Arquivo de Janeiro, 2008

Bastidores , Os Maias

Posted in EÇA DE QUEIROZ, NOTICIAS, OS MAIAS on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias

Além do romance original de Eça de Queiróz que dá o nome à minissérie, a adaptadora Maria Adelaide Amaral usou tramas e personagens de duas outras obras do autor português: A Relíquia, com o núcleo de Teodorico Raposo e Titi; e A Capital, com o núcleo de Artur Corvelo.

A minissérie Os Maias (co-produção com a emissora portuguesa SIC – Sociedade Independente de Comunicação) tinha tudo para dar certo. O elenco era de primeira linha. A Rede Globo investiu alto na produção: cada capítulo teve um custo de R$ 200 mil. E ainda levou parte do elenco para gravar durante cinco semanas em Portugal. Mas todo o aparato montado para a produção acabou não despertando o interesse do público. Ao longo de sua trajetória, a minissérie obteve uma média de 15 pontos no Ibope. Chegou ainda a dar 9, muito abaixo dos 35 esperados pela alta cúpula da Globo.

O diretor Luiz Fernando Carvalho talvez tenha pecado pelo ritmo lento que aplicou à produção – ele utilizou praticamente duas semanas para a apresentação dos atores da primeira fase. Maria Adelaide Amaral seguiu fielmente o linguajar original utilizado pelo autor Eça de Queiróz no livro: o texto ficou excessivamente erudito.

Outro detalhe que também comprometeu o andamento da minissérie foi o horário exibido, principalmente nas quarta-feiras, quando a Globo exibia futebol: Os Maias chegou a ir ao ar depois da meia-noite. Mas, ao contrário de outras minisséries bem sucedidas na emissora, esta produção não conseguiu manter a fidelidade do público até altas horas.

Por outro lado, o diretor Luiz Fernando Carvalho, mais uma vez, abusou da arte cênica para incrementar a produção: fotografia, cenários, figurinos, direção de arte impecáveis.

A atuação de alguns atores foi um dos destaques da minissérie: Walmor Chagas, perfeito como o aristocrata Dom Afonso da Maia; Matheus Nachtergaele, como o dúbio Teodorico Raposo; e Fábio Assunção, que defendeu muito bem, passou segurança e não comprometeu seu personagem, Carlos da Maia. Raul Cortez teve uma participação especial, narrando a história em off, como se fosse o próprio autor Eça de Queiróz.

Três atores estrangeiros participaram da história: os ingleses Philip Croskin (Mr. Brown) e Ruth Brennan (Miss Sarah) e o italiano Fabio Fulco (Tancredo). Além disso, a minissérie lançou a atriz curitibana Simone Spoladore (Maria Monforte), que foi protagonista do filme Lavoura Arcaica – dirigido por Luiz Fernando Carvalho.

Alguns meses antes do início das gravações, o elenco e a equipe participaram de palestras feitas por especialistas na obra de Eça de Queiróz, realizadas no Projac.

Publicado em 1888, o livro Os Maias é um retrato da decadência da aristocracia portuguesa na segunda metade do século XIX. O romance é apresentado em três fases, indo de 1850 a 1875, e chegando ao ano de 1888. Um dos destaques desta produção foi a tentativa de dar um tom realista a trama, o que levou a minissérie a ser gravada durante cinco semanas em várias regiões de Portugal, sendo a primeira produção a passar tanto tempo fora do Brasil.

Uma pequena intervenção de Maria Adelaide Amaral na obra causou a revolta dos aficcionados por Eça de Queiróz. É que, no livro, quem dá a trágica notícia a Carlos Eduardo da Maia de que ele é irmão de sua amada Maria Eduarda é Joaquim Castro Gomes (Paulo Betti), então marido dela. Mas Maria Adelaide resolveu trazer de volta Maria Monforte, a mãe, para dar ela mesma a notícia. Marília Pêra foi chamada para fazer a interpretação. A cena, uma das mais belas, é quase um trecho de ópera. Não só pela intrerpretação dos atores, como pela imagem conseguida por Luiz Fernando Carvalho.

As cenas de interior foram gravadas no estúdio Renato Aragão, situado em Vargem Grande (zona oeste do Rio), e alguns locais do Rio de Janeiro foram usados para a realização de cenas externas, como o Teatro Municipal; o Palácio do Catete; a antiga Casa da Moeda, no centro da cidade (locação do fictício cortiço da trama); o Museu do Açude; a Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói; e o Museu da Cidade, no Parque da Cidade. Uma estação de trem na cidade mineira de São João Del Rey também serviu de cenário para a trama.

Os locais de Portugal usados como locações para a minissérie foram o Vale do Douro, ao norte do país, onde foram gravadas as seqüências das colheitas de milho e vinho. Na estação de trem de Vargelas foi gravado o embarque de Carlos da Maia para Coimbra. Ainda ao norte, quase na fronteira com a Espanha, está a vila de Monção, onde está situado o Palácio da Brejoeira, que na ficção serve como a Quinta de Santa Olávia. Lá foi realizado o enterro de Pedro da Maia e é onde Afonso cria Carlos. Sintra, distrito situado a meia hora de Lisboa, serviu de cenário para o passeio de Pedro, Maria e Manuel ao Castelo dos Mouros. Também em Sintra foram gravadas as fachadas da Quinta da Regaleira e da Quinta da Riba Fria; esta, cenário da casa de Maria Monforte.

