Arquivo de Novembro, 2008

Helicópteros em Santa Catarina já realizaram mais de mil resgates

Posted in NOTICIAS, SANTA CATARINA on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

WILLIAM CORREA
Colaboração para a Folha Online

Desde que iniciaram os trabalhos de resgate das vítimas das enchentes em Santa Catarina, no último dia 23, o Comando Geral de Operações Aéreas da Polícia Militar e Defesa Civil contabilizou o socorro de 1.024 vítimas do desastre. São utilizados na região 19 helicópteros enviados por diversos Estados brasileiros.


Ao todo, participaram das operações aéreas 85 pilotos e tripulantes. Eles já sobrevoaram Santa Catarina por 420 horas durante as cerca de 500 missões.

James Tavares/Efe
Helicóptero sobrevoa região atingida por deslizamentos de terra em Santa Catarina
Helicóptero sobrevoa região atingida por deslizamentos de terra em Santa Catarina

No início da tarde deste domingo chove fraco em algumas regiões e as equipes de resgate traçam uma área vermelha na faixa que compreende as cidades de Luiz Alves, Ilhota e Gaspar.

Em entrevista à Folha Online, o coordenador geral das Operações Aéreas, tenente-coronel Milton Kern Pinto, explicou a dificuldade dos trabalhos realizados na região. “Nesta área vermelha [de risco] apenas aeronaves estão empenhadas nos resgates. Nem mesmo as equipes que trabalham em terra podem entrar”, disse.

Apesar de ser em pequenas proporções, os deslizamentos de terra continuam devido à chuva que ainda atinge o Estado e que, segundo o coordenador das Operações, é a principal dificuldade encontrada pelas equipes de resgate. “Estamos trabalhando e ao mesmo tempo gerenciando os riscos.”

Vítimas

As chuvas que assolaram Santa Catarina já deixam 110 mortos. A última morte, confirmada neste sábado pela Defesa Civil, foi confirmada no município de Luiz Alves.

Em todo o Estado, as chuvas afetaram 1,5 milhão de pessoas. De acordo com balanço da Defesa Civil, 78.707 estão desalojados ou desabrigados –27.410 devem ficar em abrigos públicos e outras 51.297 estão em casas de amigos e familiares.

"Ela é doente, louca e fala tudo", diz Patrícia Pillar sobre vilã de "A Favorita"

Posted in A FAVORITA on 30 de Novembro de 2008 by os.maias


“Três horas vendo esse lixo. Não acontece nada. O cara arruma uma mulher, depois arruma outra, aí termina andando na praia. Só a Donatela para gostar desse tipo de coisa. Ela e a Lara. Tal vaca, tal vaquinha.”

Essa é Flora, a vilã pop do momento, destruindo o clássico filme de Fellini “A Doce Vida” (1960) e a própria filha.

A perversa personagem de “A Favorita”, da Globo, caiu nas graças do telespectador. Tudo bem que muitos a odeiam, de tão má que é, mas ela também coleciona fãs. No site de relacionamentos Orkut, há comunidades dos que a “amam” por “suas qualidades” ou porque, “apesar dos crimes, nos diverte muito com as suas loucuras”.

De fato, Flora, que já assassinou três e seqüestrou a filha, vive a disparar frases e expressões impagáveis, o melhor repertório da vilania televisiva em muitos anos. E tudo dito com um olhar maligno que Patrícia Pillar, 44, sua intérprete, jamais havia experimentado em toda a sua carreira.

À filha, Lara, meiga milionária interpretada por Mariana Ximenez, ela se refere como “pentelha”, “purgantezinho”, “xaropinho”, além da já citada “vaquinha”.

Seu pai, Pedro (Genézio de Barros), e o sogro, Gonçalo (Mauro Mendonça), simpáticos senhores, são “velhos babões”. A sogra, Irene (Glória Menezes), que é uma mãe para ela, não passa de “velha cretina e safada”.

