Arquivo de Junho, 2008

Protesto causa 3,8 km de lentidão na Marginal Pinheiros

Posted in TRANSITO on 30 de Junho de 2008 by os.maias
Postado por Ao Vivo em 30 de Junho de 2008 às 13:23

trânsito

O protesto dos motoristas de caminhões causava 3,8 km de lentidão por volta das 13h15 desta segunda-feira (30) na Marginal Pinheiros, sentido Castello Branco. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), no horário cerca de 30 caminhões ocupavam a faixa da esquerda da pista expressa.

Eles protestam contra as regras da nova restrição ao tráfego de caminhões, estabelecidas pela prefeitura, e que passaram a valer nesta segunda-feira.

De acordo com o Sindicato dos Condutores de Transportes Rodoviários de Cargas Próprias de São Paulo, um grupo de caminhoneiros saiu do terminal de cargas da Rodovia Fernão Dias e outro de Interlagos, na Zona Sul da capital, e devem se encontrar na Marginal Pinheiros. O sindicato informou que 40 caminhoneiros protestavam na marginal.

Teatro Municipal de SP volta a quebrar tabu e apresenta ópera em telão na rua

Posted in CULTURA on 30 de Junho de 2008 by os.maias

Plantão | Publicada em 30/06/2008 às 09h30m

Rúbia Evangelinellis, Diário de S.Paulo Foto de Marco Ankosqui, Diário de S.Paulo

SÃO PAULO – O Teatro Municipal de São Paulo quebrou o tabu de que ópera é para público seleto e colocou o espetáculo “Madama Butterfly” na rua. Neste domingo, um telão montado em frente ao teatro apresentou ao vivo, das 17h às 19h30, a obra lírica do compositor italiano Giacomo Puccini para quem passava pela Praça Ramos de Azevedo.

Oferecidos a preços populares – entre R$ 10 e R$ 40 -, os 7.900 ingressos das cinco apresentações foram vendidos uma semana antes da estréia, ocorrida no último dia 25. A direção não decidiu abrir a apresentação para o grande público. Essa é a segunda vez que o Municipal transmitiu uma ópera pelo telão nos últimos 19 anos – a primeira foi “O Morcego”, de Johann Strauss II, em 1989.

– Queremos resgatar a tradição do teatro, de apresentar grandes óperas, e atrair um público diferente, especialmente os jovens, com espetáculos com novo cenário e preços de ingressos de cinema – diz Jamil Maluf, diretor musical e maestro.

Os amigos Amauri Diniz, de 19 anos, e Beatrice Duran, de 25, descobriram a paixão pela ópera recentemente.

– Compramos o ingresso em janeiro. Ficamos um tempão na fila, mas valeu a pena – diz Beatrice.

Já Cecília Rosa, de 56, Mariana Souza, de 23, e Isildinha Melo, de 50, assistiram pelo telão.

– Todo ano me dou um presente, um ingresso de ópera. Este saiu de graça – diz Cecília.

Biografia não autorizada de Tom Cruise chega ao Brasil

Posted in Uncategorized on 30 de Junho de 2008 by os.maias


Tom cruise no time de futebol americano na adolescência/ Reprodução do livro

Messias popstar. Essa é a imagem pintada em “Tom Cruise – Biografia não-autorizada”, de Andrew Morton, recém-editado no Brasil pela Manole, em seu olhar sobre o ator que, só nos anos 2000, rendeu US$ 1 bilhão aos cofres hollywoodianos. Mais do que uma investigação jornalística (pautada pela polêmica) sobre a trajetória pessoal e profissional de Thomas Cruise Mapother IV, o livro de Morton é um ataque direto à religião de seu biografado: a cientologia, criada pelo escritor Lafayette Ronald Hubbard (1911-1986) em 1954, com dogmas que fundem ciência e divindade, defendendo abertamente a existência de vida alienígena. O astro da franquia “Missão: impossível” seria, segundo Morton, uma espécie de garoto-propaganda dessa crença. Falar em Cruise é falar em cinema e nos milhões de dólares que esse mercado representa. Mas, para Morton, ele é mais um sinônimo de fé – aliás, uma fé fanática -do que de arte.

“Mais do que qualquer outra estrela, Tom é um messias cinematográfico que, imbuído dos ilimitados poderes da celebridade, reflete e refrata todos os medos e dúvidas de nossos tempos em relação ao extremismo religioso e à globalização”, definiu Morton ao jornal “The New York Times”, durante o lançamento do livro nos EUA, em janeiro.