Já a praça do Palácio Real foi adaptada ao século XIX. Em Óbidos, distrito de Leiria, com características de vila medieval, foi realizada uma procissão da qual participam cerca de 250 figurantes, recrutados em Lisboa e em Óbidos. Já em Lisboa, diversos locais serviram de cenário para a minissérie. A tradicional casa dos Maias, conhecida como o Ramalhete, teve como fachada um antigo casarão abandonado de 1788. Também foram gravadas cenas nas ruelas estreitas e sinuosas de Alfama, que ainda conserva o aspecto castiço – neste cenário Maria Monforte encontra-se às escondidas com Tancredo. No Palácio Nacional de Queluz, foi realizado o suntuoso baile de um príncipe com o qual Maria Monforte dança a primeira valsa. Já no Museu do Traje, foi simulado um espaço público.

A fachada do Teatro São Carlos foi acoplada às cenas de interior gravadas no Teatro Municipal do Rio. E a praça de touros Campo Pequeno, em Lisboa, abrigou uma grande figuração para as cenas em que Pedro conhece Maria, durante uma tourada. Por fim, em Coimbra foram feitas as cenas da vida acadêmica de Carlos da Maia. Como cenários, a Universidade Velha de Coimbra; a biblioteca da Universidade; o Jardim Botânico; e o Largo da Sé Velha.

A trilha sonora, com produção de André Sperling, contou com a gravação especial de uma peça sinfônica inédita, feita pelo maestro John Neschling, que regeu uma orquestra de 90 integrantes.

Em 2004 a minissérie foi lançada em DVD

FONTE:

teledramaturgia.com.br

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"Meu nome não é Johnny"

Posted in SELTON MELLO on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias


“Meu nome não é Johnny”, longa dirigido por mauro Lima e protagonizado por Selton Mello, contabilizou 203.400 espectadores este fim de semana e arrecadou R$ 2,09 milhões. A renda foi 29% maior do que a obtida na semana anterior. O filme também continua surpreendo em média de público: foram 1.189 ingressos vendidos por cada cópia.
Estilo: Drama
Tamanho: 899 Mb
Idioma: Português
Formato: CAM

Fábio Assunção, MELHOR ATOR

Posted in FÁBIO ASSUNÇÃO on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias

MELHORES DE 2004 – TV (BRASIL): MELHOR ATOR
Fábio Assunção (Renato Mendes, Celebridade)
(Esse prêmio está começando a dar medo. Terceira categoria de interpretação e o que temos? Mais um vilão! Agora quem vence em Melhor Ator é Fábio Assunção, disparado como um dos personagens mais intrigantes e inescrupulosos de Celebridade. O talento dramático de Fábio Assunção é conhecido a tempos, mas sua interpretação como o sarcástico diretor da revista Fama, ia do humor-negro ao desespero em um piscar de olhos. Ao lado de Laura, fez e aconteceu e virou destaque na novela em que o mote central era a busca desenfreada pela fama. No final das contas, a trama central ficou em segundo plano, e o que interessava mesmo era se divertir com as maldades dessa verdadeira dupla explosiva.)

Alô, Fábio!

Posted in FÁBIO ASSUNÇÃO on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias

O ator Fábio Assunção será o garoto-propaganda do lançamento do celular da Brasil Telecom. A meta é conquistar 400 mil clientes em dois meses.
A campanha feita por Duda Mendonça estréia domingo no “Faustão”.

Fábio Assunção

Posted in FÁBIO ASSUNÇÃO on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias

Fábio Assunção continua enchendo o cofrinho. O bonitão gravou no fim de semana o comercial dos biscoitos Richester. A nova campanha será veiculada apenas no Norte e no Nordeste do País.

Fábio Assunção para estrelar a campanha.

Posted in FÁBIO ASSUNÇÃO on 28 de Janeiro de 2008 by os.maias


Kopenhagen investe R$ 7 milhões em Nhá Benta de chocolate

Ao preço de R$ 7 milhões, a Kopenhagen está lançando o sabor de Chocolate de sua tentadora Nhá Benta. Foram 14 meses de pesquisa e desenvolvimento do novo produto, entre pesquisa de mercado, estudos de campo e análises sensoriais. Este é o maior lançando da empresa neste ano.

Prova disto é contração dos atores Edson Celulari e Fábio Assunção para estrelarem a campanha. Kopenhagen também reformou a embalagem da Nhá Benta. A expectativa da fábrica é vender, até dezembro, 2 milhões e trezentas mil unidades, o que vai colocar R$12 milhões no caixa da empresa.
6/7/2007

FÁBIO ASSUNÇÃO VOLTA A PROTAGONIZAR CAMPANHA DA MARISA, CRIADA PELA GIACOMETTI

Posted in FÁBIO ASSUNÇÃO, IMAGENS on 27 de Janeiro de 2008 by os.maias

“Tive a possibilidade de brincar com o masculino e o feminino de uma forma sensual e lúdica, fantasiosa e divertida, o que particularmente acho genial”, afirma o ator Fábio Assunção.