Nesta semana, Flora, em uma única frase e entre dois tabefes, chamou Dodi (Murilo Benício), seu aliado, de “canalha, irresponsável, incompetente, animal, imbecil, estúpido, toupeira e louco”. E Donatela (Cláudia Raia), a mocinha da história e sua arqui-rival, além de “vaca”, é “ignorante, burra, cafona e caipirona”.

Editoria de arte

Risos

Pillar conta não segurar o riso muitas vezes ao ler o roteiro e nas gravações, especialmente nas cenas com seus cúmplices, Silveirinha (Ary Fontoura) e Dodi.

“A gente se diverte muito, apesar de ter um lado pesado. Flora tem um certo humor por ser uma pessoa sem limites. Às vezes, pensamos coisas que não dizemos. Ela é doente, louca e fala tudo. O humor ajudou a personagem e, nas ruas, percebo que telespectadores da novela falam comigo rindo e não com ódio”, diz a atriz à Folha.

O autor de “A Favorita”, João Emanuel Carneiro, que afirma ter se inspirado em si próprio ao criar Flora, acredita que a língua solta da vilã funcione como uma psicanálise. Pillar sente também o efeito de dar sua voz a tantas barbaridades.

“É como se, de alguma maneira, eu exercitasse essa liberdade sem nenhum ônus. E talvez ela provoque uma catarse no telespectador justamente pelo fato de não se reprimir. Isso é muito bom em uma época tão politicamente correta”, defende.

A maldosa é, para Pillar, “a personagem mais rica” de sua carreira.

A atriz vinha de uma seqüência de papéis de boazinhas, como Cândida, de “Sinhá Moça” (2006), e Emerenciana, de “Cabocla” (2004), e confessa: “Ser vilã é muito divertido. Ela pode tudo, é liberta. E a Flora é especialmente rica. Como finge ser boa para alguns, às vezes tenho que fazer dois personagens na mesma cena”.

Flora se revelou ao público 56 capítulos após a estréia da novela. Até então, não se sabia se era a mocinha ou a vilã. A partir daí, sua crueldade aumenta a cada capítulo, de forma surpreendente até para a sua intérprete.

“Desde o início, sabia que ela seria má, mas não tão perversa”, conta Pillar. “Fazer esse papel é um desgaste louco, porque ela é um turbilhão, é aquecida, não pára de pensar, de armar coisas, nunca está relaxada. Conseqüentemente, é difícil para mim relaxar meu corpo também.”

Árvore de Natal da Lagoa brilha, mas chuva atrapalha e Orquestra Sinfônica Brasileira não se apresenta

Posted in REPORTAGENS on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Publicada em 29/11/2008 às 22h05m

O Globo

Reuters

RIO – O mau tempo prejudicou a festa de inauguração da Árvore de Natal da Lagoa, na noite deste sábado. Por causa da chuva, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) não pode se apresentar no palco montado no Parque do Cantagalo. Porém, o show de outros artistas programados para a festa, como Elba Ramalho, seguiu sem problemas e a árvore foi inaugurada com muitos fogos e a nova iluminação, que encantaram os que tiveram disposição de enfrentar a chuva.

A árvore já é uma tradição do Rio, montada desde 1996 na Lagoa Rodrigo de Freitas , e se tornou a maior árvore de Natal flutuante do mundo.

O público foi menor que nos últimos anos e o trânsito não sofreu maiores problemas na Zona Sul, se limitando a pequenos congestionamentos nas proximidades do Corte do Cantagalo.

Fiscais para organizar o trânsito

Fernando Quevedo / Agência O Globo Para evitar os longos engarrafamentos, os organizadores do evento contrataram fiscais de trânsito. Além disso, a CET-Rio montou um esquema especial. Em frente à área do show, no Corte do Cantagalo, os pedestres contaram com auxílio para atravessar a Avenida Epitácio Pessoa.

O estacionamento foi permitido ao longo da avenida, entre 16h e meia-noite, na pista junto à orla da Lagoa, lado direito, trecho entre a alça de retorno em frente ao número 2.800 e a interseção com a Rua Aníbal de Mendonça; na pista junto às edificações, ambos os lados, no trecho entre os números 2.664 e 2.900; na alça de acesso à Avenida Henrique Dodsworth, sob o Viaduto Augusto Frederico Schmidt, lado direito da mão de direção; e na alça de retorno sentido Ipanema, sob o Viaduto Augusto Frederico Schmidt, em ambos os lados.

