Archive for the BOOK Category

LibriVox: free audiobooks

Posted in AUDIO, BOOK, CULTURA, PODCAST, TECNOLOGIA on 20 de Agosto de 2009 by os.maias
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    brazil flag icon O Domínio Público e LibriVox

    Os diretos autorais dão a um indivíduo ou empresa os direitos exclusivos sobre um texto por um tempo determinado. Isto implica que ninguém o pode reproduzir ou utilizar em outros trabalhos (tais como gravações de áudio) enquanto o direito do autor estiver vigente. Eventualmente, todavia, o direito autoral caduca e o texto se torna livre, entrando para o domínio público. Isto significa que qualquer um poderá fazer o que quiser com ele.

    O LibriVox seleciona textos que já estejam no domínio público, reúne voluntários para fazer as gravações do texto e libera para o domínio público o resultado.Se você se voluntariar para gravar para o LibriVox, deve aceitar que os arquivos de áudio sejam liberados para o domínio público.

    Ademais, resenhas, capas de CD e qualquer outro material que entrar em nosso catálogo com as gravações de audio estão no domínio público.

    Implicando que qualquer um pode fazer o que quiser com o material.

    O que siginifica exatamente “o que quer que eles queiram”? Alguém pode usar a sua gravação para obter lucro; podem remixá-la em outros projetos. Não é necessário dar crédito nem ao leitor nem ao LibriVox. Qualquer um pode fazer todo tipo de coisa sem necessitar do consentimento do autor. Por exemplo, pode acontecer de:

    • Os CDs dos Sermões do Padre Antônio Vieira serem vendidos para levantar fundos para uma instituição de caridade da qual você não gosta;
    • A Origem das Espécies ser usado como cenário de um filme erótico;
    • Os Lusíadas serem mixados numa música RAP violenta;
    • A sua resenha de Frenkenstein ser usada para promover um filme milionário;
    • A sua gravação ser editada para fazer parecer que você está exigindo um resgate.

    Embora estes exemplos sejam imaginativos, todos são usos aceitáves de obras de domínio público. Portanto, esteja ciente de suas ações quando conceder as suas gravações ao domínio público. Você efetivamente abandona a obra!

    O librivox se utiliza do maravilhoso Projeto Gutenberg como fonte de textos eletrônicos dos quais fazemos as gravações.

    As leis de direito autoral são um assunto complexo e importante. Encorajamos a todos a lerem mais sobre elas. Eis algumas referências:

    Swine Flu Info
    Gripe A H1N1

    Fale com o Ministério

    Antes de enviar sua mensagem consulte a seção Perguntas Freqüentes. Sua dúvida já pode estar respondida. Caso queira registrar uma reclamação ou denúncia preencha o formulário abaixo. Você também pode ligar para o Disque Saúde – 0800 61 1997, a Central de Teleatendimento do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS, para receber informações sobre doenças e registrar reclamações, denúncias e sugestões.

    Europa lança biblioteca virtual para concorrer com o Google

    Posted in BOOK, CULTURA, TECNOLOGIA on 20 de Novembro de 2008 by os.maias

    Site pretende ter, em dois anos, mais de 10 milhões de obras disponíveis a todos de forma gratuita

    Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo


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    GENEBRA – A Europa lança sua biblioteca virtual e, impulsionada pela França, quer acabar com a supremacia da Google na Internet. Nesta quinta-feira, 20, Bruxelas colocou no ar seu site que pretende ter, em dois anos, mais de 10 milhões de obras digitalizadas e disponíveis a todos de forma gratuita. O projeto tem uma ambiciosa meta de ser o que a biblioteca de Alexandria foi no passado: o maior acervo de obras de todo o mundo.

    Mas o projeto chamou tanta atenção que, em seu primeiro dia, o número de visitantes passou de 10 milhões e o site entrou em colapso. A UE teve de fechar o site por algumas horas diante da procura.

