigadores, en otros casos (monos que mueven el cursor de un ordenador con el cerebro o personas que son capaces de activar un brazo robótico), el implante tenía que ser retirado al cabo de unos pocos meses: la presencia de un cuerpo extraño en el cerebro acababa siendo una fuente de problemas. Sin embargo, esperan que esta vez no sea así. Los terminales que se han utilizado están cubiertos de una sustancia que estimula el crecimiento de neuronas alrededor. Dado el trabajo tan meticuloso que se les pide, no es cuestión de estarlos poniendo y quitando.