Narcoméxico (BBC)

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El SIDA en América Latina

Posted in SIDA on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Lazo
María Elena Navas
BBC Ciencia

Farmacéutica en Brasil

Países como Brasil, Argentina y México han logrado un amplio acceso a los tratamientos antiretrovirales.

Por fin, tras más de 20 años desde que se descubrió el virus que causa el SIDA, el mundo podrá centrar su atención en el problema de la enfermedad en América Latina.

Ningún país de la región tiene estadísticas de la epidemia tan alarmantes como las de África subsahariana, no obstante cerca de dos millones de personas viven con VIH o SIDA en América Latina y el Caribe.


Éstos son más que los enfermos en Estados Unidos, Canadá, Europa occidental, Australia y Japón combinados.

Fundación Huésped)
Luchar contra el estigma y la discriminación hacia las poblaciones más vulnerables, que son también las más afectadas, requiere un enorme esfuerzo de nuestra parte

Pedro Cahn, presidente de la Conferencia Internacional de SIDA 2008

En 2007 hubo en América Latina 120.000 nuevos casos de infecciones y 70.000 muertes y los expertos calculan que para 2015 unas 3,5 millones de personas vivirán con VIH y SIDA y 1,5 millones morirán a causa de la enfermedad.

Y sin embargo, la región a menudo es dejada a un lado cuando se trata de ofrecer una respuesta global contra el VIH/SIDA.

Es por eso, afirman los expertos, que la XVII Conferencia Internacional de SIDA que se celebra en la ciudad de México, será una oportunidad excelente para centrar la atención en la epidemia en Latinoamérica.

“Obviamente es siempre África la que conlleva más atención, porque allí es donde vive la mayor cantidad de personas con el virus”, le dijo a BBC Ciencia el doctor Pedro Cahn, Presidente de la Sociedad Internacional del SIDA (IAS) y también presidente de la conferencia.

“Y frecuentemente no se toma en cuenta la situación que tenemos en América Latina, tal vez porque ciertos países, como México, Brasil o Argentina, tienen un acceso amplio a la terapia antirretroviral”, agrega.

“Quizás esto nos hace olvidar que hay otros países donde la situación es mucho más precaria”.

Una de estas zonas “precarias” son los países del Caribe, la segunda región más afectada por la epidemia después de África subsahariana, donde la prevalencia de la enfermedad es de 1%.


Discriminación

Tal como señala el doctor Cahn, además de esta desigualdad hay otros factores que hacen que las condiciones de la epidemia de América Latina y el Caribe sean muy particulares.

Célula infectada con VIH

En la conferencia se discutirán los principales avances en la investigación de tratamientos contra el VIH,

Por ejemplo, el hecho de que para mucha gente el VIH/SIDA sigue siendo un tema de tabú del que es mejor no hablar.

El enorme estigma y discriminación que enfrentan los pacientes dificultan el acceso universal a los tratamientos y prevención de la enfermedad.

“Ése es uno de los problemas fundamentales que todavía debemos confrontar en América Latina”, dice Pedro Cahn.

“Luchar contra el estigma y la discriminación hacia las poblaciones más vulnerables, que son también las más afectadas, requiere un enorme esfuerzo de nuestra parte”.

“No solamente porque atentan contra los derechos humanos sino además porque le están haciendo muy pocos favores a la lucha contra la epidemia”.

Inteligencia y estrategia

Además hay otros factores que caracterizan a la región como la pobreza generalizada, la homofobia, la desigualdad de los sexos, falta de acceso a los servicios de salud y educación, y los altos niveles de emigración e inmigración.

Y aunado a esto, se ha invertido muy poco en la región en investigación de salud, porque los grandes donantes internacionales hasta ahora han destinado sus recursos a África y el sur de Asia.