Com enorme impacto sobre a mídia americana, o livro de Morton chegou às livrarias em um momento delicado para o ator. Na ocasião, seu mais recente projeto, o thriller de espionagem “Valkyrie”, previsto para estrear em 4 de julho, na concorrida temporada de verão americano, acabara de ser adiado para outubro, diante de problemas de produção e do boato de que o material filmado, sob a direção de Bryan Singer (de “Superman – O retorno”), teria ficado aquém do esperado. O filme, ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, com Cruise no papel do coronel alemão Claus von Stauffenberg, envolvido em um atentado contra Hitler, acabou ficando para 2009. Com um agravante: um dos motivos do atraso nas filmagens foram protestos dos alemães contra a cientologia.

Especula-se que a Alemanha teria negado o pedido de Cruise, hoje responsável pela histórica produtora United Artists, para filmar lá, temendo que o longa-metragem estivesse ligado à causa cientológica. Morton deita e rola nessa hipótese, em um capítulo em que trata “Valkyrie” como (mais) um deslize de Cruise desde seu desligamento dos estúdios da Paramount Pictures, onde foi um astro-rei desde o sucesso de “A firma”, de 1993. O livro sugere que, mais do que o fracasso de “Missão: impossível 3” – cuja bilheteria de US$ 133 milhões não compensou o investimento de produção -, o exótico comportamento de Cruise pesou nesse corte de relações.

Entrevista a Oprah e união com Nicole

Tom cruise com a mãe/ Foto reprodução

Prestes a completar 46 anos (na próxima quinta-feira), Cruise, um nova-iorquino de Syracuse, que cresceu sob o impacto do divórcio de seus pais, cercado por irmãs responsáveis por incentivar nele um senso de perfeccionismo doentio, é apresentado por Morton a seus leitores como “um homem de contradições”. Na biografia, ele escreve que o ator “é uma criança insegura que esperava uma pancada não merecida do pai, um adulto que buscava certeza e controle, um macho-alfa que fazia suas próprias cenas de ação, temendo que tivesse um desafio que não pudesse superar”.

Diante desse olhar de Morton, é inevitável crer que o episódio em que Cruise assombrou seus fãs ao pular no sofá do programa de Oprah Winfrey, rasgando-se em declarações de amor a Katie Holmes (mãe de sua filha Suri, de 2 anos), em maio de 2005, serviu ao escritor como o estopim de sua pesquisa. Autor do best-seller “Diana: Sua verdadeira história”, Morton dedica várias páginas a descrever o que houve na entrevista do ator a Oprah. Mas essa descrição é associada à idéia da histeria cientológica que, na visão do biógrafo, consome Cruise, justificando, por exemplo, depoimentos dele sobre o papel crucial que sua Igreja pode ter na guerra contra o terrorismo hoje em voga em seu país. “A cientologia conta com ferramentas que podem ajudar as pessoas a direcionar suas vidas”, disse o ator em uma de suas “pregações”.

Seu envolvimento com os paradigmas religiosos definidos por Hubbard, que já soma 20 anos, começou durante o relacionamento com a atriz Mimi Rogers, com quem Cruise foi casado de 1987 a 1990. Aliás, as ex-namoradas e as ex-mulheres do astro, assim como sua atual amada, Katie Holmes, têm um peso fundamental na narrativa de Morton, que insiste em defender o ator como um mulherengo inveterado desde a adolescência, período que ele analisa com um olhar quase cândido. Nicole Kidman, por exemplo, entra como uma parceira, cujo amor não resistiu à competição profissional. Conforme ela se firmava como atriz de talento, distanciando-se da sombra dele, seu casamento de 11 anos (coroado com a adoção de dois filhos) com Cruise foi ruindo, até acabar em divórcio.

Penélope Cruz, que namorou o ator de 2001 a 2004, entra no texto mais como uma longa aventura, do que como uma grande paixão. Mas o relato de Morton para a love story do casal serve para que o biógrafo explore a boataria de que Cruise seria gay. Embora trate o astro como heterossexual, o escritor levanta rastros de homossexualidade que vão alimentar a imaginação da imprensa marrom especializada em alfinetar estrelas. Uma vez mais, a provocação do autor contra a cientologia se faz evidente: David Miscavige, atual presidente da seita, teria um relacionamento mais do que próximo com Cruise, de quem é guru pessoal. Mas isso é apenas especulação. Certeza, Morton só tem uma: Cruise é um ícone de poder, mas não é imune à decadência, cavada por sua própria onipotência.