    O projeto, acima de tudo, é uma iniciativa desesperada da França de impedir que apenas obras na língua inglesa sejam promovidos por todo o mundo. Dos 2 milhões de livros e obras já no site, metade são franceses. Paris quer usar a Internet para tentar reconquistar o espaço perdido pela língua francesa nos últimos anos.

    O projeto do Velho Continente ganhou o nome de Europeana e o site europeana.eu espera reunir todo o patrimônio cultural da região. Com o instrumento que custará milhões, a Europa e principalmente a França concretizam um velho sonho de criar seu próprio site de referência e de colocar em um só lugar não apenas livros e textos, mas manuscritos, fotos, mapas, pinturas e até músicas.

    A predominância da França no projeto de 400 milhões de euros é tão grande que até mesmo os vídeos sobre a queda do Muro de Berlim são em francês. Vários livros sobre a história de alguns dos 27 países do bloco também estão em francês. Apenas 1% do conteúdo do site está em alemão, contra 1,4% em espanhol e 10% sobre o Reino Unido.

    A primeira etapa do projeto inclui a versão eletrônica de obras de Mozart, o manuscrito da Carta Magna, da Inglaterra, ou a primeira versão da Divina Comédia de Dante.

    Segundo a comissária de Tecnologia da UE, Viviane Reding, o novo projeto permitirá que “um estudante tenha acesso a toda a biblioteca do Reino Unido sem sair de seu país ou de um admirador de artes na Irlanda olhar detalhes da Joconda sem pegar as filas do museu o Louvre, em Paris”.Sua esperança é de que o site dê visibilidade a “todos os tesouros hoje no fundo de museus” em toda a Europa.

    Para Bruxelas, o projeto vai bem além de um instrumento de pesquisa. A UE teme estar perdendo espaço nas ciências e nas artes para americanos, indianos e chineses. No setor econômico, vê com preocupação o domínio dos arquivos mundiais em uma empresa privada com sede nos Estados Unidos e que hoje está se transformando na principal referência de pesquisas em todo o mundo, a Google.

    Numa primeira fase, além dos 400 milhões de euros para a criação da biblioteca virtual, o site europeana.eu consumirá 2,5 milhões de euros ainda por ano para ser mantido. Todos os documentos terão acesso livre e não será cobrado ao usuário o acesso a qualquer uma das obras.

    Até 2010, o objetivo da UE é de digitalizar 10 milhões de obras. A Google estima que tem hoje cerca de 7 milhões de livros digitalizados. Mesmo assim, o número ainda é pequeno, em comparação aos 2,5 bilhões de livros espalhados por todas as bibliotecas da Europa hoje. Após 2010, a próxima meta dos europeus é de digitalizar 4% das obras existentes no mundo por meio do site.

    Essa não é a primeira vez que os europeus tentam criar a biblioteca virtual. 790 mil obras já haviam sido digitalizadas em 2006. Mas, sem recursos e contanto com uma tecnologia ultrapassada, o projeto fracassou. A França, que teme ver sua língua se perder diante da dominação da Google em todos os continentes, não economiza recursos e alerta que nem a crise financeira cortará dinheiro do projeto.

    Livro e mostra exibem trajes históricos da moda feitos de papel

    Posted in BOOK, CULTURA, FIGURINO on 11 de Outubro de 2008 by os.maias

    da Redação

    Divulgação

    Vestidos e trajes da mostra, que reproduz, em papel, 'new look' da Dior e vestido de Elizabeth 1ª

    Vestidos e trajes da mostra, que reproduz, em papel, ‘new look’ da Dior e vestido de Elizabeth 1ª

    Um vestido da rainha Maria Antonieta, o “new look” da Dior e outras roupas que ajudaram a desenhar a história da moda dos últimos 400 anos poderão ser vistas, a partir deste domingo (12), na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo. Todos, em versões feitas de papel.

    A responsável por este trabalho de chinês é uma belga, a artista plástica Isabelle de Borchgrave, que, por meio de plissagens, sobreposições de camadas de tinta e outras interferências, deu textura de tecido a papéis de embrulho e papéis bem finos prensados, os mesmos usados para a limpeza de instrumentos óticos.