Tal como señala el presidente de la conferencia, en América Latina se requiere una “gran dosis de inteligencia y de pensamiento estratégico” para crear planes de prevención dirigidas a los países de la región.

“El problema es que lo que se haga en prevención hoy no dará frutos de inmediato, y habitualmente los políticos no suelen pensar a largo plazo sino sólo en lo que tiene que ver con su término”.

Prevención

Conferencia Internacinal sobre SIDA

Durante la conferencia se presentarán los principales avances de la comunidad científica en las investigaciones sobre tratamientos y estrategias de prevención.

“Para nosotros, prevención y tratamiento están muy vinculados”, dice Pedro Cahn.

“Y en el portafolio de estrategias que tenemos que utilizar están desde los cambios de conducta y el uso amplio de preservativos hasta la búsqueda todavía frustrada de microbicidas y vacunas asociado al uso de terapia antirretroviral”.

La terapia antirretroviral, se sabe, ha sido una estrategia fundamental en la historia de la epidemia ya que han logrado reducir dramáticamente el número de muertes asociadas con la enfermedad.

“Estamos a sólo dos años de 2010 que es cuando se ha comprometido la comunidad internacional a proveer acceso universal a la terapia antirretroviral -afirma Cahn- y todavía estamos muy lejos de eso”.

“Así que necesitamos redoblar los esfuerzos y los compromisos políticos y económicos al respecto y esta conferencia será una excelente oportunidad para establecer medidas para lograrlo”, concluye el experto.

EE UU avisó a Aznar del paso por España de presos para Guantánamo

Posted in NOTICIAS on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Un documento secreto revela la complicidad española en los vuelos de la vergüenza

MIGUEL GONZÁLEZ – Madrid – 30/11/2008

El 10 de enero de 2002, casi cuatro meses después del ataque contra las Torres Gemelas y dos desde la salida de los talibanes de Kabul, el consejero político-militar de la Embajada de Estados Unidos en Madrid llamó al director general de Política Exterior para América del Norte del Ministerio de Asuntos Exteriores, Miguel Aguirre de Cárcer, y le pidió una cita urgente. Se concertó para primera hora de la tarde.

Grafico


Conoce el complejo de celdas de la base naval de Guantánamo – Cristián Werb/ELPAÍS.com

Foto

El documento secreto que revela la complicidad española (ParteI)

DOCUMENTO (PDF – 2,44Mb) – 30-11-2008

Foto

El documento secreto que revela la complicidad española (Parte II)

DOCUMENTO (PDF – 702,16Kb) – 30-11-2008

La misma gestión fue hecha en otros países “a lo largo de la ruta” de los vuelos

Nada más salir la visita de su despacho, el diplomático español se puso a redactar un informe sobre la inesperada entrevista. Iba dirigido al ministro de Asuntos Exteriores, Josep Piqué, y a su secretario de Estado, Miquel Nadal. Lo firmó, estampó el sello de “muy secreto” en el encabezamiento y lo numeró con el 3329/02.

Este documento, al que ha tenido acceso EL PAÍS, demuestra que el Gobierno de José María Aznar sabía que aviones de EE UU que sobrevolaban y hacían escala en España llevaban a bordo a personas detenidas en condiciones cuya legalidad era más que dudosa. Ni el Ejecutivo del PP, ni luego el del PSOE, han reconocido hasta ahora estar al corriente de estos traslados, que investiga la Audiencia Nacional.

“Los EE UU van a iniciar muy próximamente vuelos para trasladar prisioneros talibanes y de Al Qaeda desde Afganistán hasta la base de Guantánamo, en Cuba”, escribió Aguirre de Cárcer. “Estos vuelos se realizarán con aviones de largo alcance y, en consecuencia, sin escalas”, proseguía. “Sin embargo, en caso de que por razones no previstas fuera necesario realizar un aterrizaje de emergencia, el Gobierno de EE UU quisiera disponer de autorización del Gobierno español para utilizar algún aeropuerto de nuestro país”.