A Marisa volta a instigar o imaginário das mulheres brasileiras em sua nova campanha institucional, criada pela Giacometti Propaganda. O primeiro filme da campanha — parte de uma série de três comerciais — estréia neste domingo (24/4), na tevê Globo, tendo como protagonista Fábio Assunção. Em 15 segundos de pura sedução, o ator tece elogios à mulher: “Você merece ser olhada e admirada. Ouvir elogios, palavras doces e lindas. Então… Faça diferente. Passe na Marisa. Você acerta na roupa e os homens se encantam por você”. As imagens que permeiam o filme seduzem as consumidoras, mostrando os olhos, a boca, a pele… detalhes do corpo de Fábio Assunção.

Considerada uma das campanhas mais ousadas e criativas de 2004 — destaque, inclusive, de pesquisa realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo —, a primeira fase da série de comerciais traz de volta Fábio Assunção, atendendo a pedidos das consumidoras da maior rede de lojas de moda feminina do Brasil. Em pesquisa realizada pela InterScience Tecnologia da Informação, as entrevistadas apontaram os filmes feitos pelo ator como fator motivador, além das roupas apresentadas no comercial, para comprar na Marisa e, em alguns casos, conhecer as lojas. Assim como na campanha do ano passado — protagonizada por Fábio Assunção, Márcio Garcia, Bruno Gagliasso e Reynaldo Gianecchini — a nova edição contará com a participação de belos e talentosos atores.

Assinada pela dupla de criativos da Giacometti, Julio Isnard e Daniel Rasello, a nova campanha aposta na valorização da mulher: suas conquistas, desejos, projetos e sentimentos. “A idéia central é dar um outro sentido à nudez e criar uma história de envolvimento, valorizando a mulher. E tudo isso, em 15 segundos. Esse foi o grande desafio”, conta Rasello. “Investimos na estética de detalhes do corpo, usando a proximidade de imagens para chegar mais perto da consumidora e valorizá-la. Mostrar que a Marisa se interessa e entende de mulher”, salienta Isnard. A assinatura Faça diferente. Passe na Marisa., acompanha todo o material.

Além de filmes, a campanha institucional da Marisa conta com um plano de mídia composto por peças de PDV — com fotos de Feco Hamburger — e anúncios nas principais publicações do país. A campanha será veiculada nas principais praças, uma vez que a Marisa está presente na maioria das cidades brasileiras.

Desafio lúdico
Segundo Fábio Assunção, os roteiros propostos pela Giacometti Propaganda e Arquitetura de Negócio, nas duas fases da campanha, foram ferramentas para que ele pudesse se apresentar numa roupagem nova e descontraída, brincando inclusive com a freqüente associação com personagens heróicos e viris — os quais vive. “Tive a possibilidade de brincar com o masculino e o feminino de uma forma sensual e lúdica, fantasiosa e divertida, o que particularmente acho genial. Considero que, ao longo do tempo e após muitos anos realizando trabalhos na televisão, passei a ter o compromisso com o público brasileiro e de países como Portugal e Cuba, de atuar buscando versatilidade e visando o entretenimento do público. Isso sem falar no aspecto cultural e psicológico”, afirma Assunção.

Giacometti Propaganda e Arquitetura de Negócio
Com um modo de pensar e uma prática diferenciada, a Giacometti atua em duas frentes – a Comunicação Integral e a Arquitetura de Negócio.

A Giacometti é a única agência que desenvolve no Brasil a Arquitetura de Negócio, baseada em ferramentas exclusivas, que envolvem os clientes de forma dinâmica e trazem impressionante riqueza de resultados na construção de vantagens competitivas e de estratégias bem-sucedidas. A Giacometti trabalha para tornar a empresa mais inovadora, eficaz, humana e motivadora, fazendo com que conquiste uma nova imagem e realize as suas grandes metas.

O trabalho de Arquitetura de Negócio, desenvolvido pela Giacometti para a Marisa desde o ano 2000, está na base da reestruturação das lojas da rede, iniciada em 2001. Após a realização de pesquisas, a Giacometti identificou na época a necessidade de rejuvenescimento da marca e colocou em prática as suas ferramentas exclusivas na área de Arquitetura de Negócio. Por meio da ferramenta QG de Soluções, por exemplo, foram atacadas questões como aprimoramento de softwares para facilitar a operação dos caixas e redesenho do mix de produtos, a partir da segmentação de mercado identificada nas pesquisas. O trabalho envolveu também a reformulação do visual de merchandising, com reformulação das fachadas, incluindo as testeiras das lojas — redesenhadas pela agência — e o tratamento da exposição e identificação de setores e produtos, tornando-os mais arejados e com maior facilidade de identificação para o consumidor. O trabalho de rejuvenescimento da marca e do público-cliente foi inteiramente atingido, com reflexos positivos sobre as vendas.

22/04/2005