    Isabelle, que divide a assinatura dos 60 modelos da exposição com a figurinista canadense Rita Brown, estará neste sábado (11), na abertura da mostra para convidados, para uma sessão de autógrafos do livro “Papiers à La Mode” (CosacNaify). A publicação, lançada neste final de semana, reúne fotos das roupas e revela o processo de confec

    Saiba mais sobre a exposição no no texto do site Taste.

    Exposição Papiers à la Mode
    Quando: Abertura neste sábado, 11/10, das 17h às 20h, com sessão de autógrafos de Isabelle de Borchgrave. Abertura para o público 12/10 (até 14/12/2008)
    Horários: de 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 20h00.
    Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
    Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
    Endereço: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
    Tel: 11 36627198

    Livro “Papiers à la Mode”, de Isabelle de Borchgrave
    Editora CosacNaify
    120 páginas
    83 ilustrações
    R$ 65,00 (à venda nas principais livrarias)

    Bibliotecas entram na era do iPod

    Posted in BOOK, TECNOLOGIA on 10 de Agosto de 2008 by os.maias
    para atrair leitores, ela expandem listas de livros, música e filmes digitais

    Agência Estado


    Para atrair leitores, bibliotecas expandem suas listas de livros, música e filmes em formato digital

    Reuters


    Componentes.montarControleTexto(“ctrl_texto”)

    NOVA YORK – Pode ter chegado a hora de tirar da gaveta aquele velho cartão de biblioteca. Na esperança de atrair leitores, as bibliotecas expandiram imensamente suas listas de livros, música e filmes em formato digital que podem ser baixados pelos seus freqüentadores para computadores ou aparelhos de MP3. E tudo isso a custo zero, o que difere, por exemplo, do conteúdo baixado no iTunes, da Apple, ou na Amazon.com.

    Em Phoenix, por exemplo, as bibliotecas da cidade se uniram e criaram uma biblioteca digital que no momento tem cerca de 50 mil títulos de livros eletrônicos, audiobooks, música e vídeos que podem ser “retirados” de qualquer lugar.

    Assim que os usuários os descobrem, diz Tom Gemberling, bibliotecário de recursos eletrônicos da Biblioteca Pública de Phoenix, o programa muitas vezes se prova imensamente popular.

    Não muito tempo atrás, Gemberling visitou uma área de trailers local para conversar sobre o programa com 100 idosos que regularmente viajam em seus trailers e casas móveis.

    “Eles estavam aplaudindo e celebrando, no final”, afirmou o bibliotecário. “Estavam muito animados. Costumam viver em suas casas móveis e, por isso, podem estar na estrada em qualquer parte, e basta que liguem o computador e se conectem ao catálogo da biblioteca pública de Phoenix para baixar um livro e ouvi-lo enquanto percorrem as estradas”.

    Disponíveis em milhares de bibliotecas dos Estados Unidos, os programas funcionam assim: primeiro, é preciso um cartão de biblioteca e acesso à Web, e alguns softwares que podem ser baixados facilmente – Adobe Digital Editions, Mobipocket Reader ou OverDrive Media Console.

    Depois disso, basta visitar o site da biblioteca, selecionar alguns títulos, acrescentá-los à sacola digital de livros e apertar o botão de download. Caso o título não esteja disponível, o nome pode ser arquivado para futuro download.

    De acordo com a biblioteca e o título, o item continua no computador por entre uma e três semanas antes de desaparecer, o que significa que o usuário não tem o trabalho de devolver o livro, CD ou DVD à biblioteca.

    Bubok: dos meses y creciendo

    Posted in BOOK, TECNOLOGIA on 22 de Junho de 2008 by os.maias

    Bubok cumple dos meses y el balance no puede ser más positivo. Y es que en este breve pero intenso periodo de tiempo ya se han publicado 1.000 libros y se han registrado 4.500 usuarios.