“El Gobierno de EE UU”, puntualizaba, “asegura que estas escalas serían por el tiempo mínimo imprescindible para poder trasladar otro avión al aeropuerto en cuestión para continuar vuelo y que, a estos efectos, dispondrían de aviones de reserva en la región preparados para desplazarse con carácter inmediato si fuera necesario. En todo momento, los EE UU se harían cargo de la seguridad de las personas transportadas”.

La petición resultaba sorprendente por superflua. Nadie necesita una autorización previa para un aterrizaje de emergencia. Le amparan las reglas internacionales de aviación.

Y menos que nadie lo necesitaba Estados Unidos, que disponía de un convenio de cooperación para la defensa con España cuyo artículo 25.7, entonces y ahora vigente, es taxativo: “En caso de emergencia en vuelo, las aeronaves norteamericanas operadas por o para las Fuerzas de Estados Unidos de América, están autorizadas a utilizar cualquier base, aeródromo o aeropuerto español”.

Pero la Administración estadounidense quería que España supiera que esos aviones transportaban a “prisioneros talibanes y de Al Qaeda”. Y no sólo España. Según le hizo constar su interlocutor a Aguirre de Cárcer, “esta misma gestión las están realizando [los estadounidenses] con varios países que se encuentran a lo largo de la ruta que deben seguir los aviones en cuestión”. Por lo menos, Turquía, Italia y Portugal.

En ese momento, EE UU aún no había dilapidado el capital de solidaridad que generaron en todo el mundo los atentados del 11-S en Nueva York y Washington. Pero, en noviembre de 2001, George W. Bush ya había firmado una orden, como comandante en jefe de las Fuerzas Armadas, que autorizaba la creación de tribunales especiales para juzgar a sospechosos de terrorismo. Los miembros de dichos tribunales serían militares, los acusados no podrían acceder a las pruebas en su contra (supuestamente, para preservar la seguridad nacional) y ni siquiera se les aplicaría el principio de presunción de inocencia.

Poco después, la Casa Blanca decretó que talibanes y miembros de Al Qaeda eran “combatientes enemigos ilegales” y no les reconocía los derechos previstos en la Convención de Ginebra para prisioneros de guerra.

Estas medidas provocaron una gran polémica en Europa, a la que el Gobierno español no pudo sustraerse, pues José María Aznar ejercería, a partir del 1 de enero de 2002 y durante un semestre, la presidencia de turno de la Unión Europea.

La Fiscalía de la Audiencia Nacional y numerosos juristas advirtieron de que España no podría extraditar a EE UU a ningún sospechoso de pertenecer a Al Qaeda, ya que no estaba asegurado el derecho a un juicio justo y con mínimas garantías.

Cuando el 28 de noviembre Bush recibió a Aznar en el Despacho Oval, por primera vez después del 11-S, el presidente español dijo que “Estados Unidos tiene todo el derecho a organizar su jurisdicción de la manera que le resulte más oportuna, como corresponde a una democracia”. Pero agregó: “Cualquier decisión que se adopte en España respecto a estos detenidos, si se pidiera su extradición, será acorde con las leyes españolas”.

En su conversación con el consejero político-militar de la Embajada de Estados Unidos en Madrid, Aguirre de Cárcer no consiguió que éste le concretara el calendario de los vuelos previstos ni cuántos sería preciso realizar para llevar a Guantánamo a los prisioneros capturados en Afganistán y otros países.

Pero sí le indicó, según el informe secreto, que el traslado se iniciaría “muy pronto”. Y le urgió a que el Gobierno español respondiese a la demanda de Washington “lo antes posible”. Aguirre de Cárcer se comprometió a hacerlo “antes de mañana viernes a mediodía”. Es decir, menos de 24 horas después.

Aguirre de Cárcer preguntó a su interlocutor si tenían preferencia por algún aeropuerto en particular para el caso de que esos aviones tuvieran que hacer escala en España. El consejero estadounidense le contestó que no. Por iniciativa propia, el diplomático español le sugirió que “sería preferible, en todo caso, utilizar aeropuertos en bases militares como Morón o Rota en vez de aeropuertos civiles”. Seguramente, pecó de exceso de celo, ya que el Gobierno español aún no había dado una respuesta.