Abaixo, o making-of do filme “Valkyrie”



Cien años de la destrucción en Siberia

Posted in CIENCIA on 30 de Junho de 2008 by os.maias

La efeméride del suceso de Tunguska reedita los temores al choque del asteroide ‘Apofis’ contra la Tierra

ELPAÍS.com – Madrid – 30/06/2008

En la mañana del 30 de junio de 1908, un objeto celeste -un pequeño asteroide de unos 60 metros de diámetro o un cometa- atravesó los cielos sobre el río Tunguska, en una región remota de Siberia. Al desintegrarse en la atmósfera desprendió una energía explosiva equivalente a una bomba de hidrógeno de 12 megatones, 1.000 veces la potencia de la bomba que destruyó Hiroshima. Decenas de kilómetros cuadrados de bosque quedaron arrasados y la explosión se oyó a 800 kilómetros de distancia. Hoy, cien años después, la mayor amenaza espacial para la Tierra es el asteroide Apofis.

Científicos calculan que en 2029 el Apofis, de 350 metros de diámetro, se aproximará a la Tierra a unos 36.000 kilómetros de distancia y podría cambiar su trayectoria de tal manera que durante su siguiente aproximación en 2036 podría colisionar con el planeta. Si esto ocurriese, el asteroide produciría un efecto superior al de 40.000 bombas atómicas y se formaría en la Tierra un desierto de aproximadamente el tamaño de Francia.

Para evitar una eventual catástrofe, es preciso instalar sobre el asteroide un transmisor que permita conocer con precisión su órbita. El gran problema es que hasta el momento no existe ninguna nave capaz de llegar hasta él. La NASA y la ESA patrocinan un concurso internacional convocado por la Sociedad Planetaria para diseñar una misión que se acerque al asteroide.

Ahora bien, existen dudas sobre si es mejor desviarlo o sencillamente destruirlo. Según la mayor parte de los expertos, la mejor opción es desviar su trayectoria hasta ponerlo en una órbita segura para la Tierra. Porque destruirlo podría crear una dañina lluvia de asteroides más pequeños que saldrían disparados hacia el planeta como misiles sin desviar significativamente la ruta del Apofis.

Microsoft retira el XP

Posted in TECNOLOGIA on 30 de Junho de 2008 by os.maias

A partir de hoy, la compañía sólo distribuirá Windows Vista

30/06/2008 | Actualizada a las 17:01h

Washington. (EFE).- Microsoft dejará de distribuir a partir de hoy el sistema operativo Windows XP a los principales fabricantes de ordenadores y superficies comerciales aunque seguirá suministrando la popular aplicación a fabricantes más pequeños. A través de la página de internet de Windows XP, Microsoft reconoció que la decisión ha sido difícil pero la empresa reiteró que su “compromiso con la innovación” le ha obligado a sustituir XP por Vista.


El año pasado Microsoft ya se vio obligada a retrasar el inicio de la desaparición de Windows XP ante el rechazo de muchos consumidores, tanto individuales como corporativos, a reemplazar el sistema operativo.

De acuerdo al plan establecido por Microsoft, a partir de hoy dejará de suministrar los discos de Windows XP a tiendas para su venta a individuos. Pero estos establecimientos seguirán vendiendo copias del programa hasta que se agoten sus actuales existencias.

Microsoft también dejará de suministrar el sistema operativo para que grandes fabricantes como Dell, HP o Lenovo lo preinstalen en los sistemas que venden a empresas e individuos.

Otros fabricantes más pequeños de PC seguirán recibiendo XP para su instalación hasta enero del 2009. Finalmente Microsoft distribuirá Windows XP Home hasta junio del 2010 para su instalación en ordenadores de reducidas capacidades (los llamados Netbooks) y los de ultra bajo costo.

Mueren al menos 4 personas tras el derrumbe de un edificio en Teherán

Posted in NOTICIAS on 30 de Junho de 2008 by os.maias

30/06/2008 | Actualizada a las 17:52h

Teherán. (EFE).- Al menos cuatro personas murieron y 15 más están desaparecidas bajo los escombros de un edificio de siete plantas que se derrumbó hoy en el norte de Teherán, informaron los medios de comunicación oficiales iraníes.


El fiscal de Teherán, Saeed Mortazavi, explicó que el edificio, aparentemente en construcción, se derrumbó esta mañana en el distrito de Saadatabad, mientras que 20 obreros estaban durmiendo en su interior.

