Mãe viaja usando o GPS, se perde, e filho morre no calor do deserto

Lincoln Spector, PC World/EUA
19-08-2009

Tragédia põe em xeque até onde pode ir a dependência das pessoas nos equipamentos de localização geográfica por satélite

A norte-americana Alicia Sanchez e seu filho Carlos, de 11 anos, viajavam para passar a noite em um acampamento no parque Death Valley (Vale da Morte), uma área deserta situada na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, nos Estados Unidos.

Cinco dias depois, o serviço de resgate encontrou Alicia extremamente desidratada e seu filho, morto. Seu carro ficou preso na areia em um dos ambientes mais inóspitos dos Estados Unidos. Seu erro: ter dependido demais do GPS de seu carro.

Muita gente gosta do GPS, este pequeno equipamento de posicionamento geográfico por satélite (que pode estar embarcado no veículo ou ser um eletrônico portátil). E é bem interessante mesmo poder ver sua atual localização no mapa, sem contar que as direções faladas são muito mais seguras quando você está dirigindo. Mas estes dispositivos não sabem de tudo.

Eles não reconhecem as condições da estrada ou mesmo do trânsito (apesar de alguns aparelhos já oferecerem este serviço nas grandes cidades), ou as vantagens e desvantagens de um tipo ou outro de estrada.

Todo mundo que depende muito do GPS já deve ter recebido, vez por outra, indicações ruins. Não que estivessem incorretas, mas oferecendo uma rota mais lenta e difícil, porque é um quilômetro mais curta que a rota mais rápida e fácil.

Já vimos caso também de turistas que seguem a rota exatamente como o GPS indicou e acabam se perdendo, correndo o risco até de serem assaltados em áreas perigosas e menos povoadas.

Fato é que nem o melhor dos GPS apresenta uma combinação detalhada e em tamanho grande que você consegue em um mapa com escalas. Você não terá uma ampla visão de campo, do tamanho daquela estrada, se tudo o que você vê é aquele pequeno pedaço visível na tela.

Ressaltamos: não existe nada de errado em usar seu GPS, mas se for desbravar um território desconhecido, leve um mapa com escalas junto. E se aquele território for potencialmente perigoso, busque informações com um policial rodoviário ou em algum posto de serviços no caminho.

Gripe A H1N1

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