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Así viven los presos de Guantánamo

Conoce el complejo de celdas de la base naval de Guantánamo Cristián Werb/ELPAÍS.com – 16-06-2008

Chávez llama a "barrer" a los opositores recién electos

Posted in VENEZUELA on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

El líder venezolano teme que se repita otro golpe de Estado

MAYE PRIMERA – Caracas – 30/11/2008

Ha transcurrido una semana desde que fueron elegidos como gobernadores y alcaldes varios dirigentes de oposición. Y el presidente venezolano, Hugo Chávez, ya tiene la certeza de que el plan de sus adversarios políticos no será gobernar, sino derrocarlo. Para repeler la potencial conjura, animó el viernes en la noche a sus seguidores y a los generales y almirantes de la Fuerza Armada Nacional a “barrerlos”, a “defender a la revolución”.

“No le tenemos miedo a cuatro fascistas, al pueblo lo llamo a la movilización permanente. Ellos no vienen a gobernar una alcaldía o una gobernación, ¡ellos vienen por Chávez! (…) Preparémonos, generales, almirantes, porque los barreremos, no les daremos cuartel. Nosotros estamos dispuestos a morir por la revolución bolivariana”, dijo Chávez la noche del viernes, durante la toma de posesión de su ex ministro de Defensa, Jorge Luis García Carneiro, como nuevo gobernador del Estado de Vargas.

Los resultados de las elecciones regionales del 23 de noviembre dieron como ganadora a la oposición en cinco de las 22 gobernaciones que estaban en disputa, en la Alcaldía Mayor de Caracas y en aproximadamente el 20% de las 330 alcaldías que existen en el país. Aunque el partido del Gobierno ganó en 17 gobernaciones, en los cinco Estados donde triunfó la oposición -Zulia, Miranda, Carabobo, Táchira, Nueva Esparta, así como la Alcaldía Mayor- se concentra el 40% de la población electoral del país.

La tesis del presidente venezolano es que sus adversarios políticos en Caracas pretenden que se repita “el escenario de 2002”, cuando se produjo un golpe de Estado que derrocó a Chávez durante 48 horas. También cree que los gobernadores de los Estados Zulia y Táchira, fronterizos con Colombia, planean convertir esas regiones en una “zona paramilitar”.

Chávez no ha aportado más pruebas que su palabra al hacer estas denuncias y no es la primera vez que lo hace de ese modo. A lo largo de la campaña electoral para las elecciones regionales, calificó a los candidatos de la oposición de “terroristas”, “golpistas”, “corruptos” y “secesionistas”.

La convocatoria de Chávez ya ha sido atendida por un grupo de simpatizantes, que el viernes realizaron su primera protesta contra el nuevo gobernador de Miranda, Henrique Capriles Randonski. El gobernador saliente de ese Estado por el oficialismo, Diosdado Cabello, también tomó medidas: antes de que se produjera la toma de posesión de su sucesor, transfirió al Poder Ejecutivo el control de bienes y servicios -hospitales y rutas de transporte público, entre ellos- que eran controlados por la Gobernación.

Los mandatarios recién electos han insistido, sin embargo, en que desean gobernar en armonía con los programas del Gobierno central. Pero Chávez dice que no cree “absolutamente nada” de esa intención de conciliar.

Família acusa babá de matar criança de 2 anos

Posted in CRIME CONTRA CRIANÇAS on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Revoltados, moradores incendiaram residência de suspeita.
Babá chegou a levar menina ao hospital, mas ela não resistiu.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

A família de uma criança de 2 anos acusa uma babá de ter espancado e matado a menina na sexta-feira (28). O corpo da vítima foi enterrado na manhã deste domingo (30), no Cemitério da Solidão, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

Segundo a família, o atestado de óbito indica que a causa da morte teria sido a agressão da babá. A babá chegou a levar a criança ao posto médico, com a ajuda de dois vizinhos, mas ela já teria chegado ao local morta.

