Aniversário do Pão de Açúcar reúne Lula, Marta, Serra e Kassab

Durante o jantar, Lula lembrou do seqüestro de Abílio Diniz, quando o PT ‘era considerado culpado’

Andréia Sadi e Clarissa Oliveira


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Lula, Abílio Diniz e Serra saúdam aos 60 anos do Pão de Açúcar (Clayton de Souza/AE)

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta sexta-feira de um jantar em comemoração aos 60 anos Grupo Pão de Açúcar, que reuniu dois dos principais candidatos à Prefeitura de São Paulo, o atual prefeito Gilberto Kassab (DEM) e a ex-prefeita Marta Suplicy (PT). O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), também esteve presente. O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), também candidato à Prefeitura de São Paulo, foi convidado para o evento, mas não compareceu.

Durante o jantar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou as acusações lançadas contra o PT na época do seqüestro do empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar. Em um rápido discurso feito logo após o governador José Serra lembrar o episódio, o presidente emendou: ‘Quando o Serra estava te visitando, quando você foi seqüestrado, o meu partido era considerado culpado’, disse, dirigindo-se a Diniz.

Apesar de não citar diretamente o escândalo do mensalão, que estourou em 2005, o presidente disse ter ouvido palavras de apoio do empresário “há alguns anos”, quando seu governo foi alvo de críticas. Na época, disse o presidente, Diniz lhe dizia para não acreditar nos ataques, pois as vendas em alta serviam de prova do sucesso das políticas federais. “Isso veio se confirmando até que virou quase uma unanimidade que o povo brasileiro está tendo mais poder de compra”, disse o presidente.

Antes, o empresário Abílio primeiro orador da noite, já havia destacado o bom momento da economia brasileira e disse ao presidente que nunca foi tão fácil usar o slogan do Pão de Açúcar: ‘orgulho de ser brasileiro’.

Lula foi acompanhado no evento pelos ministros Nelson Jobim (Defesa) e Dilma Rousseff (Casa Civil), além do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e do senador Aloizio Mercadante (PT).

(NAQUELE TEMPO PENSAR QUE O PT , FOSSE UMA QUADRILHA, ERA COMO ACHAR QUE NOSSA SRA. FOSSE BANDIDA, JÁ HOJE … )

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