Los equipos de socorro han conseguido rescatar a una sola persona con vida y han recuperado cuatro cadáveres, mientras siguen buscando entre los escombros, agregó Mortazavi, citado por la televisión iraní ‘Press TV.’.

Mortazavi afirmó, por otro lado, que las autoridades han detenido a cinco personas, responsables del diseño y las obras de construcción, y advirtió que los “responsables de este accidente mortal recibirán un duro castigo”.

Una telaraña de quioscos de prensa para tejer una ciudad Wifi

Posted in TECNOLOGIA on 30 de Junho de 2008 by os.maias

GOWEX propone formar un consorcio entre instituciones públicas y operadores para ofrecer Internet en núcleos urbanos

DAVID CORRAL/ CADENASER.com 30-06-2008

La cobertura que puede dar un quiosco es de unos 600 metros a la redonda por lo que se forma una telaraña Wifi en toda la ciudad. En la actualidad se ha llegado a un mercado con la Asociación de Vendedores de Prensa para que los comerciantes que deseen ofrecer Internet desde su quiosco se incorporen al proyecto. Las previsiones de GOWEX es que a finales de otoño 400 quioscos puedan ofrecer Wifi, aunque en la actualidad la cifra sólo llega a la docena.

Han sido centenares los proyectos que han naufragado por intentar ofrecer Internet gratuito en los núcleos urbanos. Las llamadas ciudades Wifi se hundieron como la legendaria Atlántida entre resoluciones judiciales y el clamor de las operadoras porque alegaban que era competencia desleal.

A día de hoy los proyectos que intentan cubrir urbes mediante Wifi son escasos, fundamentalmente no se ponen en marcha porque los modelos de explotación no han logrado aunar a los diferentes actores.

El Grupo GOWEX empezó a gestar a finales de 1997, la plataforma Roaming Wireless y de móvil; un sistema tecnológico que permite el roaming para la conexión inmediata y ubicua a Internet de todos los dispositivos inalámbricos (ordenadores, portátiles, móviles, consolas de videojuegos…), integrando a todos los operadores geográficos de Wifi en una única plataforma de acceso.

El objetivo es contar con el apoyo de los ayuntamientos para crear ciudades Wifi a partir de las redes inalámbricas existentes en un municipio. Esta iniciativa puede dar lugar a ciudades Wifi, puesto que cuenta con la aprobación de la Comisión del Mercado de las Telecomunicaciones en resolución de marzo de 2008. “La resolución dice que la metodología que establecemos es un modelo combinado que permite la sostenibilidad de las redes Wifi”, asegura Jenaro García, presidente del Grupo GOWEX.

La compañía considera que hasta ahora este modelo combinado no se ha ofrecido. Su fórmula se basa en la constitución de un consorcio donde los operadores participen y puedan obtener beneficios, mientras que el usuario contaría con cobertura en toda la ciudad para trabajar en cualquier momento. El modelo se está implantando en varias ciudades españolas; hay más de siete núcleos urbanos donde el consorcio propuesto por GOWEX se encuentra en formación, aunque esperan llegar al centenar de ciudades para 2009.

Los quioscos de prensa tejen la malla Wifi

Una de esas ciudades es Madrid donde el servicio de Internet se da gracias a los quioscos de prensa, que actúan como auténticas antenas. La cobertura que puede dar un quiosco es de unos 600 metros a la redonda por lo que se forma una telaraña Wifi en toda la ciudad. En la actualidad se ha llegado a un mercado con la Asociación de Vendedores de Prensa para que los comerciantes que deseen ofrecer Internet desde su quiosco se incorporen al proyecto. Las previsiones de GOWEX es que a finales de otoño 400 quioscos puedan ofrecer Wifi, aunque en la actualidad la cifra sólo llega a la docena.

El modelo de negocio no depende de GOWEX, son los comerciantes los que deciden como explotar económicamente el servicio. Aunque GOWEX propone un sistema de pago por rangos, dependiendo del uso que el usuario haga de la Red. Así habría desde servicios gratuitos hasta tarifas planas para poder utilizar Internet como si se estuviera en casa. “Establecemos un sistema diferente de rangos y calidad segmentamos; puede llegar a ser gratuito en casos que vayan a utilizar el servicio de forma limitada o puedan acceder a servicios con publicidad asociada sostenible”, asegura García quien explica cómo podría ser el acceso gratuito. Por su parte, aquel que desee utilizar Internet sin restricción podría hacerlo mediante una tarifa plana que supondría un coste de unos 10 a 15 euros mensuales.