    Unas cifras que animan al equipo de esta librería digital a seguir trabajando como hasta ahora. El esfuerzo ha merecido la pena. Sin duda. Y así nos lo manifiesta uno de sus promotores, Ángel María Herrera, quien se muestra muy satisfecho con el resultado de estos dos primeros meses de andadura.

    Ángel María, director general del proyecto (tras el que, no obstante, hay un equipo muy amplio de personas), nos recuerda la filosofía con la que nació Bubok y que no es otra que la de facilitar a mucha gente la posibilidad de publicar y de hacerlo además de una manera muy sencilla. “Se trata de una plataforma a través de la que la gente puede publicar su libro sin limites. Sólo tiene que subirla y promocionarla”, nos comenta.

    Con Bubok se han acabado los trámites pesados que conlleva la publicación de un libro en una editorial tradicional, de las de toda la vida. Y esto resulta muy útil y cómodo para cualquier persona. Por ello, triunfa.

    Pero no acaba aquí la cosa. Dentro de los proyectos que están aún en cartera, esta librería baraja uno muy interesante y que, sin duda, tendrá efectos muy positivos en el campo de la investigación doctoral. La idea es hacer un hueco a las tesis doctorales para que sus autores puedan difundirlas fácilmente. Seguro que resulta muy atractivo para aquellos doctores que se encuentran con la dificultad de dar salida a su trabajo de investigación en el mercado.

    Os Brasileiros, de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão

    Posted in BOOK, Download, EÇA DE QUEIROZ, PDF on 10 de Junho de 2008 by os.maias

    Os Brasileiros

    de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão (Língua Geral, 216 págs. R$ 37)
    Reúne textos que o escritor português Eça de Queiroz produziu sobre o Brasil e os brasileiros. Há passagens da visita de dom Pedro II por Lisboa e uma comparação entre brasileiros e portugueses, entre outros temas. Alguns dos textos foram produzidos em parceria com o também escritor Ramalho Ortigão.
    Trecho do livro

    Livros eletrônicos gratuitos

    Posted in BOOK, Download, PDF on 29 de Maio de 2008 by os.maias

    O Observatório da Imprensa lançou a Biblioteca do OI em 6 de abril de 2004. Você pode salvar os arquivos abaixo para ler na tela ou imprimi-los, para leitura em papel. Alguns estão em formato PDF, e para estes será preciso ter o programa Adobe Acrobat Reader instalado na máquina.

    Clique para fazer download dos livros:

    • Manual da nova classificação indicativa – José Eduardo Romão, Guilherme Canela, Anderson Alarcon (orgs.), Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Justiça, Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação

    Se não possui o
    Adobe Acrobat Reader
    no seu computador, clique no ícone para instalar.

    Editoras brasileiras apostam no mercado de audiolivros

    Posted in AUDIO, BOOK, NOTICIAS, PAULO BETTI on 28 de Maio de 2008 by os.maias
    Intenção não é fazer do produto concorrente para os livros.
    Oferta de títulos é pequena, mas já começa a aumentar.

    Do G1, com informações do Bom Dia Brasil

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    O sucesso do audiolivro nos Estados Unidos foi um dos estímulos para as editoras brasileiras investirem no produto. No ano passado, 10% dos americanos pagaram para ouvir um livro. Já são 18.000 títulos disponíveis.

    Veja o site do Bom Dia Brasil

    No Brasil, eles são mais usados por deficientes visuais, contabilizando apenas 140 audiolivros, segundo a Biblioteca Nacional, mas a oferta começa a aumentar. Em um estúdio no Rio de Janeiro, sete lançamentos do mercado de literário ganharam vozes de narrados conhecidos. “E é incrível, porque a gente não prepara essa emoção. Você não sabe onde você vai se emocionar”, revelou o ator Paulo Betti.

    A intenção não é fazer do audiolivro um concorrente para os livros. As editoras querem dar uma opção para quem até gostaria de sentar e ler uma boa história, mas nunca tem tempo. Para a educadora Regina de Assis, ter um livro no tocador de cd ou mp3 é a possibilidade de ter contato com a literatura em qualquer lugar: no trânsito das grandes cidades, nas esteiras das academias. Mas pode também servir de estímulo para despertar o interesse pelas páginas do livro.

