Em greve, guardas metropolitanos protestam no centro de São Paulo

26/08/2009 – 11h59


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da Folha Online

Guardas civis metropolitanos, em greve desde a 0h de ontem, mantêm nesta quarta-feira uma manifestação em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, no viaduto do Chá (centro).

Segundo estimativas do SindGuardas-SP (Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo), a adesão à paralisação é de aproximadamente 70%. De acordo com o sindicato, 30% dos 6.429 GCMs trabalharam, conforme exigido por lei. A prefeitura diz que o movimento teve baixa adesão da categoria, mas não divulgou números.

André Vicente/Folha Imagem
Em greve, guardas civis metropolitanos protestam em frente à sede da prefeitura
Em greve, guardas civis metropolitanos protestam em frente à sede da prefeitura

De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), nesta quarta, os guardas ocupam a calçada e não atrapalham o trânsito. Ontem, o protesto causou lentidão na região.

A categoria reivindica, entre outros pontos, reajustes salariais e melhores condições de trabalhos, segundo o sindicato. Os guardas pedem reajuste de 80% sobre o Regime Especial do Trabalho Policial. Com isso, o salário inicial subiria de R$ 855 para R$ 1.300.

Desde o início da paralisação, as inspetorias que aderiram contam apenas com um carro de plantão, dois sentinelas e um armeiro.

Escolas da rede municipal, comércio, parques e praças sofreram impacto na vigilância com a ausência de guardas.

Greve

Uma nova assembleia da categoria deve ser feita em frente à prefeitura, no começo da noite desta quarta.

A direção do sindicato afirma que protocolou, em abril deste ano, uma pauta com reivindicações, porém, a prefeitura não teria apresentado “nenhuma proposta real de valorização salarial”.

Em nota, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou que esteve reunida na segunda-feira (14) com membros das entidades representativas da categoria e que, na ocasião, “foram discutidas as medidas que o governo já tomou e o andamento de outras para modernizar a GCM’.

O órgão e o Comando da GCM informaram que continuarão abertos ao diálogo, porém, alertou que “tomarão, se preciso, as medidas previstas na legislação e atuarão para que as atividades prioritárias de responsabilidade da GCM sejam mantidas”.

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