Revoltados, moradores incendiaram parte da casa onde a suspeita mora, também em Belford Roxo. A delegacia que investiga o caso, 54ª DP (Belford Roxo), informou que deve chamar a babá para esclarecimentos.

Segundo informações da delegacia, ainda na sexta, a babá foi ouvida na delegacia. Ela contou que notou que a criança passava mal e resolveu encaminhá-la a um pronto socorro. Segundo testemunhas, depois disso ela teria ido para a casa dos pais. O G1 tentou falar com a envolvida, mas ela não foi localizada.

A polícia ainda não ouviu os pais da vítima. Quem prestou queixa, segundo o delegado titular da 54ª DP, José Mário Omena, foi um tia da criança. Omena informou que como não há testemunhas, precisará de provas técnicas para avaliar o caso. O laudo do Instituto Médico-Legal sai na próxima semana.

Explosões deixam mais de 50 manifestantes feridos na Tailândia

Posted in NOTICIAS on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Polícia negocia com a oposição que ocupa os aeroportos de Bangcoc. Manifestantes afirmam que não vão recuar enquanto o Primeiro-Ministro não renunciar. Brasileiros estão impedidos de sair do país.

Campos decreta situação de emergência em áreas castigadas pela chuva

Posted in NOTICIAS on 30 de Novembro de 2008 by os.maias

Estimativa é de que cerca de 5 mil pessoas foram afetadas.
Nível do Rio Uruaí, que já havia transbordado, continua a subir.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

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O município de Campos, na Região Norte Fluminense, decretou situação de emergência neste domingo (30) em nas três áreas mais castigadas pelas chuvas. As informações são da Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil. O secretário de Saúde Sérgio Côrtes e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Pedro Machado, estiveram no local.

Dede sábado (29), o secretário Sérgio Côrtes acompanha as ações de assistência aos moradores atingidos pelas enchentes e desabamentos em Campos. Segundo o Corpo de Bombeiros, a estimativa é de que cerca de 5 mil pessoas foram afetadas.

O nível do Rio Uruaí, que já havia transbordado durante a semana, continua a subir. Os bairros Ururaí, Guarus, Morro do Côco e Lagoa de Cima são as áreas que registram casos de inundações e desabamentos, e concentram a maioria dos desalojados e desabrigados. São mais de 1,5 mil pessoas instaladas em escolas estaduais e municipais, transformados em abrigos.

“O que estamos vendo aqui é desolador. Famílias inteiras perderam suas casas e o que construíram ao longo de suas vidas. Essas pessoas necessitam agora da solidariedade da população fluminense”, declarou Côrtes.



‘Caveirão do Ar’ sobrevoa Campos

Dois helicópteros da Polícia Civil, incluindo o novo blindado, conhecido como “Caveirão do Ar”, sobrevoaram o município de Campos. As aeronaves prestaram socorro às vítimas e resgataram os desabrigados. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não há registros de mortos.

A Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil enviou 1,5 mil colchonetes, lençóis e cobertores, além de água mineral e alimentos não perecíveis para Campos. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que sobrevoou as regiões atingidas, o auxílio à população precisa ser mantido.

Em função da situação no interior fluminense, a Sesdec decidiu também enviar para esta região parte do material obtido com a campanha “Para você, uma boa ação. Para eles, a chance de recomeçar”. A iniciativa foi desencadeada na última segunda-feira, com o objetivo de ajudar a população catarinense. Desde então, já foi arrecadado cerca de 20 toneladas de material.

Cinco casas desabam em Rio Bonito

Cinco casas desabaram no início da manhã deste domingo (30) em Rio Bonito, Baixada Litorânea do Rio. O município foi um dos mais atingidos pela chuva no estado.

Ninguém ficou ferido nesta manhã. Em uma das casas, moradores estavam na sala quando os quartos, cozinha e banheiro desabaram. As outras residências estavam vazias. A Defesa Civil está no local analisando o risco de outros desabamentos.

Segundo a prefeitura de Rio Bonito, 1.3 mil pessoas estão desalojadas e 80 desabrigadas.