    “Ele pode ser usado na medida em que ele for agradável para quem for usá-lo. O que eu acho é que o audiolivro não substitui o livro. Existe uma relação entre o leitor e o escritor que é única e é insubstituível”, afirmou a educadora.

    Eça de Queiroz en su luminosa eternidad

    Posted in BOOK, EÇA DE QUEIROZ on 24 de Maio de 2008 by os.maias

    Eça de Queiroz, uno de los más grandes novelistas portugueses, nos lleva de la tragedia al humor, de la pasión a la intriga, con elegancia y profundidad. Su lectura es una experiencia que no se olvida.

    Autor: Ignacio Arellano
    Catedrático de Literatura
    Universidad de Navarra
    Fecha: 27 de octubre de 2001
    Publicado en: Diario de Navarra

    José María Eça de Queiroz (1843-1900) es el escritor moderno que mejor ejemplifica la relación entre las dos grandes literaturas peninsulares, la española y la portuguesa. Recibió la pronta atención de la condesa de Pardo Bazán, Ramón Pérez de Ayala o Unamuno. Valle Inclán lo tradujo, y no fue inmune a su influencia. El lector actual que se asome a sus páginas tampoco lo será.

    Eça de Queiroz está dotado de prodigiosa inventiva y de extrema sensibilidad para la creación de personajes, ambientes y sentimientos. Nada falta en sus novelas: ni la tragedia, ni el humor, ni la sátira, ni el amor, ni los paisajes de su Portugal, iluminados por la nostalgia. El primo Basilio es una de las mejores novelas del siglo XIX, comparable a Madame Bovary de Flaubert o La Regenta de Clarín, más fina y poética que ambas. Para Luisa la llegada del primo Basilio, antiguo amor de juventud, con la aureola exótica del Brasil, abre una ventana de ilusiones capaz de romper la monotonía en que vive con su marido, un práctico ingeniero de minas. La conocemos una mañana estival, con su «bata negra de grandes botones de nácar, el pelo un poco revuelto por el calor y en su piel la blancura tierna y láctea de las rubias, leyendo La dama de las camelias, con dos lágrimas temblándole en los párpados», mientras en el tórrido desván, Juliana, la feroz criada, humillada, enferma y rencorosa, acecha como una alimaña el momento de la venganza. Basilio resulta una fachada hueca y miserable, y la pobre Luisa sufrirá las terribles consecuencias de su errada aventura.

    En Los Maias asistimos a la trágica saga de la familia en un mundo que va destruyendo los viejos ideales del abuelo don Pedro de la Maia, en tanto su nieto Carlos lleva adelante unos tempestuosos amores con María Eduarda, fascinante mujer con una historia secreta que estalla al final. Con apariencia de folletín, Los Maias se extiende como un melancólico fresco que traza con honda emoción un fragmento de Portugal y sus frustraciones, simbolizadas en la vida vacía de Carlos, animada solo por su ferviente pasión, a la que habrá de renunciar, como a tantas ilusiones que no es capaz de llevar a cabo. Los encuentros de los amantes, las veladas en la casa del Ramillete o en Santa Olavia, el tedioso ambiente de Lisboa, o el idílico de las alamedas de Cintra, las reuniones de sociedad satirizadas sin piedad… componen la mejor de las novelas de Queiroz, modelo de maravilloso realismo poético.

    De entre todas las novelas de Eça (La ciudad y las sierras, La capital…), emociona particularmente La ilustre casa de Ramírez, y su protagonista Gonzalo, último vástago de una noble familia en declive, el cual está escribiendo una novela histórica sobre su estirpe. En laboriosas páginas recupera las aventuras de sus ancestros, de aquel Muncio Ramírez, llamado Diente de Lobo; de Gutierre Ramírez, cruzado en Tierra Santa; del terrible Lope Ramírez, que se levantó difunto de su sepulcro en el monasterio de Craquede, montó un corcel muerto y galopó a través de España para combatir en las Navas de Tolosa…

    Con su obra piensa ganar la fama y el prestigio que le permitan reconstruir la grandeza de la familia, y abrirse camino en la política nacional, única salida del hastío provinciano y de la vida monótona y escasa que lleva en su quinta, dominada por la Torre de Santa Irene, ahora en ruinas. Todas las frustraciones de Gonzalo -su cortedad, su pobreza, su cobardía indigna de un hidalgo-, las consuela con el relato de la venganza atroz que en la novela que escribe ejecuta su antepasado Tructesindo sobre el bastardo de Bayón, haciéndolo desangrar en una poza de sanguijuelas. Pero llega un momento en que los sueños de Gonzalo conocen una culminación real que lo libra de cobardías, al enfrentarse con el valentón Ernesto de Nacejas, a quien propina una soberana paliza. A través del modelo heroico de los antepasados, de su triunfo en la pelea, y de su triunfo en las elecciones, alcanza un nuevo conocimiento de sí mismo y recupera la autoestima, dándose cuenta de que no necesita reconstruir un pasado falsificado, sino construirse un futuro verdadero. Marcha entonces a África donde pone en explotación una próspera hacienda. La renovación espiritual de Gonzalo no ha venido por la violencia y la venganza sino a través de la propia bondad y del cariño amable de sus paisanos. Su popularidad no se la ha ganado la condición de altivo señor feudal, sino su bondad, que lo define mucho mejor que la fantasía o la pusilanimidad (cuando encuentra en el camino a un campesino herido lo recoge como buen samaritano y lo monta en su propia cabalgadura; compadecido por la familia de Cascos, al que han metido en la cárcel por amenazar al propio Gonzalo, hace lo posible para que lo suelten, presta su capa en la noche lluviosa a la mujer del labrador y cuida de su hijo enfermo…). En el epílogo de la novela el padre Soeiro, mientras espera el regreso de Gonzalo que vuelve de África, eleva sus preces por el hidalgo, a quien la bondad salva de todos sus defectos, y por su país, reflejado en el mismo personaje de manera arquetípica: «ese carácter de Gonzalo, la generosidad, la amabilidad, la bondad, la inmensa bondad… los ataques de entusiasmo que acaban en humo, y a la vez la tenacidad; la imaginación que lo lleva siempre a exagerar hasta la mentira… Así, entero, con el bien y con el mal, ¿saben ustedes a quien me recuerda? A Portugal». Ese es el gran amor del escritor, cónsul en Inglaterra y Francia, viajero y cosmopolita: su patria, sus paisajes y habitantes, sus defectos y sus virtudes, sus esperanzas… La ciudad y las sierras termina precisamente con el contraste entre el París corrompido y hastiado de placeres artificiales, y la sagrada tierra de Portugal que evoca el narrador: «La tarde suavizaba su esplendor de estío. Una brisa traía, como ofrecidos, perfumes de las flores silvestres. Las ramas movían con un saludo de dulce acogimiento sus hojas vivas y relucientes. Todos los pájaros cantaban en un alborozo de alegría y alabanza. La sierra toda se ofrecía con su belleza eterna y verdadera; pisando un suelo eterno y de eterna solidez, con el alma contenta y Dios contento de nosotros, subíamos serena y seguramente el castillo de la Gran Ventura».

    Me gusta imaginarme a Eça de Queiroz, con su peinado impecable y el monóculo bien afirmado, entre irónico y compasivo, escuchando el Fado de los Ramírez, obra del amigo Videiriña, hijo de un panadero de Oliveira, mancebo de botica, sentimental y aficionado a la ginebra, que celebra las leyendas de la ilustre casa solariega: «Torre de Santa Irenea, / ¿quién te vio y no te recuerda?». ¡Inmortal y famosa torre de Santa Irene que Eça contempla con profunda melancolía desde su luminosa eternidad!

    MEU NOME NÃO É JOHNNY

    Posted in BOOK, SELTON MELLO on 16 de Maio de 2008 by os.maias